O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida
Nós adoramos uma boa cena de glow up em filmes. Seja o treinamento do lutador Balboa nas escadas do Museu de Arte da Filadélfia, em Rocky: um Lutador, a transformação em garota popular da desajeitada Tai Frasier, em Patricinhas de Beverly Hills, a origem do vigilante de Gotham, em Batman Begins, ou a virada na carreira de Andy Sachs, em O Diabo Veste Prada.
São histórias de superação, em que o personagem trabalha arduamente, sacrifica a vida pessoal e passa horas se aprimorando. Tudo em busca de um grande objetivo, seja físico, financeiro, social ou profissional.
Uma empresa aberta na bolsa de valores brasileira passou por um processo semelhante. Reduziu endividamento, revisou contratos, cortou custos, vendeu ativos considerados não essenciais e enxugou estruturas.
Também se tornou uma corporation, com capital pulverizado e sem controlador definido — mudança que altera profundamente a dinâmica de governança. Mudou até de nome e de ticker na B3.
Mas a transformação ainda não acabou. Agora, busca chegar ao Novo Mercado, divisão com os mais altos níveis de governança, e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos.
Ela é a Ação do Mês, escolhida entre as recomendações de 10 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro. Confira qual é a empresa para ter na sua carteira em março nesta matéria da repórter Camille Lima.
Leia Também
Ontem (3), o Ibovespa não conseguiu se salvar dos impactos globais do conflito no Oriente Médio e fechou o dia em queda de 3,28%, aos 183.104,87 pontos, acompanhando as perdas generalizadas nos principais mercados globais. Já o dólar subiu quase 2%, a R$ 5,2652.
Com a escalada das tensões e a disparada do petróleo, os investidores passaram a precificar um corte menor da Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), de 0,25 ponto percentual, abaixo do 0,50 ponto esperado desde janeiro. A próxima reunião está marcada para os dias 17 e 18 de março.
Hoje (4), a escalada do confronto segue pressionando as bolsas. Trump afirmou que a Marinha dos EUA poderá escoltar navios-tanque pelo Estreito de Ormuz — por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial e que está bloqueado por Teerã — e ameaçou suspender o comércio com a Espanha após Madri negar o uso de suas bases para operações ligadas ao país persa.
Enquanto isso, ataques do Irã e de Israel continuam se intensificando na região, com Tel Aviv ameaçando qualquer novo líder que assuma o comando do rival.
O petróleo, ativo na linha de frente da batalha, segue acelerando. Nesta manhã, o barril do Brent, padrão internacional, era negociado a US$ 82,24, com salto de mais de 3%. Em março, a commodity já se valorizou cerca de 16,4%.
Lá fora, os futuros de Wall Street ensaiam leve recuperação depois das perdas da véspera, movimento que se repete na Europa.
As bolsas asiáticas fecharam em queda, com destaque para a Coreia do Sul, onde o índice Kospi perdeu mais de 12% com impacto da aversão a risco entre os investidores globais.
Além da crise militar, os mercados acompanham uma série de indicadores nesta quarta-feira com dados de índice de gerentes de compras (PMI) na Zona do Euro, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil.
A nova prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em operação da Polícia Federal, também chama a atenção dos investidores.
Já nos EUA, a agenda inclui o relatório de emprego da ADP, o índice de gerentes de compras composto e de serviços (PMI) e o Livro Bege do Federal Reserve, documento que reúne avaliações sobre a atividade econômica no país.
O ataque de EUA e Israel ao Irã e a escalada do conflito no Oriente Médio aumentaram a tensão nos mercados. Convidado desta edição, Frederico Sampaio, CIO da Franklin Templeton, analisa os impactos da crise geopolítica para a bolsa brasileira e o dólar.
O executivo da gestora com atuação em 30 países e mais de US$ 1,5 trilhão sob gestão também comenta sobre o apetite do investidor estrangeiro pelo país. Apenas neste ano, a entrada de recursos externos na B3 atingiu R$ 40 bilhões.
TENSÃO NO ORIENTE MÉDIO
Disparada do petróleo: Petrobras (PETR4) vai ficar para trás? “Lula vai segurar os preços o quanto puder”, diz economista. O economista Adriano Pires, sócio fundador do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), explica o que esperar da Petrobras em meio à alta dos preços do petróleo.
ENTENDA
Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) tenta impedir que Casino ‘saia à francesa’, enquanto agência classifica varejista como risco de inadimplência. Varejista tenta congelar a venda da participação de 22,5% do Casino enquanto discute na arbitragem quem deve pagar passivo tributário de R$ 2,5 bilhões; em paralelo, Fitch corta rating para faixa de alto risco.
SALDO INSUFICIENTE
Justiça tenta bloquear R$ 7,32 milhões da Fictor, mas encontra contas praticamente zeradas. Holding, assets e principais fundos do grupo retornaram com bloqueio zerado; recursos identificados somam R$ 360 mil e foram classificados como insuficientes.
TIGRINHO NA MIRA DO LEÃO
IRPF 2026: veja como calcular o imposto de renda sobre ganhos com bets e outros jogos online. Novo aplicativo da Receita Federal permite consolidar resultados de 2025 e exige pagamento de imposto via DARF até o dia 30 de abril.
GATILHO IMPORTANTE
Prio (PRIO3) recebe sinal verde final para produzir em Wahoo — e isso pode destravar o pagamento de dividendos já em 2026. Com licença do Ibama em mãos, petroleira conclui última etapa regulatória para iniciar produção no campo da Bacia de Campos; mercado agora volta os olhos para o impacto na geração de caixa e no potencial pagamento de dividendos.
