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Setor de serviços cai 0,1% em novembro, mas ainda avança 1,8% em 12 meses

Trata-se da primeira queda mensal depois de dois meses de alta, mas para o IBGE, desempenho anual do setor ainda é positivo.

14 de janeiro de 2020
10:22 - atualizado às 11:04
serviços tecnologia
Imagem: Shutterstock

O volume do setor de serviços caiu 0,1% em novembro, na comparação com outubro, segundo divulgou nesta terça-feira (14) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a primeira queda depois de dois meses de alta, mas representa um avanço de 1,8% em relação a novembro de 2018.

Para o gerente da pesquisa do IBGE, Rodrigo Lobo, a leitura do mês mostra um saldo positivo para o setor no ano. “É uma acomodação dos últimos dois resultados", diz.

Em setembro a alta foi de 1,5% e outubro o avanço foi de 0,8%, acumulando 2,2% no período. "Se analisamos de julho a novembro, o volume de serviços cresceu 2,9%", explica Lobo. Ele lembra que o volume ainda está 9,8% abaixo do recorde alcançado em novembro de 2014.

De outubro para novembro, houve quedas em três das cinco atividades: transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,7%), informação e comunicação (-0,4%) e serviços prestados às famílias (-1,5%).

Segundo o IBGE, a perda de fôlego é explicada pelo recuo no setor de transportes, pressionado, principalmente, pelo transporte rodoviário de cargas, que é ligado à indústria.

“Tivemos um recuo também dos serviços de informação e comunicação, em decorrência da diminuição de serviços na tecnologia da informação e da exibição cinematográfica", diz Lobo, do IBGE.

Avanço de 0,9% no ano

No índice acumulado de janeiro a novembro de 2019, frente a igual período de 2018, o setor avançou 0,9%, com expansão em quatro das cinco atividades: informação e comunicação (3,3%), outros (5,2%), serviços prestados às famílias (3,3%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (0,5%).

A única influência negativa do acumulado de janeiro a novembro de 2019 ficou com o segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,6%).

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