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Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

3 de março de 2026
8:37
Imagem: IA/ChatGPT

O romance Anna Karenina, de Liev Tolstói, acompanha a vida da personagem que dá nome ao livro e seu caso extraconjugal com o oficial Conde Vronsky.

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Ao longo das centenas de páginas, o leitor também se aventura pela história do irmão de Anna, Stepan, e sua esposa Dolly, além da trajetória do proprietário de terras Konstantin Levin e seus avanços para ficar com Kitty.

Considerado uma obra-prima pela exploração das complexidades humanas, o livro começa com uma frase icônica, que mesmo quem ainda não se aventurou pela obra russa já leu: “todas as famílias felizes se parecem, mas cada família infeliz é infeliz à sua maneira”.

E é com essa citação que a repórter Bia Azevedo começa uma análise da situação das principais construtoras abertas na bolsa de valores brasileira.

Com tantas empresas do setor na B3, acompanhá-las nesta temporada de balanços pode ser um trabalho bastante complicado. Cada uma tem suas particularidades, fortalezas e desafios. Acompanhe as narrativas de cada uma delas nesta matéria.

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O gargalo do Estreito de Ormuz

Com centenas de mísseis e drones voando sobre o Oriente Médio durante a disputa iniciada no final de semana, o grande gargalo energético na verdade se encontra no mar.

Leia Também

Cerca de um quinto de todo petróleo do mundo passa pelo Estreito de Ormuz, que leva a commodity do Golfo Pérsico para o restante do mundo, principalmente a Ásia.

A redução no tráfego marítimo chega a cerca de 70%, o que deve manter o preço do petróleo na região de US$ 75–85 enquanto persistirem as incertezas.

Segundo o colunista do Seu Dinheiro Matheus Spiess, esse contexto faz aumentar a importância de um “kit geopolítico” para o investidor. Confira quais ativos fazem parte desse pacote e como você pode fortalecer sua carteira em tempos de incerteza nesta coluna.

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Esquenta dos mercados

Ontem (2), o Ibovespa conseguiu superar o medo generalizado que se espalhou nos mercados em meio à escalada do conflito entre Irã e Estados Unidos. O principal índice da bolsa brasileira encerrou as negociações com alta de 0,28%, aos 189.307,02 pontos.

Boa parte do impulso veio das petroleiras, que se beneficiaram com a disparada do preço do petróleo, com destaque para a Prio (PRIO3), com a maior valorização do dia. As ações ordinárias da Petrobras (PETR3) ficaram em segundo lugar, seguidas pelos papéis preferenciais (PETR4). Como a estatal é um peso pesado no índice, o seu avanço ajudou a sustentar o Ibovespa no campo positivo.

Já hoje (3), Israel iniciou o quarto dia de confrontos com novos ataques a alvos em Teerã e Beirute, enquanto o Irã manteve ofensivas contra o rival e mirou outros pontos nos países do Golfo. O Estreito de Ormuz — por onde passam cerca de 20% do petróleo global — segue com restrição, e o Irã ameaçou incendiar os navios que passarem por lá.

O presidente Trump também afirmou que os EUA têm um "suprimento praticamente ilimitado" de armas. O chefe da Casa Branca destacou que "guerras podem ser travadas para sempre, e com muito sucesso, usando apenas esses suprimentos”.

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O conflito segue assombrando as bolsas ao redor do mundo — por aqui não é diferente. O EWZ Brazil, ETF que acompanha nossas ações, registrava perdas de 2,41% nesta manhã.

Por aqui, também saem números do PIB do quarto trimestre de 2025 e do Caged, fundamentais para avaliar o ritmo da economia e o mercado de trabalho.

Na Ásia, os mercados fecharam em queda intensa. Liderando as perdas, o sul-coreano Kospi tombou 7,24% na volta do feriado local, no seu pior pregão em 19 meses.

Na Europa, as baixas são fortes nesta manhã, com destaque para o Stoxx 600, que reúne as principais empresas do continente e chegou a se aproximar de uma queda de 3%. Por lá, os investidores também reagem a dados de inflação.

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Enquanto isso, nas bolsas de Nova York, que ontem até apaziguaram o baque do conflito, os futuros voltam a indicar quedas hoje, com o Nasdaq 100 perdendo mais de 2%.

O petróleo, por sua vez, segue acelerando. Os futuros do Brent, referência global de negociação, chegaram a saltar quase 6% no início desta terça-feira, a US$ 82 o barril. Já o WTI, padrão norte-americano, teve altas na mesma magnitude, a US$ 75 o barril.

O Vix, conhecido como índice do medo que mede a aversão a risco nos mercados globais, sobe 22% hoje.

Outros destaques Seu Dinheiro

RATINGS EM RISCO
A gravidade agora é severa: as implicações da guerra entre EUA e Irã que vão além do petróleo e da inflação. As agências de classificação de risco S&P Global e Fitch Ratings lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo.

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DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo. Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça.

FORTE PRESENÇA NA REGIÃO
É hora de vender MBRF (MBRF3)? Conheça os efeitos do conflito no Oriente Médio para a ação, na visão do JP Morgan. Metade da carne de frango consumida nos mercados halal do Oriente Médio é importada, principalmente do Brasil; entenda os efeitos do conflito na região para a exportadora brasileira.

OPORTUNIDADE NO EXTERIOR
Adeus, Tesla (TSLA34)! A troca de ações internacionais do BTG para você lucrar em dólar. O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed.

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SMARTPHONE
iPhone 17e: tudo o que você precisa saber sobre o novo celular ‘baratinho’ da Apple. Pré-venda começa na próxima segunda-feira (9); modelo mais acessível vem com 256 gigabytes e novo processador.

ALÉM DOS CHIPS
Nvidia investe US$ 4 bilhões em fotônica; entenda o que é a tecnologia e por que é vital para a IA. De olho na luz como motor da inteligência artificial, o investimento bilionário da Nvidia na Lumentum e na Coherent deve transformar a transferência de dados.

PERDEU FÔLEGO
Braskem (BRKM5) no vermelho: o que a prévia da petroquímica no 4T25 revela — e por que acende alerta entre analistas do BTG. Mesmo com sinais pontuais de melhora no exterior, spreads fracos no Brasil e geração de caixa negativa seguem no radar dos analistas.

GIGANTE À VISTA
Após compra da Warner, Paramount planeja absorver HBO Max e criar um streaming turbinado. Paramount cogita fundir os dois streamings em um único serviço, mas ainda não há detalhes sobre nome, data de lançamento ou preço.

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PET PREMIUM
Depois de marombeiros e Faria Limers, Stanley agora quer conquistar seu pet. Com comedouros de até R$ 359, Stanley 1913 mira agora em gatos e cachorros em coleção lançada nesta segunda-feira (2).

PACÍFICO EXPORTADOR DE PETRÓLEO
‘Brasil está bem-posicionado e é ganhador’: Secretário do Tesouro fala sobre alta do petróleo, inflação e juros com conflito no Oriente Médio. Rogério Ceron, secretário do Tesouro Nacional, falou sobre o cenário para a economia brasileira diante dos ataques de Estados Unidos e Israel conta o Irã; entenda.

INESTIMÁVEL
Tesouro redescoberto: quadro ‘perdido’ de Rembrandt é revelado por museu depois de décadas fora do radar. A peça foi adquirida por um colecionador particular na década de 1960, quando acabou reclassificada como “obra de ateliê”, não autêntica.

ATÉ QUANDO
Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples. O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda.

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SOB ATAQUE
Saudi Aramco: petroleira atacada pelo Irã já foi bombardeada antes, fez o maior IPO da história e segue no topo do mercado global de petróleo. Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário.

POLÍTICA MONETÁRIA EM FOCO
A Selic não vai mais cair? O que pode acontecer com os juros no Brasil e no mundo com o Oriente Médio em chamas. A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta.

ESTRATÉGIA FUNCIONOU
Cansada de ser recusada em vagas de emprego, esta jovem mandou um e-mail diretamente para o CEO. A profissional de marketing Cathy Xie decidiu tentar uma estratégia diferente após não conseguir se destacar em processos seletivos – e deu certo.

MAIS DE R$ 1 MILHÃO POR MÊS
Mega-Sena está acumulada em R$ 160 milhões; veja quanto rende essa bolada na renda fixa conservadora. Largado em uma caderneta de poupança, o prêmio estimado para o concurso 2979 da Mega-Sena renderia mais de R$ 1 milhão já no primeiro mês — mas essa está longe de ser a melhor opção de investimento na renda fixa.

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SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA
Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett. Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio.

TRANSPORTE AÉREO SUSPENSO
Voos cancelados em Dubai: o que fazer agora? Aeroportos internacionais de Dubai suspendem todos os voos, sem previsão de retomada, e mais de 20 mil passageiros foram afetados; veja as principais orientações.

VISÃO DO GESTOR
O sazón latino e o tempero do medo: o gringo ama o Brasil, mas o investidor brasileiro não deve largar de vez o dólar e os EUA. O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos.

PRÓXIMA PARADA, PÁSCOA
Março sem descanso? Confira quando acontecem os próximos feriados, pontos facultativos e datas comemorativas de 2026. Confira o calendário de feriados de 2026 para se programar e aproveitar para descansar durante o ano.

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CRISE NO ORIENTE MÉDIO
Ataques em Dubai atingem hotéis de luxo e deixam turistas sem saída; governo pede cooperação de operadores. Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos.

LÍDER NO AGRONEGÓCIO
Empresa centenária aprova venda e pode dar adeus à Bolsa em breve; veja quem é e qual o valor que será pago aos acionistas. A Kepler Weber (KEPL3) fechou acordo para combinação de negócios com a Grain & Protein Technologies (GPT), após cerca de quatro meses de negociações, mostra fato relevante divulgado ao mercado nesta segunda-feira (2).

PRESSÃO FINANCEIRA
CSN (CSNA3) corre contra o relógio e negocia empréstimo de até US$ 1,5 bilhão com bancos para quitar dívidas. Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa.

MALHAÇÃO
Musculação: aparelho, peso livre ou calistenia – qual é o melhor para você? Especialista explica como máquinas, pesos livres e exercícios com o peso do corpo impactam força, hipertrofia e funcionalidade na hora do treino.

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VISÃO DE FORA
Gestor de US$ 200 bilhões diz o que pode fazer o gringo fugir da bolsa brasileira: balanços do 1T26 e eleições — mas não da forma que você pensa. Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre.

ESTÁ CHEGANDO A HORA
Calendário do PIS/Pasep março de 2026: confira quando o abono cai na conta. Pagamentos do abono salarial aos beneficiários do PIS e do Pasep em 2026 seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto.

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