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Isabelle Santos

Isabelle Santos

Comunicóloga formada pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). É redatora do Money Times, Seu Dinheiro e Empiricus.

Conteúdo Empiricus

Enquanto Polymarket mostra o mercado receoso com os acordos entres Estados Unidos e Irã, ‘prêmio geopolítico’ segue ‘na mesa’

Com o risco ainda embutido nos ativos globais, ‘convocação’ da Empiricus reforça a necessidade de posicionamento estratégico

Isabelle Santos
Isabelle Santos
1 de maio de 2026
9:00 - atualizado às 17:33
Polymarket; geopolítica
Imagem: Canva

Em meio a um cenário de tensões prolongadas, o Irã apresentou uma nova proposta aos Estados Unidos. Entre os pontos, está a reabertura do Estreito de Ormuz — um movimento que, em tese, deveria animar os mercados. Apesar disso, apostas no Polymarket, plataforma de contratos futuros, mostram que os mercados seguem reticentes.

Com mais de US$ 31 milhões em apostas, o contrato de reabertura do Estreito apontava uma probabilidade abaixo de 1% de que isso ocorra até 30 de abril. Isso sugere que a confiança na concretização do acordo ainda é limitada — ao menos até esta terça-feira (28).

Da mesma forma, os contratos para que um acordo definitivo de paz e um acordo nuclear ocorram até 30 de abril registravam 1% de probabilidade, com apostas de US$ 66 milhões e US$ 2 milhões, respectivamente.

Assim, as apostas no Polymarket sugerem que ainda há muito ceticismo quanto a uma normalização estrutural da relação entre os países. Para Matheus Spiess, analista macroeconômico da Empiricus Research, “a leitura é simples: [...] o prêmio geopolítico continua presente.”

  • CONVOCATÓRIA EMPIRICUS: no dia 4 de maio, a Empiricus vai revelar como ter acesso à estratégia para buscar se posicionar no atual contexto geopolítico. Veja como atender a esta convocação

Apenas quem está disposto a fazer isto poderá capturar o ‘prêmio geopolítico’

O acordo do Irã encaminhado aos Estados Unidos deixou de fora as discussões sobre o programa nuclear. Segundo Spiess, este é o principal ponto de tensão entre os países e, sem uma solução definitiva, as incertezas seguem relevantes no horizonte.

A visão do analista conversa diretamente com as apostas do mercado no Polymarket. A probabilidade de um acordo nuclear entre os países até 30 de junho é de apenas 35%.

O mesmo se observa em relação às expectativas da reabertura do Estreito e acordo e nuclear. Para esses contratos, as chances de uma resolução positiva até 31 de maio são de 42% e 30%, respectivamente.

Na última segunda (27), em sua newsletter diária, Spiess destacou que, por causa desse cenário de dúvidas em relação ao desfecho do conflito, o prêmio geopolítico segue presente.

Na prática, isso significa que o atual cenário macroeconômico cria distorções de preço, e o mercado está exigindo um custo extra para navegar em meio a tanta incerteza.

E é justamente nesse ambiente que o investidor disposto a se posicionar poderá encontrar espaço para estratégias que capturam esse “excesso” de precificação e ter retornos acima da média.

Nesse sentido, no dia 4 de maio, a Empiricus fará uma "convocação" para os investidores que, diante do atual contexto geopolítico, desejam se posicionar estrategicamente e ter a chance de buscar oportunidades “fora do radar”.

Você foi convocado: saiba como investir com estratégia para aproveitar as oportunidades do atual cenário geopolítico

O conflito no Oriente Médio já está impactando as cadeias energéticas, a inflação ao redor do mundo e o seu dinheiro. Por isso, você não pode permanecer como se nada tivesse mudado.

Matheus Spiess reforça que estamos vivendo em um mundo mais instável, fragmentado e dependente de recursos reais. Essas são características que observamos em todas as mudanças de ordem geopolítica ao longo da história. Assim, “mesmo na hipótese de um entendimento pontual, os efeitos econômicos tenderiam a ser prolongados.” diz o analista.

Além disso, ele aponta que, antes mesmo do conflito, já estava acontecendo um movimento reorganização das cadeias globais, mais investimento em infraestrutura e pressão inflacionária persistente. E nesse cenário, “quem não se movimenta, fica para trás.”.

Segundo Matheus, desde 2025 a Empiricus tem observado esse movimento de mudança estrutural global e adotado posições estratégicas para buscar capturar o prêmio geopolítico.

Assim, enquanto muitos investidores optaram por permanecer na poupança ou no CDI, quem seguiu à risca algumas das recomendações da casa teve a chance de capturar um retorno de até 73% em algumas carteiras.

Na prática, estamos falando de um retorno até 10 vezes maior que os 7,5% da poupança e 5 vezes acima dos 14,3% do CDI. Contudo, como dito anteriormente, ainda há um prêmio geopolítico “na mesa” e, por isso, a Empiricus está "convocando" os investidores interessados.

No dia 4 de maio, a casa vai abrir uma nova oportunidade para os investidores que querem se posicionar de forma estratégica, em busca de ganhos financeiros. Assim, para estar entre os “convocados”, basta clicar no link abaixo e mostrar o seu interesse:

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