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São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.
Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as baterias do veículo. Os combustíveis também passam a ser totalmente sustentáveis, de olho na meta de uma competição carbono neutro a partir de 2030.
Para muita gente, a mudança mais sensível talvez sejam as equipes. Após uma década, o torneio volta a ter 11 times no grid, com a adição da americana Cadillac, representada por Valtteri Bottas e Sergio Pérez. Para os brasileiros, porém, o nome que deve saltar aos olhos em 2026 é o da Audi de Gabriel Bortoleto.
Este ano, a montadora alemã assume as operações da Sauber, pela qual o piloto paulista estreou na F1 em 2025. Agora, Bortoleto volta ao lado do alemão Nico Hülkenberg no Audi F1 Team. A entrada é peça central de marketing global da marca, que busca demonstrar sua capacidade de engenharia elétrica e sustentável.
Nem o desafio nas pistas, nem a presença brasileira são por acaso. Se por um lado o sucesso na F1 é visto como um catalisador para a valorização da marca, por outro ele se encaixa perfeitamente a uma fase de retomada da Audi. Essa semana, por exemplo, ela celebrou o início da produção dos novos Q3 e Q3 Sportback por aqui.
A presença de Bortoleto reflete, inclusive, um passado glorioso da alemã no Brasil. Se hoje ela lida com quedas no market share brasileiro, a aliança a um ícone da F1 espelha sua chegada ao país, em meados dos anos 1990. Na época, ela dominou o mercado premium nacional representada, aliás, por ninguém menos que Ayrton Senna.
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Enquanto os motores mais potentes do planeta aqueciam para o GP da Austrália, detalhamos esse período de transição das quatro argolas aqui no Seu Dinheiro. Entre uma ofensiva em eletrificados, a vitrine da F1 e a nova produção nacional, o retrato de uma Audi que quer voltar à pole position.
Além disso: os detalhes das novas regras, datas das provas e onde assistir à Fórmula 1 ao vivo em 2026 você confere no guia especial que preparamos por aqui.

Palco da conquista de Lando Norris em dezembro, Abu Dhabi foi cenário de momentos dramáticos na última semana. A cidade e outras vizinhas foram alvos de ataques iranianos em retaliação à ação coordenada de Estados Unidos e Israel por lá.
Um dos principais hubs do luxo global, os Emirados Árabes Unidos e outras nações da região entraram na mira de centenas de mísseis e drones que, mesmo interceptados, causaram incêndios e mortes por onde passaram.
Com o início da temporada 2026 da Fórmula 1 neste fim de semana e a pouco mais de um mês das provas do Bahrein e da Arábia Saudita, resta a questão: o Oriente Médio tem condições de receber competições esportivas neste momento?
Até esta sexta-feira (6), nenhuma decisão chegou a ser tomada. A previsão de portais especializados, no entanto, é de que nos próximos dias uma reunião da organização do torneio decida sobre o tema. Um entrave logístico com potencial prejuízo milionário, que se soma inclusive às tantas incertezas e consequências do conflito. Explicamos algumas delas por aqui.
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