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O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
De olho na privatização da Copasa (CSMG3), as ações da companhia mais que dobraram de preço em um ano. No entanto, isso é motivo de atenção para quem busca entrar no papel.
O BB Investimentos elevou a recomendação para a companhia de saneamento de Minas Gerais de venda para neutra, enquanto o o mercado aguarda pela privatização.
O banco manteve o preço-alvo em R$ 32,30 à espera de “informações necessárias para a correta precificação”. A projeção é de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento.
A avaliação é feita em um momento em que o papel acumula valorização de mais de 140% no último ano. Para o BB Investimentos, a ação da companhia tem sido mais impactada pela espera da desestatização do que pelo desempenho operacional e financeiro da empresa.
No relatório, o BB Investimemtos ressaltou que o preço-alvo de agora ainda não contempla o sucesso na execução da oferta e consequente desestatização com possíveis prorrogações das concessões atuais, mas foi estimado o potencial valor das ações em caso de concretização da operação.
“No melhor cenário, que contempla a unificação dos vencimentos de todos os contratos para 2073, data de vencimento do atual contrato mais longo, e ganhos de eficiência que elevariam a margem Ebitda para patamar acima dos 50% a partir de 2030, o preço-alvo das ações chegaria a R$ 92, sem considerar pagamento de outorga para a prorrogação das concessões”, observou a casa.
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Caso haja outorga, esse preço-alvo seria reduzido em R$ 3,00 para cada R$ 1 bilhão de outorga.
Há cerca de uma semana, a companhia divulgou quais serão os bancos responsáveis por estruturar sua oferta de ações, que levaria à desestatização.
As instituições financeiras selecionadas foram o Banco BTG Pactual, como coordenador-líder, além do Itaú BBA, o Bank of America, o Citigroup e o UBS BB Corretora.
A expectativa é de que a desestatização seja concluída ainda no primeiro semestre de 2026, conforme informou a presidente da companhia, Marília Carvalho de Melo.
O BB Investimentos citou avanços no processo, com a Reforma do Estatuto aprovada pelo Conselho de Administração incorporando adequações necessárias para a privatização previstas na lei que a aprovou, bem como a criação de golden share, submetida à Assembleia de Acionistas.
No quarto trimestre de 2025 (4T25), a companhia reportou lucro líquido de R$ 337 milhões, uma alta de 23,9% frente ao mesmo período do ano anterior.
O setor de saneamento está prestes a ficar mais movimentado na bolsa. Além da oferta secundária da Copasa, a Aegea também está com plano de abertura de capital.
Recentemente, ela protocolou junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o pedido para migrar da categoria B para a categoria A. Na prática, essa mudança abre caminho para que a companhia possa negociar ações na B3 e avaliar uma oferta pública inicial.
A empresa também garantiu um cheque polpudo para sua expansão. A Itaúsa (ITSA4) e o fundo soberano de Cingapura (GIC) aumentaram a aposta na empresa de saneamento com compras de participação. Somados, os aportes garantem à Aegea um reforço de R$ 1,2 bilhão no caixa.
Com Money Times
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