🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

o que mexe com os mercados hoje?

Agenda econômica doméstica recalibra apostas do mercado

Na ressaca da assinatura do acordo comercial sino-americano, a prévia do PIB deve ditar o tom dos negócios no Brasil

Imagem: Shutterstock

Após a decepção com os resultados da indústria, do varejo, dos serviços de novembro e a aceleração da inflação no fim do ano passado, o dia hoje reserva mais um indicador de atividade importante para ser digerido pelos investidores. É o IBC-Br de novembro, considerado a 'prévia' do PIB.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expectativa dos analistas é que o indicador do BC também venha abaixo do esperado. Os recentes números negativos colocam em dúvida a intensidade da retomada do crescimento econômico neste início de ano e minam o otimismo que vinha sendo desenhado.

Ontem, o Ibovespa regiu mal aos dados das vendas no varejo de novembro e encerrou a sessão com queda de 1,04%, aos 116.414,35. E as ações das varejistas também apanharam.

Com a dificuldade da atividade doméstica ganhar tração, as apostas por novos cortes na Selic voltaram a ganhar força. Dessa forma, o dólar também não foi perdoado e terminou o dia com uma alta de 1,30%, a R$ 4,1843.

Enquanto o mercado especula sobre qual pode ser a nova mínima histórica da Selic, Campos Neto voltou a falar em 'cautela na condução da política monetária' em evento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enfim, assinado!

O tão esperado dia da assinatura do acordo comercial entre Estados Unidos e China finalmente chegou e as potenciais assinaram ontem um documento preliminar. Mas, as incertezas em torno das cláusulas estabelecidas e a manutenção das tarifas já existentes deixa o mercado de sobreaviso.

Leia Também

FIM DA GUERRA?

Petróleo fecha em queda de mais de 7% com expectativa de acordo para encerrar guerra no Oriente Médio

TOUROS E URSOS

Como será o amanhã? As perspectivas para seus investimentos após a eleição e a sangria dos mercados

O acordo prevê compras de US$ 200 bilhões em diversos serviços e produtos, incluindo agrícolas, em um período de dois anos pelos chineses. Além disso, a China deve investir US$ 75 bilhões na indústria americana e aumentar sua compra de energia dos EUA para US$ 50 bilhões.

Segundo o governo Trump, a segunda fase das negociações já está em andamento, mas não espere um novo acordo por agora. A previsão é que o novo pacto só seja finalizado em novembro, após as eleições presidenciais americana. As tarifas atuais só serão retiradas após a finalização da fase dois.

Caso algum termo for descumprido, as tarifas comerciais podem voltar a crescer. E com temas sensíveis deixados de lado, a nuvem de apreensão que ronda os mercados globais não será deixada de lado com o acordo atual, frustrando as expectativas dos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o mercado?

Na ressaca da assinatura, as bolsas asiáticas tiveram uma sessão sem direção única. Agora as atenções se voltam ao Produto Interno Bruto da China e indicadores de produção industrial que serão divulgados às 23h.

A formalização do acordo não chegou a dar um fôlego extra aos índices americanos, mas todos fecharam no positivo e próximos de seus recordes históricos, com o Dow Jones alcançando uma nova máxima. Hoje, os índices futuros avançam em Wall Street.

Na Europa, a abertura também reflete uma reação contida e a maior parte das sessões abrem no vermelho.

A demora para o estabelecimento de um acordo final e a manutenção das tarifas impostas anteriormente pesaram na cotação do petróleo. O Brent para março teve queda de 0,76%, a US$ 64,00, enquanto o WTI para fevereiro caiu 0,72%, cotado a US$ 57,81.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais agenda

Além dos dados da agenda doméstica e do PIB chinês, que ficam em destaque, também é dia de conhecer os números das vendas do varejo americano em dezembro, os pedidos de auxílio-desemprego e o índice de atividade regional do Fed. Além disso, o dia nos EUA também reserva o balanço do Morgan Stanley.

Fique atento

  • Cade e ANS aprovaram a compra da Clinipam realizada pela Notre Dame Intermédica
  • Marfrig irá fechar o seu centro de distribuição de Santo André (SP) e concentrar na filial de Itupeva.
  • Petrobras iniciou processo de venda das concessões de Golfinho e Camarupim, na Bacia do Espírito Santo.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem traz a palavra Ibovespa em dourado, com tinta vermelha escorrendo pelas letras. Ao fundo, um gráfico em vermelho e azul 30 de outubro de 2026 - 18:23
coca-cola 30 de outubro de 2026 - 11:52
Montagem com Baianinho, mascote da Casas Bahia (BHIA3) 30 de outubro de 2026 - 10:19
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 27 de outubro de 2026 - 16:08
Bolsa não para de cair 26 de outubro de 2026 - 18:15
Ibovespa, bolsa, dólar 26 de outubro de 2026 - 12:29
Touro da B3 triste 26 de outubro de 2026 - 12:10
26 de outubro de 2026 - 10:48
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 25 de outubro de 2026 - 22:48
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar