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A onda de demissões na startups brasileiras começaram em abril; até o momento, mais de 30 empresas realizam cortes no quadro de funcionários
Os ventos contrários seguem fortes e provocando novas ondas de demissões. Dessa vez, a Quanto, startup de open finance, anunciou o desligamento de 22% dos seus funcionários no último dia 15.
O corte atingiu 28 colaboradores das áreas de tecnologia, recursos humanos, vendas e departamento jurídico. Procurada pelo Seu Dinheiro, a empresa afirmou que a "redução [de colaboradores] foi causada por uma necessidade de negócio".
Confira a íntegra:
"A decisão foi impulsionada pelo cenário macroeconômico de extrema incerteza, que vem afetando duramente as empresas de tecnologia. Por isso, tivemos que adaptar nossa estratégia e reestruturar nossas equipes. Como a redução foi causada por uma necessidade de negócio e não por desempenho individual, o processo ficou ainda mais difícil.
Não gostaríamos de nos despedir de tantas pessoas talentosas e, por isso, trabalharemos para ajudá-las a se recolocar mais rapidamente. A Quanto oferece um pacote de benefícios de saída, que inclui extensão da assistência médica, odontológica um mês a mais de vale refeição e consultoria especializada em transição de carreira.
Lamentamos os desligamentos e agradecemos o empenho de cada um", disse a Quanto, ao Seu Dinheiro
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Em 2020, a Quanto levantou US$ 15 milhões (R$ 81,7 milhões, no câmbio atual) em rodada de investimentos Série A, liderada por Bradesco, Itaú Unibanco, Kaszek Ventures e Coatue.
A Involves, startup de software para gestão de trade marketing, também embarcou na onda das demissões e desligou 18% do quadro de pessoal, o que equivale a 70 funcionários, em julho.
A informação foi divulgada pelo site Layoffs.fyi — que acompanha diariamente as demissões em startups e empresas de tecnologia em todo o mundo — e confirmada por André Krummenauer, CEO e cofundador da empresa, em um artigo no LinkedIn.
O motivo, assim como em outros desligamentos, é o menor crescimento das receitas em razão do cenário macroeconômico.
Por sua vez, a Facily fez novas demissões. O unicórnio — startup avaliada em US$ 1 bilhão — já havia desligado 200 pessoas em abril deste ano. Contudo, nesta nova onda, o número de funcionários afetados não foi divulgado.
A Facily explica que, como qualquer outra empresa, realiza desligamentos pontuais, ligados diretamente à performance de cada colaborador e repriorização de projetos. A empresa, a fim de preservar suas pessoas e processos internos, prefere não abrir o número de colaboradores desligados até então e reforça que trata o assunto de forma sigilosa e respeitosa, afirmou a empresa, em nota enviada ao Seu Dinheiro.
O segundo semestre começou com cortes em 17 startups, entre elas a foodtech Daki, a proptech Loft — que já tinha feito uma redução de funcionários em abril — e a healthtech Alice.
As demissões são consequência, principalmente, da queda no volume de investimentos. Segundo o relatório recente da Distrito, os aportes em startups caíram 44% no primeiro semestre deste ano, comparado com o mesmo período do ano passado.
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