O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Esses papéis haviam sido dados para a Mastercard como garantia de uma obrigação financeira, que não foi cumprida
A Mastercard executou garantias e passou a deter participações tanto na plataforma de e-commerce de decoração e artigos para casa Westwing (WEST3) quanto no banco estatal de Brasília, o BRB (BSLI3). Fundos ligados a Nelson Tanure e ao Banco Master detinham participações nas duas companhias.
A Westwing informou ao mercado na noite desta terça-feira (20) que a Mastercard Brasil passou a deter 31,87% do seu capital social, o equivalente a 3,54 milhões de ações.
O movimento, no entanto, não representa uma entrada estratégica da Mastercard como acionista no e-commerce de decoração, mas sim a execução de uma alienação fiduciária.
Isso significa que esses papéis haviam sido dados como garantia de uma obrigação financeira. Como a obrigação não foi cumprida, o credor — a bandeira de cartões — executou a garantia e ficou temporariamente com as ações.
O fato relevante da Westwing não aponta qual foi a origem dos papéis agora sob tutela da Mastercard. Fonte ouvida pelo Money Times, porém, afirma que a fatia herdada pela empresa era do empresário Nelson Tanure.
A WNT e a Trustee, gestoras de recursos apontadas pela Polícia Federal (PF) como ligadas ao empresário, detinham, respectivamente, 39,4% e 5,6% do capital social da Westwing.
Leia Também
Ontem, a bandeira parou de aceitar compras com cartões ligados ao will bank, do Grupo Master, depois de não ter tido as operações financeiras liquidadas na segunda-feira (19). Hoje (21) o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição financeira.
O BRB, ou Banco de Brasília, informou ao mercado na noite desta terça-feira (20) que a Mastercard Brasil passou a deter 6,93% do seu capital social, o equivalente a 33,68 milhões de ações ordinárias e preferenciais.
Assim como no caso da empresa de decoração e móveis, a bandeira de cartões passou a ser acionista do banco estatal em decorrência da execução de uma alienação fiduciária.
A Mastercard esclareceu que não pretende permanecer como acionista da Westwing. Segundo a companhia, as ações serão alienadas conforme a legislação e a regulamentação aplicáveis.
O Money Times pediu um posicionamento da operadora de cartão de crédito sobre a movimentação. Em nota, a empresa afirmou apenas que mantém diferentes tipos de garantias de seus participantes, que podem incluir ativos como ações.
“Essas garantias têm como finalidade exclusiva assegurar o cumprimento de obrigações de pagamento por parte dos emissores em caso de inadimplemento”, diz o comunicado.
A empresa também informou que não tem intenção de exercer os direitos políticos vinculados a essa participação, como voto em assembleias ou influência em decisões estratégicas.
A operadora de cartões de crédito também deixou claro que não pretende manter a participação no BRB, nem exercer direitos políticos, e que vai alienar as ações conforme a legislação e a regulamentação vigentes.
Tanure, desde a semana passada, vem sofrendo uma série de reveses: tornou-se alvo da segunda fase da operação Compliance Zero, que apura irregularidades no Banco Master, e teve seu celular apreendido pela Polícia Federal. Também teve seus bens bloqueados pelo STF após ser apontado como sócio oculto do Master e vem se desfazendo de posições em companhias.
A defesa do empresário nega que ele detenha participação no banco do empresário Daniel Vorcaro.
No ano passado, o BRB comunicou que fundos administrados pela WNT e pela Master Corretora informaram deter participação acionária relevante na instituição financeira estatal.
Segundo o documento, publicado em meados de setembro, a WNT possuía, então, 8% das ações preferenciais do BRB, majoritariamente por meio do fundo Verbier. Já o Deneb FIP, administrado pelo Master e gerido pela MACAM Asset, detinha 4,57%.
Segundo matéria do E-Investidor da época, além do Verbier e Deneb, outros dois fundos também detinham posição substancial: o Celeno FIP, administrado pela Master Corretora e com uma fatia de 12% das ações preferenciais do Banco de Brasília, e o Borneo, administrado pela Reag, que possuía 9,78% das ações preferenciais.
O BRB também informou ao mercado mudanças na sua diretoria executiva. O Conselho de Administração elegeu Ana Paula Teixeira para a Diretoria Executiva de Controles e Riscos e Antônio José Barreto de Araújo Júnior para a Diretoria Executiva de Finanças, Controladoria e Relações com Investidores, cargos diretamente ligados à supervisão, transparência e gestão financeira.
As nomeações ainda serão submetidas ao Banco Central e passam a valer após a conclusão dos trâmites regulatórios.
Com Money Times
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões
Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo
Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas
Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira