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Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Em março de 2021, uma tempestade de areia afetou a visibilidade do comando do navio cargueiro Ever Given, que acabou encalhando no Canal de Suez.
Essa embarcação gigantesca, de 400 metros, ficou atravessada na via, bloqueando uma das rotas comerciais mais importantes do mundo por seis dias e obrigando centenas de outros navios comerciais e de turismo a buscar caminhos alternativos. O atraso no comércio afetou a economia mundial.
No entanto, alterar o trajeto de um transatlântico não é uma tarefa fácil e envolve cálculos complexos e sistemas eletrônicos e hidráulicos, que alteram a direção do leme e das hélices propulsoras. E esses grandes navios não têm freios, dependendo da resistência da água para parar, o que pode levar diversos minutos.
Dois anos atrás, Marcelo Noronha também precisou mudar a rota de uma companhia gigantesca. Ao assumir o comando do Bradesco, o executivo precisou recuperar rentabilidade, reduzir a inadimplência e acelerar a transformação digital. Não foi uma tarefa fácil, já que o banco tinha uma estrutura interna pesada, enrijecida e pouco ágil.
Agora, a instituição ainda está em alto mar, e qualquer chuva pode virar uma tempestade para os acionistas. Mas os primeiros raios de sol já começam a aparecer, e o CEO diz que está mais tranquilo.
Veja tudo o que Noronha já fez e o que ainda pretende alcançar no banco, em entrevista exclusiva à repórter Camille Lima.
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Na última sexta-feira (20), o Ibovespa avançou mais de 1% e encerrou o dia em um novo recorde, aos 190.534,42 pontos, depois do veto da Suprema Corte dos Estados Unidos às tarifas de Donald Trump. O dólar, por sua vez, caiu 0,98%, cotado a R$ 5,1759, renovando a mínima em 21 meses.
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Até os empregos mais qualificados podem acabar até 2030 — e o melhor que você pode fazer por si é evitá-los (ou procurar outra coisa). Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que até 22% dos empregos atuais serão impactados até 2030, com profissões qualificadas também na linha de corte.
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As baratas começaram a aparecer: a próxima bolha que pode estourar nos EUA — e não é a da IA. Jamie Dimon, CEO do JP Morgan, e Daniel Goldberg, CIO da Lumina Capital, ligaram a luz amarela para essa indústria desde o final do ano passado.
Azul (AZUL53) conclui Chapter 11 nos EUA e diz estar pronta para crescer após reestruturação bilionária; dívida foi reduzida em US$ 2,5 bilhões. Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses.
Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG. Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%.
Centros de dados para IA no espaço? Ideia de Elon Musk é “ridícula”, diz CEO da OpenAI, dona do ChatGPT. Elon Musk, homem mais rico do mundo e dono da SpaceX e Tesla, afirma que quer construir os centros no espaço, com uso de energia solar.
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A nova rota da seda é de silício: Índia caça status de superpotência da IA entre os aportes colossais das big techs. Com US$ 18 bilhões em chips e parcerias com Nvidia e Microsoft, a Índia acelera para planos para liderar a corrida da inteligência artificial.
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O contra-ataque de Lula: terras raras brasileiras viraram arma em acordo bilionário com a Índia. Além do acordo envolvendo minerais, saúde, defesa, turismo e tecnologia também foram contemplados.
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