🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

1 de março de 2026
8:00 - atualizado às 15:17
Corredor retardatário representa ativo que ficou para trás
Diferentemente do mercado de ações, os fundos imobiliários registraram performance mais tímida em 2026. Imagem: Yutthana Gaetgeaw/iStock

Se 2026 fosse resumido em uma palavra, provavelmente seria intensidade. Em poucas semanas, o mercado precisou absorver uma sucessão incomum de eventos políticos, geopolíticos e monetários — dentro e fora do Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De início, o contexto geopolítico voltou aos holofotes, com conflitos envolvendo Venezuela e Oriente Médio.

Nos Estados Unidos, tarifas de importação foram invalidadas e renovadas em poucos dias. Na política monetária, um novo presidente foi indicado ao Federal Reserve (Fed).

Diante dessas mudanças e da revisão de perspectivas por parte dos investidores, empresas ligadas ao setor de tecnologia — mais especificamente software — sofrem forte correção de dois dígitos. Enquanto isso, a migração de recursos continua, e o dólar tem sido uma das vítimas desse movimento.

No Brasil, o cenário — influenciado por essa conjuntura — é bastante distinto. A entrada de capital estrangeiro na bolsa segue forte, com quase R$ 40 bilhões aportados no ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A perspectiva de eleições mais disputadas também tem animado os players locais, na margem. Além disso, o início do ciclo de corte de juros está previsto para março.

Leia Também

Com isso, o Ibovespa sobe 18% no acumulado do ano, o maior resultado para o bimestre em mais de 20 anos — lembrando que tivemos o Carnaval nesse meio-tempo.

E os fundos imobiliários?

Diferentemente do mercado de ações, os fundos imobiliários registraram performance mais tímida em 2026, com alta próxima de 3% para o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX).

Entre os motivos dessa performance, destaco a predominância do investimento estrangeiro nas empresas listadas, fator que influencia apenas parte do mercado de FIIs.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ademais, citaria dois fatores secundários. Há possivelmente um efeito decorrente do recuo mensal dos proventos anunciados em janeiro — movimento sazonal na indústria, proveniente da obrigatoriedade de distribuição semestral. Cerca de 25% dos integrantes do IFIX reduziram rendimentos no período.

Por fim, destaco o efeito pontual de potencial pressão vendedora sobre determinados fundos que realizaram emissões privadas nas últimas janelas.

O modelo de aquisição via “troca de cotas” pode promover concentração de passivo em alguns casos. Mesmo quando existem cláusulas de restrição à negociação, a simples expectativa de estoque a ser alienado pode gerar impactos de mercado.

Em termos relativos, nota-se que os fundos imobiliários ficaram para trás. Embora nem tudo configure oportunidade na indústria, interpreto que o início do ciclo de cortes de juros abre espaço para a montagem gradual de posição na categoria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

IFIX: quem largou na frente e quem ficou para trás

Olhando para o panorama setorial, os fundos de escritórios assumiram a liderança em 2026, com retorno médio de quase o dobro do IFIX.

Nesse caso, observamos certa discrepância de performance entre os integrantes da categoria, com recuperação mais intensa daqueles que encerraram o ano passado negociando a descontos excessivos.

Ainda nesse segmento, vale destacar o recente anúncio do Santander Brasil sobre a mudança de sede corporativa, em uma transação emblemática com potencial de área construída de 100 mil metros quadrados. Uma eventual aceleração no ritmo de M&A deve continuar trazendo fôlego adicional aos FIIs de lajes corporativas.

Também merece destaque o segmento de shopping centers neste início de ano. Além da performance operacional satisfatória, alguns fundos do setor — como Patria Malls (PMLL11) e Hedge Brasil Shoppings (HGBS11) — divulgaram movimentos de reciclagem de ativos com geração de ganho de capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O setor tradicionalmente se beneficia de ciclos de queda de juros, funcionando como veículo eficiente de captura de valorização imobiliária.

Desempenho setorial do IFIX no primeiro bimestre de 2026

Por outro lado, os fundos de logística e os híbridos caminham em velocidade mais moderada. Inclusive, aproveitamos o momento para publicar um conteúdo especial sobre o setor de galpões.

Também divulgamos nossa tese de investimentos para a categoria, reforçando uma visão construtiva para 2026. Em resumo, o mercado de galpões logísticos entra em uma fase relevante do ciclo, marcada por demanda estruturalmente sólida, oferta disciplinada e níveis de vacância reduzidos.

Apesar da alta dos aluguéis nas últimas janelas, os preços reais ainda não acompanham plenamente o custo de reposição, o que cria espaço para recomposição adicional, sobretudo no segmento premium.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fundos logísticos bem-posicionados tendem a capturar esse movimento ao longo das próximas revisões contratuais. O BTG Logística (BTLG11), indicado na última coluna, permanece como uma de nossas preferências no setor, diante da qualidade técnica dos imóveis, localização e potencial de geração de valor.

Na sequência, apresento outra preferência na categoria: Bresco Logística (BRCO11), um dos portfólios de maior qualidade do mercado.

Bresco Logística (BRCO11): uma das preferências em logística

O Bresco Logística (BRCO11) se destaca pela alta qualidade (A+) do seu portfólio, com um total de 14 galpões logísticos, distribuídos em seis diferentes estados.

