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Segundo os analistas, o FII protege o capital em momentos de estresse, mas também consegue capturar ganhos em ciclos favoráveis

Quem investe em fundos imobiliários está sempre caçando dois tipos de oportunidade: dividendos elevados e ganho de capital. Foram justamente esses fatores que chamaram a atenção dos analistas do BB Investimentos para o BTG Pactual Real Estate Hedge Fund (BTHF11).
Em relatório publicado nesta sexta-feira (22), o BB-I avalia o FII como "uma alternativa interessante para investidores que buscam renda e ganho de capital, especialmente aqueles com maior apetite a risco".
Segundo os analistas, o BTHF11 protege o capital dos investidores em momentos de estresse, mas também consegue capturar oportunidades em ciclos favoráveis por conta da estratégia de alocação em renda fixa e ativos imobiliários de renda variável, como cotas de outros FIIs e ações.
Além disso, o BB-I destaca que o BTHF11 é o segundo maior fundo imobiliário do segmento de multiestratégia e possui boa liquidez.
Os analistas ainda indicam como um dos principais pontos fortes do FII o dividend yield (taxa de retorno de dividendos), que, de acordo com eles, é atrativo em relação aos pares e também em relação ao CDI. Confira a seguir a performance do BTHF11 nos últimos 12 meses:

Há ainda uma oportunidade para quem quer colocar o BTHF11 na carteira. Segundo o BB-I, o FII apresenta um desconto de 8% em relação ao valor patrimonial.
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Atualmente, o fundo possui cerca de R$ 2 bilhões de patrimônio líquido e representa aproximadamente 1,2% do IFIX, índice de referência dos FIIs. Porém, a história do BTHF11 nem sempre foi de sucesso.
A primeira oferta ocorreu no início de 2023, com captação de R$ 360 milhões. Porém, a consolidação mesmo veio só no segundo semestre de 2024, após a integralização dos ativos do então BTG Pactual Fundo de Fundos (BCFF11), que, na época, era o maior FoF (fundo de fundos) da indústria.
Após receber os ativos do BCFF, o BTHF11 iniciou um processo de reciclagem, que fortaleceu a distribuição de dividendos e, ao mesmo tempo, gerou caixa.
Com isso, o FII passou a ter fôlego para ganhar escala e fazer alocação em ativos com maior assimetria, tanto em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) quanto em cotas de outros fundos imobiliários.
Vale lembrar que, ao final de 2024, o mercado de FIIs viveu uma verdadeira sangria, passando a negociar bons ativos com descontos relevantes, o que favorecia novas alocações.
Nesse cenário, o BTHF11 construiu um portfólio que, atualmente, possui pouco mais da metade (54,7%) dos recursos alocados em cotas de FIIs, sendo 62% em fundos de tijolo e 38% em papel.
Na avaliação dos analistas do BB Investimentos, essa combinação é mais favorável para capturar ganhos em ciclos de queda de juros.
Entre as principais posições do fundo hoje, os destaques são:
O fundo também possui exposição a 41 CRIs, que representam 18,2% do patrimônio líquido. A carteira de crédito é 60% composta por ativos indexados ao IPCA, com retorno médio de 10,4% acima da inflação (IPCA+10,4%) e 38% composta por ativos indexados ao CDI, com retorno médio de 3,8% acima da taxa de juros em (CDI+3,6%).
Segundo o BB-I, a posição de títulos de renda fixa do BTHF11 indica um risco moderado, além de que boa parte das operações conta com garantias.
Apesar da avaliação positiva para o FII, os analistas destacam que o fato de o BTHF11 ser relativamente novo adiciona uma camada de risco à tese.
Além disso, o fundo possui alocação relevante em outros FIIs da própria gestora, ou seja, do BTG Pactual. Segundo o BB-I, essa característica pode ser considerada como um conflito de interesses.
Os analistas ainda indicam que as operações de crédito do BTHF11 são consideradas mais arriscadas, o que tende a elevar o risco de crédito com abertura da curva de juros, ou seja, com a perspectiva de que as taxas fiquem mais elevadas no longo prazo.
O BB Investimentos também avalia que o resultado do FII depende da gestão ativa, que apresenta uma maior dificuldade em cenário de juros elevados, como o que vemos atualmente.
Vale lembrar que, apesar de o Comitê de Política Monetária (Copom) ter reduzido a Selic para 14,50% ao ano, a perspectiva é que o ciclo de cortes seja mais longo, mantendo a taxa básica de juros em níveis mais altos por mais tempo.
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