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Dani Alvarenga

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

‘AGITOS’ DO MERCADO IMOBILIÁRIO

RBVA11 vende agência do Santander, Carrefour vende lojas, BLMG11 recompra cotas e MFII11 lança novo projeto: o que mexe com os FIIs hoje

Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”

Dani Alvarenga
Dani Alvarenga
20 de fevereiro de 2026
12:41 - atualizado às 15:19
Gráficos sobre crédito imobiliário
Banco Inter pode ser mais beneficiado pelas medidas do governo para enfrentar o cenário desafiador para as cadernetas de poupança - Imagem: iStock

Os investidores voltam do Carnaval em ritmo de agito, mas, dessa vez, o rebuliço vem do mercado financeiro. Os fundos imobiliários (FIIs) fecham a primeira semana pós-folia com uma série de movimentações de peso. 

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Após o Tellus Rio Bravo (TRBL11) disparar 12% com a locação de um imóvel que foi alvo de disputa com os Correios, outros cinco FIIs anunciaram operações que estão sendo digeridas pelos investidores nesta manhã. 

Para você ficar bem-informado sobre tudo o que está rolando no mercado imobiliário, o Seu Dinheiro reuniu as principais movimentações do dia. Confira: 

Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) reduz presença do Santander no portfólio

O RBVA11 anunciou a venda de um imóvel localizado em São Gonçalo (RJ), que está locado ao Santander. 

Segundo fato relevante divulgado nesta manhã (20), o valor total da operação foi de R$ 7 milhões, 5,3% acima do montante avaliado para o ativo atualmente. 

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O pagamento foi dividido em uma parcela de R$ 4 milhões à vista, recebida no fechamento da venda, e 20 parcelas mensais consecutivas e fixas. 

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O RBVA11 informou que a transação não teve ganho de capital contábil, mas “contou com retorno econômico positivo”. A Taxa Interna de Retorno (TIR) da operação foi de 10,65% ao ano, durante o período de 13 anos. 

Essa é a 30ª venda do RBVA11 e a terceira realizada na região, marcando a saída definitiva do FII da cidade. 

“É um movimento estratégico que permite concentrar os investimentos em praças que consideramos mais promissoras para o portfólio”, disse a Rio Bravo, gestora do fundo imobiliário em documento. 

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O RVBA11 vem reduzindo a participação de bancos em sua carteira de inquilinos, buscando uma maior diversificação. Vale lembrar que o FII nasceu como um fundo imobiliário 100% de agências bancárias. 

Desde 2019, o fundo já vendeu 30 imóveis, totalizando R$ 291,8 milhões, com lucro acumulado de R$ 95,8 milhões. 

“Buscamos desinvestir de regiões onde não vemos mais potencial de longo prazo, ao mesmo tempo em que fortalecemos a geração de caixa para melhorar a estrutura de capital do RBVA11”, disse a gestora. 

FII Bluemacaw Logística (BLMG11) lança programa de recompra de cotas 

As bolsas locais já estavam fechadas ontem (19) quando o fundo imobiliário Bluemacaw Logística (BLMG11) anunciou o lançamento de um programa de recompra de cotas, com início naquele mesmo dia. 

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Por isso, os investidores estão digerindo a informação nesta manhã. Por volta das 10h50, as cotas do FII caíam 0,83%, a R$ 34,61. Já no pregão de ontem, o BLMG11 encerrou o dia com alta de 1,39%, a R$ 34,90. 

De acordo com o documento divulgado, a iniciativa permitirá a aquisição de até 467.454 papéis, o que equivale a 10% do total de cotas emitidas atualmente. 

As recompras serão feitas no mercado organizado da bolsa de valores (B3), desde que o preço seja inferior ao valor patrimonial da cota do FII no dia anterior à transação. 

Pelas regras definidas, o programa terá duração de 12 meses, com término previsto para 19 de fevereiro de 2027, sendo que todos os papéis adquiridos serão posteriormente cancelados. 

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Segundo a gestão do BLMG11, o objetivo da operação é utilizar recursos disponíveis em caixa para maximizar a geração de valor aos cotistas. 

Entre empresas listadas na B3, a prática de recompra já é comum. Companhias abertas costumam recorrer a esse tipo de programa quando consideram que suas ações estão descontadas, como forma de sinalizar confiança aos investidores. 

Porém, a recompra de cotas por fundos imobiliários e fiagros é algo mais recente: passou a ser autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) somente em maio de 2025. 

Impulsionado pelo MCMV, MFII11 mira projeto de R$ 58 milhões em SP 

Além do BLMG11, o fundo imobiliário Mérito Desenvolvimento I (MFII11) também fez um anúncio ao mercado após o fechamento de ontem. O FII divulgou que firmou uma proposta para a aquisição de um terreno localizado no bairro Vila Ré, na Zona Leste de São Paulo. 

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Segundo o comunicado divulgado ao mercado, o espaço possui uma área total de 1.500 metros quadrados. Estudos de implantação e mercado indicam a viabilidade da construção de um edifício multifamiliar residencial, com um total de 240 unidades. 

A Mérito Investimentos, gestora do fundo, estima que o projeto possa alcançar um Valor Geral de Vendas (VGV) de aproximadamente R$ 58 milhões, embora tenha informado que não espera impactos relevantes nos rendimentos no curto prazo. 

Com pouco mais de 32,4 mil cotistas na B3, o MFII11 tem uma estratégia voltada a empreendimentos residenciais principalmente ligados ao Minha Casa Minha Vida (MCMV). 

O programa habitacional do governo federal tem impulsionado os resultados da construção civil, especialmente desde a criação da chamada faixa 4, voltada para famílias com renda mensal de até R$ 12 mil. 

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Em 2025, o FII lançou quatro projetos que somaram mais de R$ 300 milhões em VGV, distribuídos em 693 lotes e 797 apartamentos para comercialização. Todos os apartamentos estão enquadrados no MCMV. 

FII da Guardian Real Estate compra 15 imóveis do Carrefour — mas não foi o GARE11

O Carrefour anunciou na quinta-feira (19) a venda de 22 imóveis a fundos imobiliários, e teve quem achasse que parte desses ativos tinha ido parar no portfólio do Guardian Real Estate FII (GARE11), que chegou a adquirir 15 empreendimentos da varejista em 2024. 

Porém, dessa vez, a operação foi um pouco mais complexa, sendo estruturada fora do mercado de capitais

A gestora Guardian de fato adquiriu 15 destes imóveis, mas foi por meio da criação de um FII cetipado, o Guardian Oportunidades Varejo, direcionado a investidores institucionais. 

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Além disso, a transação contou com emissão de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) pré-fixado para financiar parte da aquisição. 

No total, a aquisição dos 15 ativos custou R$ 679 milhões ao fundo cetipado, no qual o GARE11 possui uma participação minoritária, segundo fontes. 

FII da TRX na jogada com o Carrefour 

Já as outras sete lojas da varejista foram vendidas para a TRX Investimentos, por aproximadamente R$ 296 milhões. Consultada pelo Seu Dinheiro, a gestora não informou qual de seus FIIs passará a deter os imóveis. 

Mesmo após as vendas, o Carrefour continuará ocupando os imóveis por meio de contratos de sale and leaseback — modelo em que o proprietário vende o espaço, mas permanece como locatário. 

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Os contratos têm prazo de 15 anos, com duas opções de renovação de cinco anos exercíveis por iniciativa do Atacadão, rede de atacarejo da companhia. 

Segundo o Carrefour, a operação gerou um ganho de capital de cerca de R$ 100 milhões, reconhecido como receita não recorrente no seu balanço de 2025.

*Com informações do Money Times.

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