🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

MERCADOS HOJE

Bolsa e dólar hoje: Ibovespa fecha em queda com recuo em bloco do setor bancário; Americanas (AMER3) salta mais de 12% fora do índice

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
23 de janeiro de 2023
7:15 - atualizado às 15:08

RESUMO DO DIA: O Ibovespa fechou a segunda-feira (23) em queda de 0,27%, aos 111.737 pontos. O índice passou boa parte do dia no campo positivo com um impulso das commodities, mas a má performance dos bancos limitou os ganhos do índice.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O setor vem sofrendo com a recuperação judicial da Americanas (AMER3) e hoje também foi pressionado pelas falas do presidente Lula (PT) e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a respeito do financiamento do BNDES para projetos no exterior.

Outro destaque do dia foram as ações AMER3 que, no primeiro dia de negociação fora do Ibovespa, subiram mais de 12% e apagaram uma pequena parte das perdas registradas desde a descoberta do escândalo contábil. Veja abaixo tudo que movimentou o pregão.

AS MAIORES ALTAS E BAIXA DO IBOVESPA

Com a Americanas (AMER3) fora do Ibovespa, as outras duas varejistas de comércio eletrônico da B3 foram os destaques positivos do índice. Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 2,468,37%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 4,045,76%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 15,545,64%
CMIN3CSN ONR$ 4,913,81%
NTCO3Natura ONR$ 12,523,73%
Fonte: B3

Já a ponta negativa foi ocupada por representantes do setor bancário. Veja abaixo:

CÓDIGONOMEULTVAR
BBDC4Bradesco PNR$ 14,05-4,23%
CSAN3Cosan ONR$ 15,99-4,14%
SANB11Santander Brasil unitsR$ 27,97-4,08%
BEEF3Minerva ONR$ 14,96-3,55%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,23-3,42%
Fonte: B3
Americanas (AMER3) sobe 12,7% no primeiro dia fora do Ibovespa, mas ações acumulam tombo de 93% desde escândalo contábil

Depois de ser expulsa de todos os índices da B3, inclusive o Ibovespa, a Americanas (AMER3) ensaiou uma recuperação na bolsa nesta segunda-feira (23).

Os papéis encerraram o dia cotados a R$ 0,80, alta de 12,7% em relação ao fechamento da última sexta-feira (20), quando a ação da varejista se despediu do principal índice da bolsa brasileira valendo menos de um real.

Vale notar que as penny stocks, como são apelidadas as ações negociadas na bolsa abaixo de um real, costumam sofrer com oscilações percentuais muito grandes devido ao baixo valor.

Desde a descoberta de um rombo contábil bilionário no balanço da Americanas até esta segunda-feira, os papéis da varejista despencaram 93%.

Leia mais.

FECHAMENTO EM WALL STREET

Nos Estados Unidos, o início de mais uma semana com a agenda cheia de divulgações de balanços trimestrais animou os negócios hoje.

Os principais índices de Wall Street fecharam no azul, com o Nasdaq liderando os ganhos em meio a novos investimentos e demissões em massas nas empresas de tecnologia.

Confira o desempenho das bolsas de Nova York:

  • Dow Jones: +0,76%
  • S&P 500: 1,18%
  • Nasdaq: 2,01%
A CRISE NA AMERICANAS (AMER3) PODE RESPINGAR NA AMBEV (ABEV3?)

O anúncio da Americanas (AMER3) sobre as inconsistências contábeis bilionárias abriu a caixa de Pandora: incertezas tomaram conta do mercado, ações despencaram e brigas judiciais se intensificaram  — até que, na quinta-feira (19) passada, a varejista sucumbiu ao pedido pedido de recuperação judicial.

Nem mesmo a AmBev (ABEV3) escapou da reação negativa do rombo, afinal, os três homens por trás da 3G Capital — Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira — detêm indiretamente uma participação na empresa por meio da Anheuser-Busch Inbev, de cerca de 20%. 

Desde que o buraco de R$ 20 bilhões foi revelado, as ações ABEV3 estão operando sob pressão: deixaram o patamar dos R$ 14 que vinham sendo negociadas desde o final do ano passado e continuam a descer a ladeira — ainda que em ritmo lento. 

Por volta de 17h desta segunda-feira (23), os papéis da Ambev operavam em queda de 1,04%, cotadas a R$ 13,39. 

Leia mais.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar encerrou a segunda-feira (23) em leve queda. A moeda norte-americana encerrou a sessão com um recuo de 0,15%, cotada em R$ 5,20.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

o Ibovespa avança 0,16%, aos 112.214 pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 2,478,81%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 15,555,71%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 4,035,50%
NTCO3Natura ONR$ 12,574,14%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,924,02%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
BBDC4Bradesco PNR$ 14,12-3,75%
SANB11Santander Brasil unitsR$ 28,23-3,19%
BEEF3Minerva ONR$ 15,02-3,16%
CSAN3Cosan ONR$ 16,17-3,06%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,25-2,97%

O Ibovespa reduziu a alta, mas ainda opera em tom positivo. A bolsa sobe 0,15%, aos 112.207 pontos.

O bom desempenho do índice é limitado pelos bancos, que operam em queda à espera da lista de credores da Americanas (AMER3) e mais expostos ao rombo da varejista. Além disso, os investidores repercutem as recentes falas do presidente Lula sobre a independência do Banco Central e críticas à meta de inflação.

No exterior, as bolsas americanas operam em forte alta de olho na temporada de balanços. Nesta semana, Microsoft e Tesla devem divulgar os resultados do quatro trimestre e do ano de 2022. Confira o desempenho do Wall Street:

  • Dow Jones: +1,07%;
  • S&P 500: +1,51%;
  • Nasdaq: +2,20%.
VIA (VIIA3) SOBE 10%

Os papéis de Via Varejo (VIIA3), dona de Casas Bahia e Ponto, sobem 10,13%, a R$ 2,49 no Ibovespa.

A companhia é beneficiada pelo movimento de troca de posições no setor de varejo, com a saída definitiva de Americanas (AMER3) no índice, com a oficialização da recuperação judicial.

No mesmo movimento, Magazine Luiza (MGLU3) registra alta de 6,55%, a R$ 4,07.

As duas varejistas lideram a ponta positiva do pregão desta segunda-feira desde a abertura.

PESO REAL: HÁ CHANCES DE UMA MOEDA COMUM ENTRE BRASIL E ARGENTINA?

Na primeira viagem ao exterior de seu terceiro mandato como presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se nesta segunda-feira com seu homólogo argentino, Alberto Fernández. O amistoso encontro para estreitar as relações entre países vizinhos levantou uma bola que há muito tempo quica, mas ninguém colocava no chão: a criação de uma moeda comum, o “peso real” — ou “sur”, nome sugerido mas menos charmoso.

O responsável por isso é Sérgio Massa, ministro da economia da Argentina, que voltou a tocar no assunto durante uma entrevista ao jornal Financial Times. “Seria um estudo de mecanismos de integração comercial”, disse. “Não quero criar falsas expectativas… É o primeiro passo de um longo caminho que a América Latina deve percorrer.

Massa se refere à criação de uma moeda comum entre os dois países, mas que poderia integrar toda a economia da América Latina, hoje dominada pela influência do dólar.

A criação de um “peso real” já vinha sendo debatida desde o governo de Jair Bolsonaro, quando o ministro da Economia era Paulo Guedes. Com a eleição do presidente Lula, o assunto voltou à pauta, agora na boca de um representante argentino.

Leia mais.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

As varejistas do comércio online seguem dominando a ponta positiva do Ibovespa nesta segunda-feira (23). Confira quais são as maiores altas do dia por volta das 15h05:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 2,499,69%
CIEL3Cielo ONR$ 5,084,53%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 15,354,35%
CMIN3CSN ONR$ 4,924,02%
PETR3Petrobras ONR$ 31,023,99%
Fonte: B3

Veja também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
BBDC4Bradesco PNR$ 14,23-3,00%
SBSP3Sabesp ONR$ 52,02-2,95%
SANB11Santander Brasil unitsR$ 28,31-2,91%
FLRY3Fleury ONR$ 14,57-2,87%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,26-2,74%
Fonte: B3
C&A (CEAB3): É HORA DE COMPRAR? O CITI RESPONDE

Assim como acontece com roupas, sapatos e acessórios, algumas ações também caem no gosto dos investidores — seja pelo bom momento do setor, pelo ponto de entrada atrativo ou pelo potencial de valorização. Conhecida por acompanhar as tendências, será que a C&A (CEAB3) também segue na moda entre os papéis da Bolsa?

Segundo o Citi, nem tanto. As ações CEAB3 tiveram a recomendação neutra mantida pelo banco, mas o preço-alvo foi cortado: passou de R$ 3,60 para R$ 3,50 — um potencial de valorização de 14% com relação ao fechamento de sexta-feira (20). 

De modo geral, o Citi diz que está menos otimista com o setor de varejo de vestuário brasileiro neste ano. Mas o banco detalha as razões para a mudança com relação à C&A neste momento. 

Por volta de 14h35, as ações CEAB3 recuavam 5,54%, cotadas a R$ 2,90.

Leia mais.

AMERICANAS (AMER3) SALTA 18% HOJE

Negociadas fora do Ibovespa pela primeira vez após a oficialização do pedido de recuperação judicial, as ações da Americanas (AMER3) sobem forte nesta segunda-feira (23).

Por volta das 14h25, os papéis saltavam 18,31%, cotados em R$ 0,83 e recuperavam uma pequena parte das perdas dos últimos dias - as ações AMER3 recuam mais de 93% desde a descoberta de um rombo contábil bilionário nos balanços da varejista.

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas da Europa fecharam a segunda-feira (23) em alta. O bom desempenho foi patrocinado por falas de dirigente do Banco Central Europeu (BCE) sobre o ritmo da alta de juros e também pela melhora do índice do consumidor no bloco.

Confira abaixo quanto subiram as principais bolsas da Europa:

  • FTSE 100: +0,18%
  • DAX: +0,46%
  • CAC 40: +0,52%
  • STOXX 600: +0,56%
A OI (OIBR3) TEM POTENCIAL PARA DAR LUCRO COM O FIM DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL? O UBS BB DIZ QUE NÃO

Quase não se fala em outra coisa no mercado nos últimos dias além de recuperações judiciais. Enquanto parte dos analistas discute o início do socorro à Americanas (AMER3), outra parte estuda os efeitos do fim do processo na Oi (OIBR3).

A companhia de telecomunicações encerrou a RJ — a segunda maior na história do Brasil — há pouco mais de um mês, mas será que isso significa que ela voltará a dar retorno aos investidores em breve? Para o UBS BB, a resposta é não.

O banco de investimentos suíço manteve nesta segunda-feira (23) a recomendação neutra para a empresa e cortou o preço-alvo das ações em 78%, para R$ 1,35. A cifra implica em um potencial de alta de apenas 3,8% em relação à cotação atual dos papéis.

Vale relembrar que, apesar da recuperação judicial da Oi ter levado seis anos para ser encerrada, a companhia ainda deixou o processo com uma dúvida bruta de R$ 22 bilhões.

Leia mais.

O dólar à vista vem renovando mínimas e opera a R$ 5,1690, com recuo de 0,74%.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa acelera os ganhos com o exterior e a valorização acima de 1% do petróleo. A bolsa sobe 0,52%, aos 112.627 pontos.

As companhias do setor de consumo, como varejistas, operadoras de saúde e incorporadoras, sobem com o alívio nos DIs. Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 2,405,73%
AZUL4Azul PNR$ 11,764,53%
TOTS3Totvs ONR$ 30,173,68%
QUAL3Qualicorp ONR$ 5,693,83%
ECOR3Ecorodovias ONR$ 4,633,35%

No campo negativo, o "Risco Americanas" derruba as ações dos bancos, à espera da lista de credores e dívidas da varejista. Veja as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
FLRY3Fleury ONR$ 14,56-2,93%
BEEF3Minerva ONR$ 15,12-2,51%
SANB11Santander Brasil unitsR$ 28,43-2,50%
SBSP3Sabesp ONR$ 52,53-2,00%
BBDC4Bradesco PNR$ 14,38-1,98%

O dólar a vista renova mínima a R$ 5,1777, com recuo de 0,58%.

COMO ANDAM OS MERCADOS

Sem negociações na China, em razão de feriado, os mercados operam com menor liquidez nesta segunda-feira (23). O Ibovespa registra alta de 0,45%, aos 112.548 pontos, após momentos de volatilidade pela manhã.

O fôlego é sustentado pela valorização das commodities, com alta de mais de 1% do petróleo. Soma-se a isso, a melhora do apetite ao risco nas bolsas americanas; confira:

  • Dow Jones: +0,49%;
  • S&P 500: +0,69%;
  • Nasdaq: +1,12%.

Contudo, o setor bancário limita os ganhos do dia, com o "Risco Americanas" e reunião do governo com o Conselho Monetário Nacional (CMN), na próxima quinta-feira (26), no radar.

Em recuperação judicial, a Americanas precisa, como primeira parte processual, apresentar uma lista com credores e valor da dívida até amanhã (24). Porém, a varejista protocolou mais cedo um pedido de extensão do prazo.

Já quanto ao temor do encontro com o CMN é proveniente das última declarações do presidente Lula sobre a política monetária. Na semana passada, em entrevista a GloboNews, o chefe do Executivo criticou a independência do Banco Central, com as sucessivas altas nos juros básicos, a Selic, na tentativa de controlar a inflação. Na reunião, além de Lula e o colegiado da CMN, devem estar presentes o presidente do Bc, Roberto Campos Neto; a ministra do Planejamento, Simone Tebet; e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

O dólar perde força ante o real e cai 0,40%, a R$ 5,1867.

IBOVESPA VOLTA A SUBIR

Com avanço das bolsas americanas, o Ibovespa retomou a trajetória de alta.

A bolsa sobe 0,40%, aos 112.491 pontos.

PETROLEIRAS AVANÇAM

Com o avanço de 1,36% do petróleo no mercado internacional, as petroleiras brasileiras sobem nesta segunda-feira (23) e limita as perdas do Ibovespa.

Confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
PRIO3PetroRio ONR$ 42,262,82%
PETR4Petrobras PNR$ 26,952,20%
PETR3Petrobras ONR$ 30,452,08%
RRRP3 3R Petroleum ON R$ 49,040,55%
CREDIT REBAIXA SANTANDER (SANB11) PARA VENDA

O Credit Suisse rebaixou a recomendação para os papéis do Santander (SANB11) de Neutro para Venda, alegando um cenário operacional desafiador neste ano. As ações do banco lideram as quedas na bolsa nesta segunda-feira (23).

Em relatório assinado pelos analistas Marcelo Telles e Daniel Vaz, o Credit aponta que o indício de que a Selic deve se manter alta por mais tempo e o aumento da incerteza fiscal devem adiar a recuperação da margem financeira líquida tanto do Santander quanto do Bradesco.

Dessa forma, o banco cortou as projeções para o lucro líquido do Santander em 33% para este ano e fixou a estimativa em R$ 12,3 bilhões. O Credit também revisou o preço-alvo dos papéis de R$ 35 para R$ 31, o que indica um potencial de alta de apenas 6,3% em relação ao fechamento de sexta-feira (20).

O Bradesco (BBDC4) também teve as projeções de lucro para 2023 cortadas pelo Credit Suisse, que reduziu as estimativas em 12%, para R$ 23 bilhões. O preço-alvo também foi reduzido de R$ 19 para R$ 16, um potencial de alta de 9% em comparação com o último fechamento. A ação do Bradesco também cai nesta segunda.

Leia mais.

Apesar da valorização das commodities e NY positivo, os bancos pesam sobre o Ibovespa. A bolsa brasileira cai 0,03%, aos 112.010 pontos.

ABERTURA EM NOVA YORK

As bolsas americanas abriram em alta, em dia de menor liquidez com os mercados da China fechados em razão de feriado. Os investidores repercutem a temporada de balanços e operam em movimento de correção após pregões negativos anteriores.

Confira a abertura em Nova York:

  • Dow Jones: +0,14%;
  • S&P 500: +0,15% e;
  • Nasdaq: +0,29%.

BANCOS CAEM EM BLOCO

Os bancos operam em queda puxado pelo rebaixamento das ações de Santander (SANB11).

Os investidores seguem mais cautelosos com a reunião do presidente Lula e da equipe econômica, além do presidente do BC Roberto Campos Neto, com o Conselho Monetário Nacional (CMN) na próxima quinta-feira (26), no radar.

O mercado financeiro monitora o encontro em temor a uma interferência do governo nas políticas monetária, com base na crítica de Lula à independência do BC, que determina a meta da inflação e consequentes ajustes nas Selic, durante a entrevista a GloboNews na semana passada.

Confira o desempenho dos bancos no Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
SANB11Santander Brasil unitsR$ 28,38-2,67%
BBDC4Bradesco PNR$ 14,48-1,30%
ITUB4Itaú Unibanco PNR$ 25,78-1,23%
BBDC3Bradesco ONR$ 12,75-0,86%
BPAC11BTG Pactual unitsR$ 21,11-0,89%
ITSA4Itaúsa PNR$ 8,53-0,58%
BPAN4Banco Pan PNR$ 5,41-0,18%
SEGUNDO MAIOR ACIONISTA DA AMERICANAS (AMER3) REDUZ PARTICIPAÇÃO PARA MENOS DE 5%

A Americanas (AMER3) realmente não experimentou um único dia de refresco desde que o rombo de R$ 20 bilhões foi anunciado e novas consequências não param de surgir. Nesta segunda-feira (23), o segundo maior acionista da varejista, o Capital Group, informou que reduziu sua participação na companhia para menos de 5%.

Segundo comunicado arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o fundo agora possui 4,07% das ações ordinárias da empresa, que representam um total de 36.770.436 papéis.

Anteriormente, conforme a área de relações com investidores da Americanas, a Capital Group detinha 9,91% dos ativos da companhia em 23 de dezembro de 2022.

Outro fundo já havia deixado a Americanas (AMER3)

Em momentos de crise todo mundo deseja abandonar o barco e isso não é novidade para ninguém. Na semana passada foi a vez do fundo de pensão de professores americanos TIAA praticamente zerar sua posição em Americanas (AMER3). Até então, ele era o terceiro maior acionista da varejista.

Leia mais.

AMERICANAS (AMER3) SOBE 11% FORA DO IBOVESPA

Os papéis da Americanas (AMER3), negociados fora do Ibovespa a partir desta segunda-feira (23), opera em alta de 11,27%, a R$ 0,79.

Os investidores repercutem a nota pública dos três maiores acionistas da companhia, Jorge Paulo Lemann, Marcell Telles e Carlos Alberto Sicupira, divulgada na noite deste domingo (22). No documento, os 3G afirmam que "jamais tiveram conhecimento" do rombo contábil de R$ 20 bilhões da varejista.

Há pouco, a Americanas (AMER3) solicitou a extensão do prazo para a apresentação da lista de credores até quarta-feira (25). Ao todo, a varejista acumula dívidas na ordem de R$ 43 bilhões para cerca de 16,3 mil credores, entre eles, instituições financeiras. O documento é um dos pareceres iniciais que a empresa precisa divulgar no processo de recuperação judicial.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa sobe 0,80%, aos 112.934 pontos, impulsionada pela valorização do petróleo no mercado internacional.

Soma-se a isso, o alívio nos DIs, que beneficiam as ações das companhias varejista, com a saída de Americanas (AMER3) do Ibovespa.

Por outro lado, a ponta negativa é liderada pelo Santander com a renúncia de Sergio Rial da presidência do Conselho de Administração e rebaixamento da recomendação e preço-alvo dos ativos do banco pelo Credit Suisse.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 2,363,96%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,872,96%
AZUL4Azul PNR$ 11,582,93%
USIM5Usiminas PNAR$ 8,522,77%
PRIO3PetroRio ONR$ 42,242,77%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
SANB11Santander Brasil unitsR$ 28,43-2,50%
SBSP3Sabesp ONR$ 53,12-0,90%
ENEV3Eneva ONR$ 12,33-0,88%
PCAR3GPA ONR$ 19,02-0,68%
IGTI11Iguatemi ONR$ 18,33-0,54%

ALÍVIO NOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) mudam trajetória e operam em viés de queda, na esteira do recuo do dólar ante o real e com a agenda esvaziada no cenário doméstico e exterior.

Confira:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2413,53%13,54%
DI Jan/2512,77%12,83%
DI Jan/2612,74%12,81%
DI Jan/2712,78%12,85%
SANTANDER (SANB11) LIDERA AS PERDAS

Nos primeiros minutos do pregão, o Santander (SANB11) recua 2,61%, a R$ 28,40, e lidera a ponta negativa do Ibovespa.

O movimento acontece após o Credit Suisse rebaixar a recomendação de neutro para a venda dos ativos do Santander, além do corte do preço-alvo de R$ 35,00 para R$ 31,00, com a saída de Sergio Rial da presidência do Conselho de Administração do banco.

O executivo, que também renunciou a presidência da Americanas (AMER3) com a descoberta do rombo contábil, anunciou a renúncia ao cargo no Santander na última sexta-feira (20), após o fechamento dos mercados.

MAGAZINE LUIZA (MGLU3) E VIA (VIIA3) AVANÇAM

A exclusão das ações da Americanas (AMER3) na carteira do Ibovespa beneficia os principais pares - e concorrentes - do setor de varejo.

Magazine Luiza (MGLU3) e Via Varejo (VIIA3) sobem 3,67% e 4,85%, respectivamente, no início do pregão.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu a sessão em alta de 0,35%, aos 112.427 pontos, em dia de menor liquidez com os mercados da China fechados por feriado e volatilidade dos índices futuros americanos.

Os investidores também repercutem as projeções de avanço da inflação, medida pelo IPCA, divulgadas no Boletim Focus desta semana. O mercado elevou as estimativas para este ano e 2024, o que limita os ganhos do Ibovespa no início do pregão. \

ADRS DE VALE E PETROBRAS EM NOVA YORK

A volatilidades dos índices futuros de Nova York refletem nos recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras no pré-mercado.

Sem negociações do minério de ferro, os papéis de Vale caem 0,11%, a US$ 18,10. Já os ADRs de Petrobras avançam 0,26%, a US$ 11,49, acompanhando a alta de mais de 1% do petróleo no mercado internacional.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

SURREAL, O REAL DO SUL

Embora a maioria dos mercados asiáticos esteja fechada para as comemorações do Ano Novo Lunar chinês, as praças que permaneceram abertas, como a japonesa e a indiana, encerram as negociações em alta nesta segunda-feira, acompanhando as movimentações dos mercados globais na sexta-feira. Como não poderia deixar de ser, o otimismo sobre a economia chinesa após a reabertura também ajudou.

Os mercados europeus e os futuros americanos dão continuidade ao bom humor da semana passada, começando a semana em alta.

Os próximos dias serão importantes, com a temporada de resultados ganhando corpo e várias autoridades monetárias falando sobre as perspectivas futuras para os juros, os quais devem permanecer em patamares elevados por mais tempo. No Brasil, os ruídos envolvendo o CMN continuam.

A ver…

00:29 — Alckmin, o presidente em exercício

Por aqui, Lula viaja para o exterior para seus primeiros encontros formais com as lideranças mundiais, deixando a presidência nas mãos de Alckmin até sua volta (ufa).

O mercado ainda repercute a possibilidade de intervenção do Executivo nas decisões do Conselho Monetário Nacional (CMN), que terá seu primeiro encontro no governo Lula nesta quinta-feira (26), com a participação de Simone Tebet, Fernando Haddad e Roberto Campos Neto. Fora isso, ganhou os holofotes no final de semana os estudos de uma criação de moeda entre Brasil e Argentina, destino da viagem do presidente.

