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A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

5 de março de 2026
8:07
Imagem: IA/ChatGPT

Se ontem eu mencionei o Rocky Balboa nesta newsletter, hoje falo de outro peso-pesado. A Petrobras (PETR4) é uma das companhias mais relevantes para o Ibovespa, o principal índice da bolsa, e vive disputando o cinturão de empresa com o maior valor de mercado do país.

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Não só isso, ela é gigante na produção de petróleo e combustíveis, o que afeta a inflação brasileira e a balança comercial, e seus dividendos são bastante aguardados por acionistas.

Por isso mesmo, a cada trimestre, os investidores, analistas e especialistas se reúnem no ringue para analisar os resultados da petroleira, que saem hoje, depois do fechamento do mercado.

No último período do ano passado, seu principal adversário foi a queda no preço internacional da commodity, um cenário bem diferente dos últimos dias.

Neste round, a companhia deve ser impactada por receita e lucro menores na variação trimestral, segundo as estimativas. As apostas são altas, e toda a atenção se volta ao pagamento dos dividendos.

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Para entender melhor a situação da Petrobras e qual é o dividend yield esperado para o trimestre, confira esta matéria da repórter Larissa Bernardes.

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Esquenta dos mercados

O conflito no Oriente Médio segue mexendo com os mercados, seja provocando queda ou alta — e até mesmo uma leve esperança de paz já impulsiona as bolsas.

O Ibovespa encerrou o pregão da véspera com alta da 1,24%, aos 185.366,44 pontos, acompanhando o certo alívio visto em outras praças globais, como os Estados Unidos. O dólar à vista recuou 0,89%, a R$ 5,2182.

O jornal norte-americano New York Times noticiou a tentativa de contato entre a inteligência iraniana e a Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA, em inglês) para um possível fim da guerra.

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Trump também ofereceu apoio financeiro e naval para proteger o transporte marítimo no Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo mundial e que está bloqueado por Teerã.

Há pouco, o país persa anunciou que a passagem está fechada "apenas a navios dos EUA, de Israel, da Europa e de outros aliados ocidentais". Nesta manhã, os contratos futuros do Brent, padrão internacional, mostram o barril negociado a US$ 82,18, com avanço de 1,92%.

Lá fora, as bolsas da Ásia encerram o dia em alta em busca de barganhas após o estrago causado pela guerra nos últimos dias. O sul-coreano Kospi saltou 9,63% em Seul, no maior ganho em um único dia desde outubro de 2008. A recuperação veio após um tombo de 12% na sessão anterior, o maior já registrado.

Já a Europa segue se recuperando do baque no início da semana e opera em leve alta. Em Wall Street, os índices futuros têm queda moderada após avanço do dia anterior.

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Carteira de março: onde investir em ações, dividendos, FIIs, criptomoedas e no exterior

Março começa sob tensão, com o conflito geopolítico entre Estados Unidos e Irã, decisões de juros ao redor do mundo e mais volatilidade nos mercados.

No “Onde Investir em Março”, a jornalista Paula Comassetto recebe analistas dos principais segmentos do mercado financeiro para mostrar como montar uma carteira com ativos defensivos, capazes de combinar proteção e rentabilidade.

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POUPANÇA 2.0

Cofrinho de 140% do CDI do Mercado Pago vale a pena? Campanha tem prazo limitado e regras para garantir o retorno. Nova campanha turbina rendimento dos cofrinhos em aplicações de até R$ 10 mil, garantindo liquidez imediata e risco soberano.

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DEPOIS DA DILUIÇÃO MASSIVA

Adeus, lotes de 1 milhão de ações? Azul (AZUL53) quer que papel volte a valer R$ 1 e propõe grupamento de 150 mil para 1. Proposta busca elevar o valor individual das ações para acima de R$ 1 e encerrar negociações em lotes de 1 milhão de papéis após a reestruturação financeira da companhia.

DEMANDA MORNA?

Banco Pine (PINE4) testa apetite do mercado e capta R$ 245 milhões em follow-on que mirava até R$ 400 milhões; ações caem mais de 11%. Captação ficou abaixo do potencial estimado pelo Pine; controlador absorveu fatia relevante da oferta.

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QUEM SOFRE É A CERVEJA

Sinal de ressaca? Ambev (ABEV3) anuncia possível pressão em despesas e custos diante da volatilidade do dólar. Alumínio, que é uma das matérias-primas da Ambev, também pode ficar mais caro em decorrência do conflito no Oriente Médio; empresa já vinha lidando com ambiente adverso.

GEOPOLÍTICA NO RADAR

Petróleo em alta: o que o conflito no Oriente Médio significa para os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA. Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos.

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TOUROS E URSOS #261

EUA x Irã: petróleo, dólar e Bolsa — o que muda para o investidor no Brasil. Frederico Sampaio, CIO da Franklin Templeton, participou do podcast Touros e Ursos, do Seu Dinheiro, e fala sobre três cenários possíveis para a guerra no Oriente Médio e os efeitos para o mercado brasileiro.

DESENVOLVIMENTO DE CARREIRA

‘Feedback destrutivo’ prejudica o desempenho no trabalho, diz pesquisa; veja 5 passos simples para líderes oferecerem críticas construtivas. Estudo da Harvard Business Review mostra que a maneira com que os chefes avaliam os funcionários pode gerar falta de confiança e pedidos de demissão.

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OPERAÇÃO COMPLIANCE ZERO

Mesada e viagem para a Disney: funcionários do BC são investigados por propina de Daniel Vorcaro, do Master. Os servidores Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana foram afastados do Banco Central e são investigados por consultorias dadas a Vorcaro.

IR 2026

Imposto de renda 2026: prazo para entrega da declaração deste ano será menor; veja quando a Receita Federal irá divulgar as regras. Normalmente, as regras do IR são divulgadas na primeira quinzena de março, mas neste ano o anúncio foi adiado para o início da segunda quinzena; veja qual deve ser o prazo de entrega da declaração do IRPF 2026.

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CORRIDA ALÉM DAS EXPECTATIVAS

Ações da Vulcabras (VULC3), dona da Olympikus e Mizuno, sobem após resultados do 4T25 superarem expectativas; veja se é hora de comprar. Entre analistas, a leitura dos resultados é positiva, mesmo com a queda no lucro. Além da marca própria Olympikus, a companhia representa no Brasil a japonesa Mizuno e a americana Under Armour.

NOSTALGIA LUCRATIVA

Venda de discos de vinil continua crescendo — e movimento é liderado pela rainha dos streamings. Enquanto Spotify e Apple Music disputam assinantes no streaming, o vinil surpreende e cresce na contramão da era digital.

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CIRCUIT BREAK

Nem o K-pop salva: bolsa da Coreia do Sul cai 12% e vive pior dia da história. Por que o “show” parou em Seul e o que isso significa agora. O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial.

RANKING DO FRANCHISING

As 50 maiores franquias do Brasil: Cacau Show, O Boticário e McDonald’s ocupam o pódio da ABF — e uma rede de lavanderias cresceu 51%. As franquias somaram um faturamento de mais de R$ 301,7 bilhões em 2025, segundo a Associação Brasileira de Franchising; veja o ranking das 50 maiores marcas do país.

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DE SOBREMESA, UMA DIPIRONA?

Câmara aprova projeto de lei que autoriza a venda de medicamentos em supermercados, mas existe um ‘porém’. Proposta tem condições para venda de medicamentos em mercados e aguarda a sanção presidencial.

HORA DE COMPRAR?

A ‘era do ouro’ acabou? Executivos do BTG respondem se o metal precioso ainda vale a pena depois da disparada. Com guerras, dúvidas sobre o dólar e rearranjos de fluxo global, metais preciosos voltam ao radar dos investidores e podem seguir relevantes para o portfólio em 2026, segundo o BTG.

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FEBRE DAS CANETAS

RD Saúde (RADL3) tem lucro abaixo do esperado no 4T25, mas ‘efeito Ozempic’ impulsiona ações. Com 10% da receita vindo de medicamentos como Ozempic e Wegovy, RD Saúde mostra que o peso das canetas emagrecedoras já impacta o balanço.

TECNOLOGIA EM CADA DETALHE

Um avião ao contrário: a ciência que os pilotos precisam dominar para segurar um carro de Fórmula 1 na pista. Da força G ao downforce, entenda como a ciência molda a temporada de 2026 — e por que o pneu é o verdadeiro protagonista na pista.

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CHOQUE DO BARRIL

O mapa do petróleo na América Latina: quem surfa a alta e quem paga a conta, segundo o Morgan Stanley. O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise.

ESTREIA NA BOLSA

Divisão de metais básicos da Vale (VALE3) pode antecipar IPO para o meio do ano, diz CEO. Após promessa de reorganização e corte de custos, a Vale Base Metals trabalha para deixar a operação pronta para uma eventual oferta pública antes do prazo inicialmente previsto para 2027.

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RECORDE NO FRANCHISING

Faturamento das franquias brasileiras cresce 10,5% em 2025 e ultrapassa R$ 300 bilhões pela primeira vez. A receita média mensal por unidade ficou em torno de R$ 124 mil ao longo do ano — dado que reforça que o perfil do franchising brasileiro é composto principalmente por pequenos empresários.

DE VOLTA À SÃO PAULO

Chef estrelado Alberto Landgraf assume menu do Terminal BTG Pactual, em São Paulo. Depois de 10 anos, chef volta à São Paulo para assinar a experiência gastronômica do Terminal BTG Pactual, no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

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EFEITO DOMINÓ

A teia da Fictor só aumenta: Justiça inclui dezenas de empresas na recuperação judicial — e lista pode escalar ainda mais. Perícia aponta fluxo financeiro pulverizado entre subsidiárias; juiz fala em confusão patrimonial e não descarta novas inclusões no processo.

MITOLOGIA FUTEBOLÍSTICA

O ‘toque de Midas’ que fez o Grêmio Novorizontino contornar a falência, disputar o título contra o Palmeiras e virar a maior torcida de São Paulo até domingo. Apoiado por uma da família rica de sua cidade, Grêmio Novorizontino vive ascensão meteórica nos campos de futebol e tenta espantar estigma de morrer na praia.

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MAIS DÍVIDA QUE CAIXA

Depois de perder quase um terço do valor, Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) diz que negociações com credores são construtivas. Segundo o GPA, a reestruturação das dívidas não tem relação com as operações do dia a dia de sua rede de supermercados, ou ainda suas relações com fornecedores, clientes ou parceiros.

COMO SAIR DAS DÍVIDAS?

Não é só para grandes: pequenas e médias empresas também podem pedir recuperação judicial; entenda como funciona Confira os requisitos legais e os cuidados de gestão apontados por especialistas para se recuperar após o pedido de RJ.

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