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NO RITMO DO PETRÓLEO

O sinal vindo do Oriente Médio que fez Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) liderarem as perdas no Ibovespa

Mercado reage à retomada parcial da navegação no Estreito de Ormuz e a possíveis avanços em acordo entre EUA e Irã

Imagem gerada por inteligência artificial representando a relação da guerra no Irã com o petróleo e a Petrobras
Petroleiras recuam na esteira da queda dos preços do petróleo - Imagem: ChatGPT

As ações da Petrobras (PETR4) e da Prio (PRIO3) operavam entre as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (20), em um movimento que contrasta com o forte avanço do principal índice da bolsa brasileira.

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Enquanto o Ibovespa subia mais de 2%, embalado pelo otimismo nos mercados globais, as petroleiras sofriam com a queda do petróleo no exterior após sinais de alívio no Oriente Médio.

Por volta das 15h40 (horário de Brasília), a PETR4 caía 3,12% (R$ 44,66), a PETR3 perdia 3,41% (R$ 49,91) e a PRIO3 recuava 1,18% (R$ 68,50).

O que derruba Petrobras e Prio hoje

A pressão sobre as ações do setor acompanha a forte correção do petróleo Brent no mercado internacional.

Os contratos futuros da commodity para julho caíam 6,55%, a US$ 104,76 o barril, por volta das 15h55 (de Brasília), ampliando as perdas após o Irã anunciar uma reabertura parcial do Estreito de Ormuz para a passagem de navios comerciais.

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Segundo a Guarda Revolucionária do Irã, 26 embarcações, incluindo petroleiros e navios porta-contêineres, cruzaram a hidrovia nas últimas 24 horas em coordenação com as autoridades iranianas.

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A sinalização de retomada, ainda que parcial, do fluxo marítimo reduziu parte dos temores sobre uma interrupção prolongada da oferta global de petróleo, cenário que vinha sustentando a disparada recente dos preços da commodity.

Dados de navegação da LSEG e da Kpler mostram que três superpetroleiros cruzaram o Estreito de Ormuz nesta quarta-feira transportando cerca de 6 milhões de barris de petróleo destinados aos mercados asiáticos, após mais de dois meses de espera no Golfo Pérsico. Outro navio também ingressava na rota.

Os navios fazem parte de um grupo de embarcações que deixou o Golfo neste mês seguindo um corredor marítimo determinado pelo Irã.

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Estreito de Ormuz continua no radar do mercado

Apesar do alívio parcial, os riscos na região seguem elevados.

A guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro, reduziu drasticamente o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde normalmente passa cerca de um quinto da oferta global de petróleo e gás natural.

Nesta quarta-feira, associações internacionais do setor marítimo divulgaram novas recomendações para embarcações que pretendem navegar pela região. Entre os alertas estão riscos de ataques, ameaças de drones e minas marítimas, congestionamento imprevisível e redução da supervisão militar.

Segundo as entidades, centenas de navios ainda seguem impossibilitados de cruzar o estreito e um eventual retorno simultâneo dessas embarcações pode gerar riscos operacionais.

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O temor de uma restrição mais severa no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz vinha pressionando os preços da commodity nos últimos meses e alimentando preocupações sobre inflação global e desaceleração econômica.

Trump diz estar nos “estágios finais” de acordo com Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que está nos “estágios finais” de negociação com o Irã.

Segundo relatos do grupo de imprensa da Casa Branca, Trump voltou a ameaçar Teerã caso um acordo não seja alcançado.

“Veremos o que acontece. Ou conseguimos um acordo, ou faremos coisas um pouco desagradáveis, espero que não chegue a isso”, disse o presidente norte-americano a repórteres durante deslocamento para um evento da Associação da Guarda Costeira.

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Mais cedo, Trump já havia comentado que não tem pressa para fechar um acordo e citou conflitos históricos envolvendo os EUA. “Estivemos no Vietnã por 19 anos, no Afeganistão e em outros lugares por 10 anos”, afirmou.

*Com informações de Reuters e Estadão Conteúdo

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