Mas é isso mesmo? A bobagem da criação de uma ideia entre os países não é nova, tendo sido defendida no passado pelo próprio Paulo Guedes (ainda bem que, como muitos outros projetos do ex-ministro, esse também não foi pra frente). O problema foi que agora o tema ganhou relevância por conta de uma matéria repleta de erros do Financial Times. Vamos lá.

Em primeiro lugar, não há qualquer "início de preparação", mas, sim, início de estudos para a viabilidade. Em segundo lugar, a estratégia não seria a adoção de uma moeda única latino-americana, nos moldes do euro (levou 35 anos para sair do papel), mas uma moeda virtual para ser usada bilateralmente em transações financeiras e comerciais (a fraqueza e volatilidade do peso tornam problemáticas as trocas comerciais).

Além disso, é difícil ver viabilidade política do tema (não é prioridade e não há apoio). Não há concordância dentro do governo sobre o tema, quanto mais no Congresso que assumirá em fevereiro, como uma ala direitista mais forte.

Por fim, a retórica parece que só se tornou mais evidente porque as fontes do governo argentino usaram a bandeira para fins eleitorais (há eleição presidencial neste ano).

Ou seja, fiquem tranquilos, uma aberração como essa dificilmente seria concluída. Pelo menos ficamos com boas piadas sobre o nome da moeda: gosto de Surreal, o Real do Sul.

01:44 — Os resultados americanos

Os investidores estão cada vez mais cautelosos com uma possível recessão nos EUA este ano, à medida que o país enfrenta um forte aumento nas taxas de juros. Com isso, espera-se que os resultados corporativos lancem mais luz sobre essa tendência. Até agora, a maior parte dos ganhos vieram dos grandes bancos. Os líderes dessas empresas financeiras têm sido cautelosos em suas falas.

Mais empresas de primeira linha divulgarão os resultados do quarto trimestre esta semana, podendo fornecer orientações sobre o primeiro trimestre de 2023 e além. Os titãs da tecnologia ocupam o centro do palco, com nomes como Tesla, Microsoft, Texas Instruments, Intel e IBM. Essas empresas de tecnologia, em especial as FAANGs, foram as líderes do mercado na última década. Agora o jogo parece estar mudando.

Outros nomes da semana são Verizon, Johnson & Johnson, Travelers, 3M, Boeing, Dow, Visa, Chevron e American Express. Adicionalmente, outro foco desta semana está nos dados do PIB dos EUA do quarto trimestre, que serão divulgados na quinta-feira. Espera-se que a leitura mostre que o crescimento no final de 2022, podendo estabelecer um precedente fraco para 2023.

02:29 — O teto da dívida

Ainda nos EUA, a histórica batalha recente para eleger o deputado republicano Kevin McCarthy como presidente da Câmara foi um sinal de que este 118º Congresso será desafiador; afinal, eleger um presidente da Câmara em apenas uma votação tem sido quase uma regra desde a Guerra Civil Americana.

O problema principal de 2023 muito provavelmente será aumentar o teto da dívida. Se trata de um limite de quanto o governo dos EUA pode tomar emprestado para pagar suas contas. E como o governo incorre em déficits orçamentários, ele precisa regularmente tomar mais dinheiro emprestado para evitar a inadimplência do crédito, o que seria um cenário desastroso.

Se um calote potencial se materializar devido à paralisia do Congresso, isso poderia causar uma cratera nos mercados globais e mergulhar os EUA em uma recessão. Em 2021, o Congresso elevou o teto da dívida em US$ 2,5 trilhões, mas isso só nos levará até agosto, quando os legisladores precisarão elevar o teto novamente para evitar um calote.

O problema? A pequena facção de republicanos linha-dura que impediu a eleição de McCarthy como presidente poderia, na verdade, manter o teto da dívida “refém” ao obter suas demandas – especificamente, cortes de gastos.

03:16 — A fala de Lagarde

A presidenta do BCE, Christine Lagarde, falará ao mercado algumas vezes durante a semana. Começamos hoje na Alemanha, teremos amanhã na Croácia e na sexta-feira em território alemão novamente. Provavelmente, assim como tem feito em outras oportunidades, a autoridade deve indicar que não pretende afrouxar o ritmo de aperto monetário verificado até aqui.

Os dados de inflação de preços ao consumidor de dezembro de 2022 na área do euro e nos EUA foram moderados, já que as mudanças nos preços das commodities tornaram-se menos significativas. Para 2023, os investidores de inflação precisam começar a observar a importância relativa de diferentes partes da cesta de inflação, que muda a cada ano. As mudanças de 2023 podem empurrar a inflação para baixo.

Por causa da invasão da Ucrânia pela Rússia, os europeus gastaram mais dinheiro em energia em 2022. Isso significa que o peso aplicado aos preços da energia aumentará em 2023, justamente quando o preço da energia está crescendo mais lentamente do que a inflação plena.

Nos Estados Unidos, os consumidores se entregaram a uma orgia de gastos com bens duráveis, o que aumentará significativamente a importância dos bens duráveis no cálculo da inflação em 2023 – justamente quando as mudanças nos preços dos bens duráveis se tornaram negativas. Ou seja, os índices de inflação passarão a dar mais ênfase aos preços que estão enfraquecendo.

04:10 — Feriadão

A maioria dos mercados asiáticos estava fechada para o feriado do Ano Novo Lunar. Ainda assim, os investidores estão apostando que a economia chinesa será substancialmente impulsionada pelo feriado de uma semana, especialmente depois que o país suspendeu a maioria das restrições anti-COVID e reabriu suas fronteiras.

O aumento das viagens sugere um nível de medo reduzido, o que é importante para a economia. Uma recuperação econômica chinesa é um bom presságio para os mercados asiáticos, uma vez que a maioria das economias regionais depende fortemente do país como destino comercial.

O impacto global da reabertura econômica da China provavelmente só será visível após o feriadão. Os focos são a intensidade do crescimento das commodities (infraestrutura ou consumo), padrões de gastos da classe média e o ressurgimento do turismo (o governo pode, em vez disso, encorajar os gastos domésticos).

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Com o avanço do dólar e maior cautela dos investidores locais, com a reunião do presidente Lula e da equipe econômica com o Conselho Monetário Nacional (CMN) no radar, os juros futuros (DIs) começaram as negociações com viés de alta. Confira:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2413,56%13,54%
DI Jan/2512,84%12,83%
DI Jan/2612,83%12,81%
DI Jan/2712,88%12,85%

Ibovespa futuro inverte sinal e cai 0,12%, aos 112.820 pontos.

COMMODITIES EM ALTA

Sem negociações do minério de ferro, em razão de feriado do Ano Novo chinês, o mercado das commodities operam com menor liquidez nesta segunda-feira. Os investidores operam com base das operações da commodity em Cingapura.

Por lá, o minério de ferro opera em alta de 0,23%, próximo da estabilidade, com a tonelada cotada a US$ 125,65.

O petróleo tipo Brent sobe 0,73%, com o barril a US$ 88,27.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,07%, aos 113.050 pontos. Por sua vez, o dólar à vista começa o dia em alta de 0,14%, cotado a R$ 5,2150.

BOLETIM FOCUS SEMANAL

Confira o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (23) com as projeções do mercado para indicadores da economia local:

Inflação

  • IPCA/23: de 5,39% a 5,48% (↑)
  • IPCA/24: de 3,70% a 3,84% (↑)

Atividade econômica

  • PIB/23: de 0,77% para 0,79% (↑)
  • PIB/24: permanece em 1,50% (=)

Dólar

  • Câmbio/23: permanece R$ 5,28 (=)
  • Câmbio/24: permanece R$ 5,30 (=)

Juros

  • Selic/23: de 12,25% para 12,50% (↑)
  • Selic/24: de 9,25% para 9,50% (↑)
DAY TRADE NA B3

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis de Arezzo (ARZZ3).

ARZZ3: [Entrada] R$ 82.35; [Alvo parcial] R$ 84.82; [Alvo] R$ 88.53; [Stop] R$ 78.23

Recomendo a entrada na operação em R$ 82.35, um alvo parcial em R$ 84.82 e o alvo principal em R$ 88.53, objetivando ganhos de 7.5%.

O stop deve ser colocado em R$ 78.23, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

‘JAMAIS TIVEMOS CONHECIMENTO DO ROMBO DA AMERICANAS’, DIZ GRUPO 3G

Após 11 dias do fato relevante que derrubou as ações da Americanas (AMER3), resultou nas renúncias do presidente da companhia Sergio Rial e do diretor financeiro André Covre e colocou em xeque as operações "risco sacado" do setor varejista, os três maiores acionistas falaram pela primeira vez sobre o rombo na ordem de R$ 20 bilhões.

Em comunicado, divulgado há pouco, Jorge Paulo Lemann, Marcell Telles e Carlos Alberto Sicupira afirmaram que "jamais tiveram conhecimento" da inconsistência contábil.

Além disso, os três bilionários também garantiram que a empresa tem sido gerida, nos últimos 20 anos, por "executivos considerados qualificados e de reputação ilibada".

Portanto, assim como todos os demais acionistas, credores, clientes e empregados da companhia, acreditávamos firmemente que tudo estava absolutamente correto.

Por fim, os três acionistas mencionaram que a consultoria PwC e as instituições financeiras, com as quais a Americanas (AMER3) mantinha operações, denunciaram "qualquer irregularidade" nas contas da varejista.

Leia mais.

REUNIÃO DO CMN TERÁ PRESENÇA DE TEBET E HADDAD

O Conselho Monetário Nacional (CMN) terá a primeira reunião sob o governo Lula na quinta-feira (26).

Participarão os ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Simone Tebet, do Planejamento, juntamente com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

O time de peso não afasta algumas preocupações do mercado. Entre elas, o recente ataque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à autonomia do Banco Central e às metas da inflação.

Além disso, Campos Neto está de saída do BC, com seu mandato tendo fim em 2024. Seu substituto ainda não foi escolhido, ou seja, dá margem para o governo procurar um nome que pode não agradar ao mercado.

Segundo integrantes do mercado, o xadrez para decidir as novas metas de inflação colocam Lula e Haddad no lado oposto do tabuleiro, onde está Campos Neto. Tebet permanece como uma incógnita nesse cenário.

Assim, a reunião do CMN ganha mais importância nesta semana.

AGENDA DA SEMANA

Segunda-feira (23)

OndeAgenda econômicaPeríodoHorário
ChinaMercados fechados (ano novo chinês)----
BrasilBoletim Focus--8h30
Zona do euroDiscurso de Christine Lagarde--14h45
Fonte: Investing.com

Terça-feira (24)

OndeAgenda econômicaPeríodoHorário
ChinaMercados fechados (ano novo chinês)----
BrasilIPC-FipeJaneiro5h
Zona do euroPMI industrial e de serviçosJaneiro6h
Reino UnidoPMI industrial e de serviçosJaneiro6h30
BrasilIPCA-15Janeiro9h
EUAPMI industrial e de serviçosJaneiro11h45
Fonte: Investing.com
  • Balanços nos EUA: GE e J&J (antes da abertura); Microsoft (depois do fechamento)

Quarta-feira (25)

OndeAgenda econômicaPeríodoHorário
ChinaMercados fechados (ano novo chinês)----
BrasilConfiança do consumidorJaneiro8h
EUAEstoques de petróleo bruto na semana--12h30
Fonte: Investing.com
  • Balanços nos EUA: AT&T e Boeing (antes da abertura); IBM e Tesla (depois do fechamento)

Quinta-feira (26)

OndeAgenda econômicaPeríodoHorário
ChinaMercados fechados (ano novo chinês)----
EUAEncomendas de bens duráveisDezembro10h30
EUAPIB4T2210h30
EUANovos pedidos de seguro-desemprego na semana--10h30
EUAVendas de novos imóveis residenciaisDezembro12h
Fonte: Investing.com
  • Balanços no Brasil: Cielo (depois do fechamento)
  • Balanços nos EUA: Intel (depois do fechamento)

Sexta-feira (27)

OndeAgenda econômicaPeríodoHorário
ChinaMercados fechados (ano novo chinês)----
EUA Inflação (PCE)Dezembro10h30
EUAVendas pendentes de imóveis residenciaisDezembro12h
Fonte: Investing.com
  • Balanços nos EUA: Chevron (antes da abertura)
FUTUROS DE NOVA YORK OSCILAM HOJE

Os índices futuros de Nova York oscilam perto da estabilidade na manhã desta segunda-feira.

Os investidores avaliam as condições de mercado depois do rali deflagrado por empresas de tecnologia na última sexta-feira.

A agenda dos EUA está vazia hoje, mas os próximos dias trarão o Produto Interno Bruto (PIB) referente ao quarto trimestre de 2022, assim como balanços trimestrais de empresas como Boeing, General Eletric, Microsoft e Intel.

Confira:

  • S&P 500 Futuro: -0,07%
  • Dow Jones Futuro: +0,02%
  • Nasdaq Futuro: -0,05%
BOLSAS EUROPEIAS TENTAM EMPLACAR ALTA NA ABERTURA

As principais bolsas de valores da Europa tentam sustentar a alta da abertura.

Os mercados da região acompanham os fortes ganhos registrados na última sexta-feira em Nova York. Ao mesmo tempo, um certo ajuste dos investidores limita a alta.

Isso porque participantes do mercado estão à espera de novos dados de confiança do consumidor da zona do euro e de um discurso da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.

Confira:

  • Frankfurt: -0,03%;
  • Londres: +0,10%;
  • Paris: -0,05%:
  • Euro Stoxx 50: +0,10%
BOLSA  DE TÓQUIO FECHA EM ALTA SEM CHINA PARA SUSTENTAR

A bolsa de valores de Tóquio fechou em alta de 1,33% nesta segunda-feira.

O resultado do dia foi impulsionado pelos setores de eletrônicos e tecnologia. O mercado japonês de ações foi o único entre os mais relevantes da Ásia a abrir hoje. As bolsas de Xangai, Seul, Hong Kong e Taiwan ficaram fechadas por causa do feriado de ano-novo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar