O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Risco-Brasil medido pelo CDS de cinco anos dispara mais de 100 pontos nesta manhã, para maior nível desde agosto de 2018. Juros futuros fecharam em forte alta
O risco-país disparou na quinta-feira (12). O Credit Default Swap (CDS) de cinco anos do Brasil, título que funciona como uma espécie de seguro contra o risco do país, subiu mais de 100 pontos e bateu 352 pontos às 12:00. No fim da noite de ontem, o CDS estava em 225 pontos.
Trata-se do maior patamar desde agosto de 2018, quando as incertezas em torno das eleições presidenciais brasileiras elevou o risco-país. Às 16:51, o indicador do risco país estava em 309 pontos.
Os juros futuros brasileiros dispararam nesta quinta-feira, depois que o Congresso impôs uma derrota importante ao governo, derrubando o veto do presidente Jair Bolsonaro à ampliação do Benefício de Prestação Continuada (BPC), criando um gasto adicional de R$ 20 bilhões neste ano no orçamento federal.
Às 16:43, os juros futuros com vencimento em janeiro de 2021 subiam para 4,81%, ante 4,215% ontem; os juros para janeiro de 2022 operavam em alta de 5,032% para 5,98%; e os juros para janeiro de 2027 avançavam de 7,602% para 8,46%. Tais patamares representam uma precificação de elevações na Selic ainda neste ano, embora boa parte do mercado ainda acredite em novos cortes.
A volatilidade do mercado de juros está tão forte que o Tesouro Direto nem chegou a abrir e o Tesouro Nacional começou a intervir no mercado com leilões de recompra de títulos.
Os juros, no entanto, já vinham pressionados por causa da disparada do dólar e aumento da aversão a risco devido ao avanço do coronavírus. Os mercados de ações operam em queda no mundo todo depois que o presidente americano Donald Trump suspendeu viagens entre Estados Unidos e Europa, e o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas de juros inalteradas, surpreendendo os investidores, que esperavam corte.
Leia Também
A bolsa brasileira acionou o circuit breaker duas vezes pela manhã, depois de cair 10% e depois 15%. O "botão de pânico" da bolsa paralisa as negociações quando a volatilidade atinge níveis muito altos.
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra