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A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
A Chevron está de olho em uma participação na rede de postos Ipiranga. Segundo o Brazil Journal, a norte-americana está em conversas avançadas para a compra de 30% da divisão da Ultrapar (UGPA3).
Logo na abertura do mercado, as ações do grupo brasileiro já abriram em alta. Por volta das 10h35, estavam subindo 2,65%.
Inicialmente, a informação que circulou na imprensa foi que a Ultrapar buscava vender toda sua participação na rede de postos de combustíveis.
Seu Dinheiro entrou em contato com as companhias, e a Ultrapar afirmou que não irá comentar.
A Ultrapar também tem participações na Ultragaz, Ultracargo e Hidrovias do Brasil, mas a maior parte de sua rentabilidade vem da rede de postos de combustíveis.
Em 2025, a rede Ipiranga foi responsável por um Ebitda de R$ 4,28 bilhões, cerca de 63% do total de R$ 6,77 bilhões de toda a companhia.
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Ou seja, a Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio. É, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
São 5,8 mil postos de gasolina, que estão ganhando mercado em meio ao avanço no combate às irregularidades com as operações da Polícia Federal contra o crime organizado.
Também são mais de 1,5 mil lojas de conveniência AmPm, tanto próprias quanto franquias, e mais de 1 mil unidades Jet Oil, a franquia de troca de óleo da Ipiranga.
A divisão também será a que mais vai receber investimentos do grupo. O plano é investir R$ 470 milhões na Ipiranga em 2026, de um total de R$ 1,11 bilhão em todo o grupo, de acordo com a apresentação de resultados do quarto trimestre de 2025.
Entre as melhorias previstas, estão o embandeiramento das redes de postos e franquias, fortalecimento da infraestrutura logística e investimentos no ecossistema de serviços complementares.
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