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Logo no início da pandemia, quando todo mundo se trancou em casa, os economistas alertavam para uma possível crise de crédito. Era esperado que muitas pequenas empresas não resistissem - e até algumas grandes.
Meses depois, não precisa ser PhD em economia ou olhar qualquer indicador para chegar a essa conclusão. Basta um passeio na cidade e você verá os restaurantes fechados e lojas vazias.
A lista de falidos, entre pequenos e grandes, não para de crescer.
Os bancos costumam antecipar esse movimento com provisões para calotes no seu balanço. É um efeito contábil, sem impacto imediato em caixa. Mas é um número bem importante. Por quê? Ele reduz os lucros bilionários dos bancões e dão uma dimensão da crise que virá.
Todo mundo se surpreendeu quando o Santander divulgou um balanço do primeiro trimestre com lucros maiores e sem provisões extras para o coronavírus. Estaria o Santander imune à covid-19?
Na verdade, ele só estava atrasado. A conta chegou no balanço do segundo trimestre, como mostra o Vinícius Pinheiro nesta reportagem.
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