🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

A gangorra do câmbio

Dólar crava novas máximas, mas fecha a semana em queda com uma mãozinha do BC

O dólar à vista enfrentou enorme pressão ao longo da semana e chegou a tocar os R$ 4,38 na quinta-feira. No entanto, a atuação do BC no mercado de câmbio, injetando US$ 2 bilhões por meio de leilões de swap cambial, acalmou os nervos dos investidores e afastou a moeda americana dos recordes

Victor Aguiar
Victor Aguiar
14 de fevereiro de 2020
18:40 - atualizado às 19:21
Dólar real câmbio
Imagem: Shutterstock

Ao longo dessa semana, eu escrevi diversas vezes que o dólar à vista renovou os recordes nominais. Foi assim na segunda-feira (10), na terça (11) e na quarta (12) — e tudo levava a crer que a quinta (13) seguiria um caminho semelhante, já que, durante a manhã daquela sessão, a moeda americana chegou aos R$ 4,38, um patamar nunca antes atingido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi somente a partir daí que a história do mercado de câmbio nesta semana mudou: ao ver o dólar se aproximando dos R$ 4,40, o Banco Central (BC) finalmente entrou em cena e atuou para trazer alívio às negociações — uma movimentação que era aguardada há dias pelos investidores.

Naquela quinta-feira, o BC anunciou um leilão extraordinário de swap cambial, no valor de US$ 1 bilhão — uma operação que, em termos práticos, significa que a autoridade monetária injetou recursos novos no mercado, atendendo à forte demanda pela divisa americana.

O sinal de que o BC estava atento às movimentações das moedas, não deixando o real se desvalorizar descontroladamente, foi suficiente para tirar boa parte da pressão do mercado. Já naquela sessão, o dólar à vista virou para o campo negativo — comportamento que se repetiu nesta sexta-feira (14).

Hoje, o Banco Central repetiu a dose: fez mais um leilão de US$ 1 bilhão, garantindo desde cedo o alívio aos investidores. Ao fim do dia, o dólar à vista caiu 0,77%, a R$ 4,3004.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, após ultrapassar a barreira dos R$ 4,38 no momento de maior tensão, a moeda americana terminou a semana com uma baixa acumulada de 0,47%.

Leia Também

É claro que o nível de R$ 4,30 ainda é bastante elevado — desde o início do ano, o dólar à vista ainda acumula valorização de 7,19%. E isso porque há fatores estruturais, tanto no Brasil quanto no exterior, que aumentam a aversão ao risco por parte dos investidores.

Tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã, surto de coronavírus, queda da Selic, menor diferencial de juros em relação aos EUA, declarações infelizes do ministro Paulo Guedes, fraqueza da economia doméstica... não faltam motivos para estresse do dólar à vista.

Mas a atuação do BC foi suficiente para trazer algum alento às preocupações do mercado de câmbio nesta semana, afastando o dólar à vista das máximas e colocando uma pausa na trajetória de elevação da moeda americana em relação ao real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ibovespa volátil

O Ibovespa enfrentou dias bastante agitados e de oscilações intensas. Nesta sexta, o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 1,11%, aos 114.380,71 pontos — o que implica num ganho acumulado de 0,54% na semana.

No mercado de ações, o exterior continua dando as cartas: o noticiário a respeito do coronavírus segue como principal fator de influência para as negociações — e a percepção de risco dos investidores em relação à doença muda do dia para a noite.

Na segunda-feira, por exemplo, a leitura era a de que o surto já começava a trazer impactos econômicos à China, o que motivou uma baixa de 1,05% no Ibovespa. Mas, na terça e na quarta, esse quadro mudou: o ritmo de alta nos contágios e mortes diminuiu, trazendo alívio às preocupações — e, como resultado, o índice brasileiro subiu 2,49% e 1,13%, respectivamente.

Mas, na quinta-feira, houve uma nova reviravolta: as autoridades chinesas revisaram a metodologia para diagnosticar a doença, o que gerou um salto no total de infectados — e lá foi o mercado, de volta à defensiva. O Ibovespa caiu 0,87%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E hoje, sem maiores novidades no front do coronavírus, a cautela continuou imperando: no exterior, o dia foi de perdas moderadas nas principais bolsas do mundo. Aqui, no entanto, as perdas foram mais expressivas, em função do pessimismo em relação à economia local.

Preocupação

Dois dados importantes da economia brasileira foram divulgados nesta semana: as vendas no varejo e o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), ambos referentes a dezembro. E, nos dois casos, o mercado se decepcionou com os números.

As vendas no varejo recuaram 0,1% em dezembro ante novembro, enquanto o IBC-Br caiu 0,27% na mesma base de comparação — indicando que a economia doméstica ainda sofre para ganhar tração, ao contrário do que se imaginava ao fim do ano passado.

Em meio à fraqueza, boa parte do mercado já começa a apostar num novo corte na Selic — o BC reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto na semana passada, para 4,25% ao ano, e também sinalizou que aquele seria o movimento final do ciclo de ajustes negativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, considerando as seguidas decepções no front da atividade, há quem acredite que há espaço para mais reduções na Selic, de modo a dar mais impulso à economia brasileira.

Top 5

Veja abaixo quais foram as cinco ações de melhor desempenho do Ibovespa nesta semana:

  • Natura ON (NTCO3): +11,67%
  • Weg ON (WEGE3): +10,88%
  • Suzano ON (SUZ3): +5,77%
  • BR Distribuidora ON (BRDT3): +5,65%
  • Azul PN (AZUL4): +5,24%

Confira também as maiores quedas do índice desde segunda-feira:

  • IRB ON (IRBR3): -12,35%
  • CVC ON (CVCB3): -5,43%
  • Carrefour Brasil ON (CRFB3): -3,95%
  • Bradesco PN (BBDC4): -3,56%
  • Hypera ON (HYPE3): -3,37%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa pega fogo com Trump e vai aos 190 mil pontos em novo recorde de fechamento; dólar bate mínima em quase 2 anos 

20 de fevereiro de 2026 - 19:09

O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%

LAJE CORPORATIVA NA CARTEIRA

Com dividendos turbinados no radar, fundo imobiliário Tellus Properties (TEPP11) entra na mira do BTG Pactual

20 de fevereiro de 2026 - 17:01

Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados

CHEGOU NO LIMITE?

Porto Seguro (PSSA3) já deu o que tinha que dar? BBI corta recomendação para as ações e mostra outras mais atrativas

20 de fevereiro de 2026 - 16:59

O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

20 de fevereiro de 2026 - 12:41

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar