O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Assim como ó gosto duvidoso em sequências de filmes, a história da China contra o bitcoin não anima mais os fãs
Os críticos de cinema costumam ser avessos a sequências. É assim com Rocky, Velozes e Furiosos, Transformers e outras franquias que acharam a fórmula mágica da audiência. O clássico “China contra o bitcoin” também é um velho conhecido do mundo das criptomoedas, mas esse roteiro está batido.
O avanço regulatório do gigante asiático contra a principal criptomoeda do mercado agora já não anima mais os fãs. Durante poucos dias, o preço do bitcoin (BTC) ficou pressionado, mas já voltou a avançar 0,16% na manhã desta segunda-feira (27), cotado a US$ 43.494,64 (R$ 231.477,60).
Com isso, o mercado de criptomoedas como um todo tenta se recuperar. Confira:
Antes de continuar, um convite: explicamos no nosso perfil do Instagram uma revolução no mundo das criptos no Brasil. Agora é possível comprar bitcoin e ethereum diretamente por um banco digital, sem precisar de exchange.
Confira abaixo e aproveite para nos seguir no Instagram (basta clicar aqui). Lá entregamos aos leitores análises de investimentos, notícias relevantes para o seu patrimônio, oportunidades de compra na bolsa, insights sobre carreira, empreendedorismo e muito mais.
Leia Também
Mike McGlone, estrategista sênior de commodities da Bloomberg Intelligence, está otimista com o mercado de criptomoedas e criptoativos. Ele ficou conhecido em abril deste ano, antes do boom do mercado em março, por prever que o bitcoin chegaria a US$ 400 mil ainda este ano.
Após as idas e vindas do mercado de criptomoedas neste ano, McGlone ajustou suas expectativas para o bitcoin este ano. Na nova previsão, a principal moeda digital do mundo deve atingir os US$ 100 mil, mas com algumas condições.
Para ele, a aprovação de fundos de índice (ETF, em inglês) em criptomoedas no mercado norte-americano é essencial para impulsionar o mercado. A expectativa é de que a SEC, a CVM americana, aprove novos ETFs em cripto ainda no mês de outubro.
“Atualmente, existem mais de 30 [ETFs em bitcoin] e o dinheiro está saindo dos Estados Unidos — via Cathie Wood e Ark — para o Canadá, a pressão é relativamente alta para os órgãos reguladores dos EUA”, afirma ele.
O Brasil é um dos países que mais possui ETFs em criptomoeda, juntamente com o Canada. Após a abertura do mercado, os ETFs da bolsa brasileira operavam da seguinte forma:
| Ticker | Gestora | Preço | Variação |
| HASH11 | Hashdex | R$ 42,80 | 3,01% |
| ETHE11 | Hashdex | R$ 47,05 | 0,01% |
| BITH11 | Hashdex | R$ 56,26 | 3,34% |
| QBTC11 | QR Capital | R$ 14,87 | 3,41% |
| QETH11 | QR Capital | R$ 11,50 | 4,22% |
Não deixe de conferir também o nosso Papo Cripto, onde eu converso com os principais analistas do mercado de criptomoedas. O CFO da Ripio, Bernardo Teixeira, é o nosso convidado desta semana:
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais