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Conteúdo Global X

Em meio a tensões geopolíticas, Global X traz ao Brasil ETF que investe no setor de defesa; conheça

Gestora especializada em ETFs acaba de lançar três novos produtos no país; além de defesa, há portfólios dedicados ao ouro e à economia colombiana

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Imagem: Dmytro Lastovych/iStock

A Global X acaba de lançar no Brasil três novos ETFs globais (fundos de índice internacionais negociados na B3 por meio de BDRs). Entre eles está o Defense Tech (SHLD39), que oferece exposição a empresas ligadas ao desenvolvimento de tecnologia de defesa em diferentes partes do mundo.

A chegada do produto, em 27 de maio, se dá na esteira de um aumento dos investimentos globais no setor. Somente em 2025, os gastos militares globais somaram cerca de US$ 2,9 trilhões, e esse foi o 11º ano seguido de crescimento. As informações são do Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo (Sipri, na sigla em inglês).

A gestora, que é especializada em ETFs, também lançou o Gold Explorers (GOEX39), que permite buscar ganhos no bom momento vivido pelo ouro, e o MSCI Colombia (COLO39), dedicado ao país vizinho do Brasil.

Saiba mais: Global X oferece 35 ETFs globais no Brasil, com produtos temáticos dedicados a diversos setores da economia e teses de investimento. Conheça mais no site

SHLD39, o ETF para investimentos ligados a tecnologia de defesa

Em meio a conflitos em diferentes partes do mundo e aumento das tensões geopolíticas, diferentes governos têm feito cada vez mais investimentos em tecnologias como sistemas de defesa avançados, IA dedicada ao uso militar, drones e infraestrutura.

"Nesse contexto, o lançamento do Global X Defense Tech ETF (SHLD39) no Brasil oferece aos investidores acesso direto a um dos temas mais estruturais e resilientes da próxima década", afirma a gestora.

Os Estados Unidos são um bom exemplo do aumento de gastos no setor. O governo federal propôs um aumento no orçamento de defesa para US$ 1,5 trilhão em 2027, além de corte de 10% em outros programas federais. O gasto orçado para 2026 é de cerca de US$ 1 tri.

Em meio aos grandes números, se destaca o pedido do Pentágono para ter US$ 54 bilhões em gastos ligados à inteligência artificial em defesa no ano que vem. O número representa alta de 24.000%, de acordo com o jornal The Guardian.

Para buscar um bom desempenho no cenário atual, o SHLD39 conta com 49 empresas no portfólio. Além disso, ele busca replicar o índice Global X Defense Tech, composto pelas maiores companhias globais com pelo menos 50% da receita proveniente de tecnologia do setor.

O ETF tem rebalanceamento semestral, taxa de administração de 0,50% e oferece exposição a subtemas como IA militar, drones, sensores, cibersegurança, sistemas autônomos e infraestrutura digital de defesa.

Negociado fora do Brasil desde novembro de 2023, esse ETF já acumulou alta de 189% desde o seu lançamento.

Veja mais: acesse todas as informações sobre o SHLD39, o mais novo BDR de ETF da Global X no Brasil. Clique aqui

GOEX39: exposição ao ouro na Bolsa de Valores

O cenário de pressões geopolíticas e incerteza macroeconômica também tem colocado o ouro no centro das atenções dos investidores. O metal precioso renovou diversas vezes suas máximas e atingiu o maior valor da história no início deste ano, quando ultrapassou os US$ 5.100 por onça troy.

Somente em 2025, a commodity acumulou avanço de 64%. É possível buscar ganhos por meio do investimento direto, mas há alternativas para quem deseja ir além.

"Em um ambiente com bancos centrais acumulando reservas e investidores procurando alternativas defensivas, as empresas de exploração e desenvolvimento de ouro ganham destaque por oferecerem alavancagem em relação ao preço do metal e potencial de descoberta de novos depósitos", explica a gestora.

O lançamento do Global X Gold Explorers ETF no Brasil, ocorrido no último dia 25, visa oferecer um caminho para investidores acessarem esse segmento.

"O ouro se destacou como um dos metais mais fortes do período, sustentado por fluxos defensivos e pela queda dos juros reais. Além disso, empresas de exploração tendem a apresentar maior sensibilidade às cotações, oferecendo potencial de valorização superior em ciclos positivos do metal."

O GOEX39 replica o Solactive Global Gold Explorers & Developers Total Return Index, índice composto por empresas classificadas como exploradoras ou desenvolvedoras de ouro localizadas em diferentes países.

O ETF da Global X é negociado fora do Brasil desde 2010 e, somente nos últimos cinco anos, acumula alta de 213%.

Conheça mais detalhes: o ETF global dedicado à exposição ao ouro pode entregar uma diversificação capaz de fazer a rentabilidade da carteira brilhar nos próximos meses

COLO39 – descubra o potencial colombiano

O MSCI Colombia (COLO39) chegou ao Brasil no último dia 20 de maio, trazendo a exposição a empresas da quarta maior economia da América Latina para a bolsa local. Em nota, a Global X ressalta o país como "uma das economias emergentes mais promissoras da região".

A gestora ainda destaca diferentes setores da economia colombiana, como “energia (recursos naturais abundantes), finanças (setor bancário sólido), consumo (classe média em expansão) e infraestrutura”.

A demografia do país também chama atenção da Global X, com seus cerca de 50 milhões de habitantes e "classe média em expansão, que gera demanda por consumo e serviços".

Vale lembrar que a Colômbia está em meio ao período de eleições presidenciais, com 2º turno marcado para o dia 21 de junho. Há expectativas de que o pleito gere uma guinada pró-mercado com potencial de destravar ganhos nos investimentos.

O COLO39 tem taxa de administração de 0,65% e é voltado para gestores de fundos e assessores de investimento, com potencial de otimizar portfólios no longo prazo, conforme destacado pela Global X.

O ETF replica o desempenho do MSCI COLO Index, que seleciona as maiores e mais líquidas companhias da Colômbia.

"O produto pode ser acessado por meio de corretoras locais e está alinhado à filosofia da Global X de trazer soluções inovadoras e eficientes para os investidores", completa a nota da gestora.

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