O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A gestora do FII divulgou um informe sobre proventos que mostra que o fundo distribuirá R$ 0,85 por cota na próxima semana
Nos últimos meses, o fundo imobilário Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11) tem sido alvo da desconfiança do mercado e de quedas bruscas na bolsa após tornar-se vítima de calotes de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) presentes em seu portfólio.
Mas, nesta terça-feira (9), o FII chama a atenção por um motivo diferente: por volta das 13h10, suas cotas saltavam 10,28% na B3, a R$ 53,31, mas encerraram a sessão com ganho um pouco menor, de 8,90%. Por trás da disparada está a notícia de que os dividendos pagos pelo fundo serão maiores neste mês.
A gestora do DEVA11 divulgou um informe sobre proventos que mostra que o fundo distribuirá R$ 0,85 por cota na próxima semana.
A cifra é cerca de 21,4% superior aos R$ 0,70 pagos em abril, quando o rendimento do fundo foi duramente afetado pelas inadimplências do período. Porém, o valor ainda é inferior aos R$ 0,90 por cota distribuídos em fevereiro, antes da onda de calotes.
Por falar em inadimplência, uma das maiores responsáveis pela queda no resultado (e nos dividendos) do Devant Recebíveis Imobiliários e de outros FIIs é a Gramado Parks. Três das holdings do grupo imobiliário e de turismo estão em recuperação judicial e blindadas contra a execução de dívidas por enquanto.
Mas parte dos detentores de CRIs da companhia não está disposta a deixar que todas as empresas do grupo contem com essa proteção. Segundo um comunicado divulgado na semana passada pelo DEVA11, Hectare CE (HCTR11) e Versalhes RI (VSLH11), uma assembleia foi convocada para discutir a inadimplência de títulos ligados às empresas que ainda não recorreram ao socorro judicial.
Leia Também
Vale relembrar que CRIs possuem garantias, como quotas de empresas e imóveis, que podem ser acionadas em momentos como este. E os detentores dos ativos aprovaram a excussão dessas garantias — termo técnico para a execução judicial.
A assembleia de titulares também deu sinal verde para a exigência da recompra total dos créditos imobiliários e declaração de vencimento antecipado de debêntures, entre outras deliberações.
As medidas aprovadas pelos investidores devem ser efetivadas em breve pela Forte Securitizadora (Fortesec), a emissora dos CRIs. Por enquanto, porém, a inadimplência segue afetando o portfólio de DEVA11, HCTR11 e VSLH11 e impedindo que os dividendos voltem ao patamar do início do ano.
Outros fundos imobiliários possuem CRIs da Gramado Parks no portfólio, mas o caso dos três FIIs chama a atenção do mercado pois eles estavam interligados ao grupo por meio da holding RTSC.
O portfólio da RTSC é formado por diversas empresas do mercado financeiro, incluindo três gestoras — Devant Asset, Hectare e RCAP Asset — responsáveis pelos fundos em questão e a Forte Securitizadora.
A RCAP Asset também fazia a gestão do FII Serra Verde (SRVD11), acionista da Gramado Parks. Essa ligação entre o fundo e a holding RTSC foi cortada na última quarta-feira (3), com a substituição da RCAP Asset pela Catalunya Gestão de Recursos na função.
A troca foi aprovada em assembleia geral extraordinária e a identidade dos investidores que propuseram a mudança não foi divulgada. Mas vale destacar que a família Caliari, fundadora da Gramado Parks, é uma das acionistas do FII e travou uma batalha com a Fortesec nos tribunais pelo controle da companhia antes da oficialização da recuperação judicial.
Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta
Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números
Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa
Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo