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Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
O setor do agronegócio brasileiro tem duas ações favoritas claras entre os analistas: Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3).
Um levantamento realizado pelo Money Times com 18 instituições financeiras revelou que ambas as companhias somam três recomendações cada, consolidando-se como as principais escolhas para os investidores que buscam exposição ao agronegócio neste mês.
O desempenho das duas no acumulado do ano é positivo, com a Cosan avançando 6,48% e a Suzano registrando alta de 5,88%.
A tese de investimento na Cosan é defendida por casas como Ativa, Empiricus e EQI. Para os analistas da Empiricus, o grande "gatilho" para a valorização da empresa é o seu processo de desalavancagem financeira.
A expectativa do mercado é que essa redução de dívida ganhe força ao longo dos próximos 12 meses, impulsionada por potenciais vendas de ativos. Essas movimentações podem ocorrer tanto no nível da holding quanto em suas subsidiárias, com os olhos do mercado voltados especialmente para a Raízen (RAIZ4).
Já a Suzano garantiu seu lugar nas carteiras recomendadas da Ágora Investimentos, Monte Bravo e RB Investimentos. A análise da Monte Bravo destaca que a companhia possui uma das produções mais eficientes do planeta, fruto de sua grande capacidade industrial e acesso à matéria-prima.
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Um ponto crucial para a Suzano é a nova unidade em Ribas do Rio Pardo, que já adicionou 25% de capacidade produtiva e trouxe ganhos operacionais significativos. Com o projeto em fase avançada de maturação e sem grandes novos investimentos previstos para o curto prazo, a expectativa é de uma forte geração de caixa que acelere o pagamento de dividendos aos acionistas.
Além disso, os analistas enxergam os preços da celulose em patamares atrativos para a negociação das ações em 2025.
Além das líderes, o levantamento apontou que outras empresas do setor seguem no radar de compra dos analistas.
Ao todo, o setor somou 9 recomendações distribuídas entre essas quatro empresas.
O levantamento do Money Times consultou as carteiras de ações das seguintes instituições: Ágora Investimentos, Andbank, Ativa Investimentos, BB Investimentos, BTG Pactual, Daycoval, Empiricus Research, Genial Investimentos, Itaú BBA, RB Investimentos, EQI, Planner, Monte Bravo, Rico, Safra, Santander, Terra Investimentos e XP Investimentos.
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