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A LOG fica com a maior parte da distribuição aos acionistas, ou R$ 278,5 milhões; Rede D´Or já havia anunciado pagamento de proventos e agora renova a recompra de ações
A semana começa com novos anúncios de pagamento de dividendos aos acionistas. Desta vez, a LOG CP (LOGG3), a Blau Farmacêutica (BLAU3) e a Vamos (VAMO3) anunciaram a distribuição de mais de R$ 500 milhões em proventos. A segunda-feira (15) também foi marcada pela aprovação de uma recompra de ações pela Rede D´Or (RDOR3).
A maior fatia dos dividendos anunciados corresponde à LOG: R$ 278,5 milhões, que serão pagos em 29 de dezembro de 2025.
Os acionistas que estiverem na base acionária da companhia em 18 de dezembro de 2025 terão direito a receber. A partir do dia 19, as ações serão negociadas na condição "ex-direitos" e passarão por um ajuste na cotação referente aos proventos já alocados.
Então você pode optar por comprar a ação agora e ter direito aos dividendos ou esperar a data de corte e adquirir os papéis por um valor menor, mas sem o direito aos proventos.
Já o conselho de administração da Vamos aprovou a distribuição de R$ 150 milhões na forma de juros sobre capital próprio (JCP), a R$ 0,140701568 por ação. O pagamento será realizado em 02 de abril de 2026, “ad referendum” da Assembleia Geral Ordinária que aprovar as contas do exercício de 2025.
Farão jus aos juros sobre o capital próprio, que implicam na incidência de 15% de imposto de renda retido na fonte, os detentores de ações que estiverem na base da companhia em 18 de dezembro. As ações passam a ser negociadas “ex-JCP” a partir do dia 19 deste mês.
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A Blau Farmacêutica, por sua vez, aprovou a distribuição de R$ 100 milhões em dividendos intermediários. Desconsideradas as ações em tesouraria, o valor bruto por ação será de R$ 0,562.
Terão direito ao recebimento os acionistas posicionados na base da companhia em 18 de dezembro de 2025. A partir de 19 de dezembro, as ações passam a ser negociadas na condição de ex-direitos.
Segundo a companhia, o pagamento dos dividendos será realizado no prazo de até três anos, contado da data de declaração, ou seja, até 15 de dezembro de 2028. Não haverá atualização monetária nem incidência de juros entre a data de declaração e o efetivo pagamento.
As datas específicas de pagamento ainda serão divulgadas pela companhia por meio de aviso aos acionistas, diz o fato relevante. Os dividendos intermediários serão imputados ao dividendo obrigatório referente ao exercício social de 2025, conforme previsto no estatuto social e na legislação vigente.
Nem só de dividendos vive o noticiário do fim do ano. A Rede D’or (RDOR3), por exemplo, aprovou nesta segunda-feira (15) um novo programa de recompra de até 20 milhões de ações, com limite financeiro de R$ 1 bilhão.
O plano terá duração de 12 meses, entre 16 de dezembro de 2025 e 15 de dezembro de 2026, e prevê a aquisição de papéis para manutenção em tesouraria, com posterior cancelamento ou alienação.
As operações serão intermediadas por Bradesco, BTG Pactual e Itaú, e financiadas por reservas de lucro e de capital disponíveis, em conformidade com as regras da CVM, disse a companhia.
O volume total de ações em tesouraria, somado às novas recompras, respeitará o limite de menos de 10% das ações em circulação, acrescentou.
No mesmo comunicado desta segunda, a Rede D’or anunciou o encerramento do segundo programa de recompra, no qual adquiriu 18,265 milhões de ações a um custo médio de R$ 27,37 por papel. Esses papéis, equivalentes a 0,80% do capital social, permanecerão em tesouraria para eventual alienação ou cancelamento.
Na sexta-feira (12), a companhia informou que pagará R$ 8,12 bilhões em proventos aos acionistas. O montante inclui juros sobre capital próprio (JCP), dividendos intermediários e dividendos intercalares.
*Com informações do Money Times
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