DEMANDA ATENDIDA
BC libera compulsório para bancos socorrerem o FGC após rombo bilionário do Banco Master. Com a nova resolução, o BC atende a um pleito do setor e permite que os bancos utilizem esse capital para financiar o FGC sem sacrificar o próprio caixa operacional.
AMÉRICA LATINA
BofA diz qual ação sobreviverá aos quatro cavaleiros do apocalipse da IA — e qual pagará dividendos no setor de software. Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico.
INAUGURAÇÃO OFICIAL
Haddad é responsável pelo equilíbrio da economia, diz Lula no pontapé da campanha em São Paulo. Ex-governador de São Paulo e nome forte no estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira.
RESIDENCIAIS
Mais crédito imobiliário: Caixa amplia financiamento para imóveis acima de R$ 2,25 milhões com recursos da poupança. O banco havia suspendido o financiamento para esses valores em 2024 para priorizar imóveis mais baratos e atender um número maior de famílias.
IMPACTO SOCIOAMBIENTAL
Retorno financeiro não é o único foco: relatórios ESG se tornam prioridade para as empresas, diz estudo. O Reporting Matters Brasil avaliou 82 relatórios de sustentabilidade e concluiu que empresas estão mais maduras ao tratar do tema, com destaque para a Petrobras, Itaú, Suzano e outras 12 companhias.
SINAL AMARELO
Crise na Oncoclínicas (ONCO3) começa a respingar no crédito: Fitch rebaixa CRIs expostos à empresa. Agência corta notas de papéis emitidos por securitizadora que tem a rede de oncologia como devedora; entenda o rebaixamento.
O MELHOR DOS DOIS MUNDOS
Dividendos gordos e crescimento no horizonte: a Copel (CPLE3) entrega os dois, diz Safra. Com 25% da energia descontratada até 2028, elétrica pode capturar preços mais altos e ampliar crescimento.
INTERNACIONAL
Entre o caos e o milagre: tragédia resulta em chuva de dinheiro na Bolívia, mas que ninguém poderá usar. Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo.
BOIA SALVA-VIDAS
O aguardado aporte vem aí: Shell está disposta a injetar R$ 3,5 bilhões na Raízen, diz jornal. A Raízen, maior produtora global de açúcar e etanol de cana, está em dificuldades financeiras e precisa de uma injeção de capital de seus sócios para se manter de pé, avaliam especialistas.
TODO MUNDO ODEIA A OLIVE
Que mancada! Rede de supermercados reconfigura assistente de IA em meio a onda de ‘hate’. Assistente de inteligência artificial da Woolworths, chamada Olive, falava que era humana e reclamava de sua própria ‘mãe’.
LÍDER EM RANKING
De farmácia de manipulação a quase 4 mil lojas: as estratégias que levaram O Boticário ao topo do varejo de beleza. A marca brasileira fundada há quase 50 anos ocupa o primeiro lugar no ranking do estudo global da Euromonitor International.
MAIS ENERGIA
Com todo o gás: J&F, dos irmãos Batista, recebe autorização para compra da Logás, de logística e distribuição do combustível. A operação envolve a aquisição pela holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista de 90% das ações do capital social da Logás, que leva combustível a locais sem acesso a gasodutos.
MORDIDA DO LEÃO
IRPF na loteria: quanto você vai pagar de imposto de renda se ganhar o prêmio de R$ 160 milhões da Mega-Sena. Sorteio desta terça-feira pode fazer um ou muitos milionários, mas o caixa da Receita Federal também fica mais cheio a cada prêmio de loteria.
VEJA O RACIONAL DA OPERAÇÃO
Por que a RD Saúde (RADL3) decidiu dar ‘adeus’ à 4Bio Medicamentos? Veja os detalhes do negócio que deve movimentar R$ 600 milhões. Venda da subsidiária marca reavaliação estratégica: empresa abre mão de negócio bilionário em receita para fortalecer caixa, reduzir despesas financeiras e elevar o retorno sobre o capital.
BOMBARDEIO DOS EUA
Legendários presos em Dubai: quanto os participantes das excursões pagam pelos ‘desafios’. “TOP 1455 Track caminho no deserto” aconteceu entre 25 e 28 de fevereiro; ainda não há previsão para retorno dos “legendários” ao Brasil.
ESTAVA DE SAÍDA DA B3
Kepler Weber (KEPL3), centenária do agro, diz que venda para a norte-americana GPT foi cancelada; ações derretem na bolsa. Em fato relevante divulgado hoje (3), a companhia disse que os requisitos para a transação não foram cumpridos, em especial a assinatura do compromisso de voto entre a GPT e a gestora Trígono Capital, que tem 15,3% do capital da empresa.
PLANOS DE EXPANSÃO
Pague Menos (PGMN3) volta ao mercado seis meses após follow-on — e mira até R$ 900 milhões com nova captação na B3. Parte dos recursos vai para o caixa da companhia, enquanto acionistas aproveitam a janela para vender participação; veja os destaques da oferta.
O COELHO ESTÁ CHEGANDO
Quer fazer renda extra na Páscoa? Planejamento, qualidade e marketing fazem parte da ‘fórmula’ para ganhar dinheiro com chocolate. A data comemorativa já se aproxima e começa a movimentar o comércio; Veja como se preparar para aproveitar o período e faturar.
ARTE & HOSPITALIDADE
O design como protagonista: 7 hotéis brasileiros que estão redefinindo a hospitalidade autoral. Muito além da funcionalidade, estes espaços brasileiros trazem na arquitetura e na decoração autoral uma experiência de imersão para os hóspedes; confira a lista.
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta
Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje
Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]
Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs
Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual
Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje
Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026
Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras