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Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Warren Buffett é, obviamente, alguém muito difícil de substituir. Foi isso que Greg Abel, CEO da Berkshire Hathaway desde o início do ano, afirmou na página inicial da tradicional carta anual da empresa. Produzido pela primeira vez por Abel, o documento publicado no fim de semana reforçou o legado do Oráculo de Omaha e destacou quatro ações que podem ficar para sempre no portfólio da companhia.
A carteira de ações da Berkshire Hathaway tem aproximadamente US$ 300 bilhões em ativos — equivalente a cerca de R$ 1,5 trilhão na cotação atual — e sempre serviu como um guia para investidores saberem onde o megainvestidor Buffett estava mirando.
O atual CEO destaca que a Berkshire continuará com os mesmos princípios: modelo descentralizado, integridade, força financeira, disciplina de capital, gestão de riscos e excelência operacional.
Além disso, Abel ressaltou a participação em quatro investimentos já de longa data no portfólio da holding. O executivo afirmou que a Apple, American Express, Coca-Cola e Moody’s continuam como as favoritas:
Segundo ele, a maior parte do portfólio está concentrada em um pequeno grupo de empresas norte-americanas. “São negócios que entendemos profundamente, admiramos a liderança e acreditamos que devem compor valor por décadas.”
Na carta, o CEO explica que a concentração nessas empresas continuará e que os ajustes devem ser pontuais, “embora possam alterar significativamente uma participação se observarmos mudanças fundamentais em suas perspectivas econômicas de longo prazo”.
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| Empresa | Ação | Percentual que a Berkshire detém da companhia |
|---|---|---|
| Apple | AAPL | 1,6% |
| American Express | AXP | 22,1% |
| Coca-Cola | KO | 9,3% |
| Moody’s | MCO | 13,9% |
A American Express e Coca-Cola compõem o portfólio há quase 40 anos. Já a Moody’s está na carteira desde 2000, enquanto a Apple é a aquisição mais recente da carteira, presente há uma década.
Desde o início da participação nessas ações, a Berkshire já capturou retornos expressivos, com destaque para a American Express, que valorizou mais de 6.000% no período.
A carta anual também destaca os investimentos da empresa no Japão. De acordo com Abel, os ativos japoneses são “comparáveis às principais participações nos EUA em termos de importância e oportunidade de criação de valor a longo prazo”.
Os nomes que compõem o portfólio são Mitsubishi, ITOCHU, Mitsui & Co, Marubeni e Sumitomo:
| Empresa | Ação | Percentual que a Berkshire detém da companhia |
|---|---|---|
| Mitsubishi | 8058 | 10,8% |
| ITOCHU | 8001 | 10,1% |
| Mitsui & Co | 8031 | 10,4% |
| Marubeni | 8002 | 9,8% |
| Sumitomo | 8053 | 9,7% |
Somando as posições nas empresas japonesas e nas quatro favoritas dos Estados Unidos, o valor de mercado chega a US$ 194 bilhões, quase dois terços do portfólio de ações da Berkshire Hathaway, de US$ 297,8 bilhões.
Ao longo de 2025, essas companhias geraram dividendos de US$ 2,5 bilhões para a holding.
Abel afirma que a holding também tem posições significativas em poucas outras empresas, mas as alterações na alocação desses ativos têm sido mais frequentes. Ele não descarta a possibilidade de esses ativos serem mais relevantes dentro da companhia ao longo do tempo.
Buffett ainda atua na Berkshire Hathaway, apesar de ter se aposentado no cargo de CEO. O megainvestidor, hoje com 95 anos, ficou à frente da holding por seis décadas e continua como membro do Conselho da companhia.
Em carta, Abel explica que Buffett permanece como acionista da Berkshire e frequenta o escritório cinco dias por semana, “disponível enquanto subscrevemos seguros, operamos negócios não relacionados a seguros e alocamos capital, incluindo investimentos em ações”.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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