O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com atraso de um trimestre, banco decide fazer provisões para o efeito coronavírus de R$ 3,2 bilhões, o que derrubou o lucro para R$ 2,136 bilhões
O Santander Brasil surpreendeu no resultado do primeiro trimestre deste ano ao ser o único entre os grandes bancos a registrar aumento no lucro. Os espanhóis teriam encontrado uma fórmula para escapar dos efeitos do coronavírus?
A resposta é não. O banco apenas evitou fazer provisões extras para o esperado aumento da inadimplência. Mas essa conta chegou no balanço publicado hoje.
O Santander registrou lucro líquido de R$ 2,136 bilhões, o que representa um tombo de 41% em relação ao segundo trimestre do ano passado e de 44,6% na comparação com os três primeiros meses de 2020.
Apesar da queda, o resultado ficou em linha com a projeção dos analistas, que apontava para um lucro de R$ 2,125 bilhões, de acordo com dados da Bloomberg.
A queda do lucro derrubou junto a rentabilidade do Santander para 12% no segundo trimestre, ante 21,3% do mesmo período de 2019 e 22,3% dos três primeiros meses do ano
Com atraso, o Santander decidiu seguir o procedimento dos concorrentes e fez provisões extraordinárias de R$ 3,2 bilhões para o "efeito coronavírus" no balanço.
Leia Também
Com a despesa extra para proteger o balanço do aumento da inadimplência, as provisões totais incluindo as que o banco faria naturalmente somaram R$ 6,5 bilhões – um aumento de 111% em relação ao segundo trimestre do ano passado.
O curioso é que o índice de inadimplência do Santander até caiu 0,5 ponto percentual e encerrou a primeira metade do ano em 2,5%, de acordo com o balanço divulgado na manhã desta quarta-feira.
A carteira de crédito ampliada do banco atingiu R$ 466,7 bilhões, o que representa um avanço de 18,4% em 12 meses e de 0,7% no trimestre.
O avanço foi puxado principalmente pelas operações com grandes empresas, que correram em busca de crédito para reforçar o caixa logo no início da crise.
A margem financeira, que inclui as receitas do banco com as operações de crédito descontado o custo de captação, aumentou 13,4% em relação ao segundo trimestre do ano passado, para R$ 13,6 bilhões.
Parte da melhora é explicada pelo resultado da tesouraria, que mais que dobrou e atingiu R$ 2,6 bilhões.
O aumento da concorrência e a crise provocada pelo coronavírus pressionaram as receitas do Santander com tarifas.
Os ganhos do banco com prestação de serviços recuaram 11,3% em relação ao segundo trimestre do ano passado e 8,5% no trimestre, para R$ 4,1 bilhões.
“Destacamos que o fechamento de um número relevante de nossas lojas no início do trimestre impactou significativamente determinadas receitas, nas quais já observamos uma melhora a partir de junho”, informou o Santander, no relatório que acompanha o balanço.
As despesas operacionais ficaram praticamente estáveis em relação ao segundo trimestre de 2019 e somaram R$ 5,2 bilhões. Na comparação com os três primeiros meses do ano, houve um recuo de 1,9%.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4