Seu portfólio possui cerca de 67% da sua área bruta locável localizada no Sudeste do país, sendo 23% do total dentro do raio de 25 quilômetros da cidade de São Paulo, principal região para o segmento logístico nacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cabe mencionar que 71% dos imóveis estão estrategicamente posicionados perto dos grandes centros de consumo e são voltados para operações “last mile”, o que traz maior resiliência para o portfólio.

Dados do fundo imobiliários Bresco Logística (B

Entre os motivos da presença do BRCO11 neste relatório, destacamos a alta qualidade do seu portfólio (praticamente todo AAA), que tende a apresentar maior resiliência em cenários adversos.

Em geral, estimamos uma geração de renda interessante de 9,3% para os próximos 12 meses para o BRCO11, apoiada pela boa ocupação dos seus ativos e pela distribuição de ganho de capital de operação recente.

Antes que eu me esqueça: não deixe de reinvestir seus rendimentos!

Quando falamos em construção de patrimônio no longo prazo, poucas estratégias são tão poderosas — e ao mesmo tempo tão simples — quanto o reinvestimento de dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Seja em ações ou em FIIs, reinvestir os proventos recebidos acelera o crescimento da carteira por meio do efeito dos juros compostos — é o famoso movimento de bola de neve.

Em ações, esse mecanismo se combina ao crescimento do lucro das empresas. Uma companhia sólida que expande resultado e distribui proventos cria duas fontes de retorno: valorização e dividendos.

Quando o investidor reinveste esses pagamentos, ele aumenta gradualmente sua participação no negócio. O efeito é cumulativo: passa a receber dividendos sobre uma quantidade crescente de ações, potencializando o retorno total ao longo dos anos.

Nos fundos imobiliários, o fenômeno é ainda mais perceptível. Como os dividendos costumam ser mensais, o ciclo de reinvestimento é mais curto. Fundos distribuem resultados recorrentes, o que permite ao investidor transformar renda mensal em novas cotas com rapidez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao longo do tempo, essa dinâmica cria uma máquina de geração de renda crescente — não apenas porque o ativo paga dividendos, mas porque a quantidade de cotas aumenta.

A disciplina de aportes também gera um efeito favorável de realocação, no sentido de reduzir a dependência de timing e fortalecer a estratégia de longo prazo.

Naturalmente, há fases em que o reinvestimento deixa de ser viável — como no período de aposentadoria, quando o objetivo primordial da carteira passa a ser a geração de renda. Mas durante a etapa de acumulação patrimonial, reinvestir dividendos tende a ser uma das decisões mais impactantes que o investidor pode tomar.

No fim, a construção de patrimônio raramente acontece por movimentos espetaculares. Ela nasce de engrenagens silenciosas que trabalham por anos. O reinvestimento de dividendos é uma delas — simples, disciplinado e poderoso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para aqueles que não têm tempo para acompanhar os proventos e realizar o reinvestimento, existem algumas ferramentas que podem ajudar. Carteiras automatizadas, por exemplo, geralmente oferecem o serviço de reinvestimento automático.

Para posições discricionárias, o BTG Pactual criou uma funcionalidade chamada Reinvestimento Automático de dividendos. Com alguns cliques, é possível garantir que os proventos favoreçam o efeito bola de neve nos seus investimentos. Para ter acesso a essa novidade, basta entrar em contato com o seu assessor ou verificar em sua conta de investimentos.

Um abraço,
Caio

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

ALÉM DO CDB

Renda fixa: com prêmios apertados, chegou a hora de separar o joio do trigo no crédito privado

26 de fevereiro de 2026 - 17:35

Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Pausa para um anedótico — janeiro crava o ano para o Ibovespa? 

25 de fevereiro de 2026 - 19:58

Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A incerteza que vem de Trump, as armas do Mercado Livre (MELI34), e o que mais move os mercados hoje

24 de fevereiro de 2026 - 10:09

Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Derrota de Trump, volatilidade no mundo: a guerra comercial entra em nova fase 

24 de fevereiro de 2026 - 7:15

Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A carta curinga no jogo dos FIIs, a alta do petróleo, e o que mais movimenta o seu bolso hoje

20 de fevereiro de 2026 - 8:46

Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como saber seu perfil e evitar erros ao abrir uma franquia, a queda da Vale (VALE3) na bolsa, e o que mais movimenta o mercado hoje

19 de fevereiro de 2026 - 8:46

Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão

EXILE ON WALL STREET

Ruy Hungria: Não tenha medo da volatilidade 

18 de fevereiro de 2026 - 20:00

Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja quando as small caps voltarão a ter destaque na bolsa, liquidação do banco Pleno e o que mais afeta os mercados hoje

18 de fevereiro de 2026 - 8:39

Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos mais “fora da caixa” da bolsa, propostas para a Raízen, Receita de olho no seu cartão, e o que mais você precisa ler hoje

16 de fevereiro de 2026 - 8:08

Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval

VISÃO 360

A hora da Cigarra: um guia para gastar (bem) seu dinheiro — e não se matar de trabalhar

15 de fevereiro de 2026 - 8:01

Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Zuck está de mudança: o projeto californiano que está deslocando o eixo dos bilionários nos EUA

14 de fevereiro de 2026 - 9:02

Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Por que Einstein teria Eneva (ENEV3) na carteira, balanço de Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e outras notícias para ler antes de investir

13 de fevereiro de 2026 - 8:52

Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar