O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Negócios complementam a atuação do Magalu, seja do lado do consumidor ou dos vendedores que se plugam no marketplace para vender seus produtos e serviços
Com R$ 8,6 bilhões em vendas no segundo trimestre, o Magazine Luiza se tornou a maior varejista de bens duráveis do país. O isolamento social forçado pela pandemia favoreceu empresas com forte presença no comércio eletrônico como o Magalu.
Só que, além de vender produtos, a varejista aproveitou para ir às compras durante a pandemia. Com o caixa reforçado depois da oferta de ações de R$ 4,7 bilhões realizada no fim de 2019, a companhia anunciou seis aquisições de oito empresas neste ano.
Ao contrário da aquisição da Netshoes, fechada no ano passado, as compras recentes do Magazine Luiza foram mais "cirúrgicas". Todas complementam a atuação da varejista, seja do lado do consumidor ou dos vendedores que se plugam no marketplace do Magalu para vender seus produtos e serviços.
O negócio mais recente foi concluído nesta sexta-feira, com a compra da GFL Logística, plataforma que opera para o e-commerce com atuação no interior de São Paulo e sul de Minas Gerais. E nada indica que o período de compras chegou ao fim.
No pregão desta sexta-feiras, as ações do Magalu (MGLU3) recuavam 3,17% por volta das 14h15, mas no ano acumulam valorização de quase 90%, a segunda maior entre os papéis que compõem o Ibovespa. Leia também nossa cobertura de mercados.
Saiba mais sobre as empresas compradas pelo Magazine Luiza em 2020 (até o momento):
Leia Também
O Magazine Luiza ampliou a presença no mercado de livros — que consagrou a rival Amazon — ao arrematar em fevereiro deste ano a Estante Virtual, site que reúne vendedores de livros e pertencia à Livraria Cultura, que está em recuperação judicial. No ano passado, foram 3 milhões de unidades vendidas pela Estante Virtual, com um volume de R$ 120 milhões.
No fim de julho, o Magalu deu um passo importante para ampliar o seu marketplace além do varejo com a compra da Hubsales. A empresa adquirida desenvolveu plataformas digitais para que fábricas de diversos setores passassem a vender seus produtos diretamente ao consumidor final.
Com sede em Franca (SP), a Hubsales conectou as diversas indústrias calçadistas do polo local, em uma operação que movimenta mais de 700 mil pedidos e R$ 100 milhões anuais. A ideia é conectar esses e outros polos ao marketplace da varejista.
No começo de agosto, o Magazine Luiza anunciou duas aquisições numa única tacada: o site de conteúdo sobre tecnologia Canaltech e a plataforma de mídia online Inloco.
O Canaltech conta com uma audiência de 24 milhões de visitantes únicos, 2,5 milhões no canal do Youtube e 792 mil seguidores em suas redes sociais. A ideia da varejista é monetizar essa audiência oferecendo aos vendedores do marketplace do Magalu a oportunidade de anunciar no site.
Em um avanço no varejo fora da internet, o Magalu também fechou em agosto a compra da Stoq Tecnologia, uma startup fundada em 2015 e especializada em soluções para pequenos e médios varejistas.
A empresa tem como principal produto sistemas de ponto de vendas (PDV) que permitem o pagamento onde o cliente estiver, reduzindo filas e eliminado fricções no processo de compra. Em 2019, o volume de transações pelos sistemas da Stoq superou os R$ 250 milhões.
Quando bater aquela fome na hora em que estiver fazendo uma compra pelo celular, o cliente do Magalu poderá fazer também o pedido de comida sem sair do aplicativo da varejista.
No começo do mês passado, o Magazine Luiza anunciou a compra da startup de delivery de comida AiQFome. A empresa está presente em 350 cidades, conta com mais de 2 milhões de clientes cadastrados e recebe milhões de pedidos por ano, preparados por 17 mil restaurantes parceiros.
A mais nova aquisição do Magalu veio da área de logística, ponto crucial para quem quer brigar no cada vez mais disputado varejo online. A empresa anunciou a compra da GFL Logística, que atua principalmente no interior de São Paulo e sul de Minas Gerais.
São mais de 600 municípios atendidos pela GFL, que realiza 85% das entregas no dia seguinte e 100% em até D+2. A empresa será integrada à Logbee, adquirida em 2018 pelo Magazine Luiza.
Junto com a GFL, o Magalu anunciou a compra da plataforma de tecnologia SincLog, usada pela GFL e mais de 30 transportadoras para gestão de cargas, emissão de documentos, controle das tabelas de frete e da remuneração dos motoristas. O valor do negócio, assim como dos demais, não foi revelado pela companhia.
Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras
Com mínima de R$ 5,0055 nesta sexta-feira (10), a moeda norte-americana acumula perdas de 2,88% na semana e de 3,23% em abril, após ter avançado 0,87% em março, no auge da aversão ao risco no exterior em razão do conflito no Oriente Médio
Entrada de capital estrangeiro, volumes em alta e ganhos tributários levam instituição financeira a projetar lucros até 19% acima do consenso e margens robustas para a operadora da bolsa
Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?