Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

RESULTADO

Bradesco (BBDC4): lucro de R$ 6,8 bilhões no 1T26 mostra que a recuperação está de pé — dá para acelerar?

Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital, mas ADRs XXXX em Wall Street; confira os destaques do balanço

Camille Lima
Camille Lima
6 de maio de 2026
18:03 - atualizado às 18:39
Agência do Banco Bradesco (BBDC4) | Dividendos
Banco Bradesco (BBDC4) - Imagem: Estadão Conteúdo/Ricardo Lisboa

O Bradesco (BBDC4) desembarca na temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) com a missão nada trivial de convencer o mercado de que a recuperação ganhou tração. Nesta safra, o banco registrou um lucro líquido recorrente de R$ 6,81 bilhões no período.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O número veio levemente acima do consenso de mercado, que previa um lucro médio de R$ 6,652 bilhões, segundo estimativas compiladas pela Bloomberg.  

O resultado também representa uma alta de 16,1% em relação ao mesmo período do ano passado e uma variação de 4,5% frente ao trimestre anterior. Trata-se ainda do nono trimestre consecutivo de melhora gradual nos resultados do banco. 

"O ano começou em ritmo acelerado para o Bradesco, e o bom desempenho das nossas receitas é prova disso. Avançamos com cautela. O cenário macro piorou, vimos guerra, e ainda assim gerimos bem os riscos, preservamos a qualidade dos nossos ativos, reforçamos o nosso balanço, aproveitamos as oportunidades que apareceram e aumentamos a nossa rentabilidade”, disse o CEO, Marcelo Noronha, em nota à imprensa.

A reação inicial do mercado é positiva em um primeiro momento. Os ADRs (depósitos de ações) do Bradesco avançam 1,55% na primeira hora da divulgação do balanço, em meio ao after market em Wall Street.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De olho na rentabilidade

Como tem sido regra na leitura do mercado, o foco dos investidores vai além do lucro. A rentabilidade continua no centro da tese de turnaround

Leia Também

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) do Bradesco ficou em 15,8% no primeiro trimestre, também superando a expectativa dos analistas, de 15,4%.  

A cifra representa uma alta de 0,6 ponto percentual na comparação trimestral e uma variação de 1,4 p.p em relação ao mesmo período de 2025. 

Mesmo com a melhora sequencial, o banco ainda opera abaixo do patamar de rentabilidade observado nos principais concorrentes. Para efeito de comparação, o Santander Brasil (SANB11) encerrou o trimestre com ROE de 16%, enquanto o Itaú Unibanco (ITUB4) entregou uma rentabilidade de 24,8%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, apesar da melhora, o Bradesco ainda não está disposto a colocar o pé no acelerador, afirmou o CEO. Para ele, o banco está no caminho certo rumo ao turnaround, e este será um ano "superimportante" para a transformação da instituição. “Começamos o ano em ritmo acelerado. Estamos otimistas, mas com cautela", disse o executivo.

Uma lupa na carteira de crédito do Bradesco – e na inadimplência 

Se há um ponto que ajuda a explicar o ritmo dessa recuperação, ele está na forma como o banco vem conduzindo sua carteira de crédito.  

O Bradesco manteve a postura mais conservadora na concessão, priorizando operações com garantias e clientes de maior renda. A estratégia funciona como um amortecedor em momentos de maior incerteza, protegendo a qualidade dos ativos, mas limita uma expansão mais acelerada da carteira.  

"Nosso apetite ao risco continua moderado, com viés para mais conservador, em função do acompanhamento dos indicadores de mercado sobre inadimplência, que apresentaram certa degradação, em particular no agronegócio e algumas modalidades", afirma o banco, em nota no balanço.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No primeiro trimestre, a carteira de crédito expandida cresceu 8,4% na comparação anual e 0,1% frente ao trimestre anterior, encerrando o período em R$ 1,09 trilhão. 

Já o percentual de crédito com garantia alcançou a marca de 60,8%, crescimento de 3,8 p.p nos últimos 12 meses.

Do lado da inadimplência, os indicadores permaneceram sob controle. O índice de atrasos acima de 90 dias ficou praticamente estável em 4,2%, com leve recuo de 0,1 ponto percentual em relação a 2025 e tímida alta de 0,1 p.p na comparação trimestral. 

Segundo o banco, o leve aumento dos atrasos longos é reflexo da performance em micro, pequenas e médias empresas (MPME), influenciada pelas operações de capital de giro com garantias, que possuem uma dinâmica específica de recuperação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Bradesco ainda afirmou que tem "produzido novas safras de crédito com qualidade", embora tenha observado "alguma piora" no portfólio de crédito rural de operações antigas para pessoas físicas e jurídicas.

Além disso, o banco afirma que os ativos problemáticos da carteira reestruturada continuaram a diminuir, o que levou a uma nova redução da participação das operações em Estágio 3 da carteira.

Em meio a esse cenário, as despesas expandidas com provisões para perdas no crédito (PDD) — o colchão que os bancos mantêm para absorver eventuais calotes — do Bradesco saltaram no trimestre.

O indicador avançou 26,5% na comparação anual e 9,5% frente ao trimestre anterior, totalizando R$ 9,66 bilhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o custo do crédito atingiu a marca de 3,5%, 0,3 p.p acima do último trimestre e 0,5 p.p maior do que o mesmo intervalo de 2025. Segundo o banco, o aumento reflete "casos pontuais no segmento de atacado e maior custo de crédito do massificado", isto é, para clientes de baixa renda.

"Parte do aumento do custo de crédito no massificado está relacionado a operações com programas
emergenciais, dada sua dinâmica de provisionamento versus prazo de recebimento, crédito rural de safras mais antigas, redução das operações em estágio 3 e da carteira reestruturada", diz a instituição.

Dessa forma, a expansão do indicador também é reflexo do reforço de balanço do Bradesco para casos específicos de inadimplência no segmento de Grandes Empresas e a cobertura da movimentação de Estágio 3 acima de 100%, segundo o banco.

Outros destaques do balanço do Bradesco (BBDC4) 

Na linha de receitas, a margem financeira — que mede a diferença entre o que o banco ganha ao emprestar e o que paga para captar recursos — somou R$ 20,05 bilhões no trimestre, uma alta de 16,4% em relação ao primeiro trimestre de 2025 e de 4,2% na base trimestral. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dentro desse número, a margem com clientes avançou 16,3% na comparação anual, totalizando R$ 19,49 bilhões, reflexo do aumento do volume médio das operações de crédito e dos spreads com demais operações com clientes.

Por sua vez, a margem financeira com o mercado — ligada às operações de tesouraria — registrou expansão de 19,7% na comparação anual e de quase 340% frente ao trimestre anterior, somando R$ 553 milhões. 

Segundo o banco, o desempenho é resultado da performance de ALM (gestão de ativos e passivos) e das mesas de arbitragem.

Tarifas crescem, despesas seguem no radar 

As receitas do Bradesco com tarifas e prestação de serviços subiram 6,2% no período em relação ao ano passado, mas caíram 6,4% na comparação trimestral, a R$ 10,37 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estamos ganhando produtividade e aumentando as receitas de forma diversificada. Hoje, fazemos mais com menos”, disse o CEO. 

Do lado das despesas, o banco registrou gastos operacionais de R$ 16,17 bilhões, um aumento de 7,8% na base anual e queda de 4,6% frente ao trimestre passado.

O banco destaca que as despesas operacionais seguem controladas, mesmo considerando os investimentos no plano de transformação da instituição, especialmente em tecnologia.

"Estamos investindo muito em tecnologia, em pessoas, na nossa transformação. Essa agenda veio para ficar e a tendência é que a nossa produtividade continue a evoluir", acrescentou Noronha.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A força da nova BradSaúde  

Se há uma frente que segue entregando resultados consistentes dentro do grupo, ela atende agora por um novo nome: BradSaúde (SAUD3)

A recém-estruturada holding — que reúne os ativos de saúde do Bradesco — estreou com lucro líquido consolidado de R$ 1,3 bilhão e uma rentabilidade anualizada (ROAE) de 24,8%

Os números por si só já chamam atenção. Mas o principal argumento da companhia não está apenas nos resultados atuais, e sim no que pode vir a partir da integração dos negócios. 

"Estamos destravando valor no Bradesco. A Bradsaúde nasceu, é realidade, um passo histórico", afirmou o CEO do Bradesco. "Seu potencial em saúde é incrível, e há também benefícios consequentes para a organização." 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O movimento consolida três frentes relevantes que, até então, operavam de forma mais independente: Odontoprev, Bradesco Saúde e Atlântica Hospitais. 

Separadas, essas operações já apresentavam crescimento consistente. Juntas, passam a formar um ecossistema mais integrado, com potencial de capturar sinergias, ampliar a oferta de produtos e melhorar a eficiência ao longo da cadeia de valor. 

Na prática, a aposta é que a combinação desses ativos permita destravar novas avenidas de crescimento e rentabilidade, ainda não totalmente refletidas nos números atuais.

*Conteúdo em atualização.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A FÓRMULA DO ITAÚ

Itaú (ITUB4) dribla inadimplência outra vez — e CEO revela o ‘segredo’ para crescer sem perder a mão no crédito em 2026

6 de maio de 2026 - 11:08

Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco

RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

GPA (PCAR3) pode respirar aliviado: varejista aprova renegociação de dívidas, mas há um risco para os acionistas no futuro

6 de maio de 2026 - 9:46

Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro

TERMÔMETRO DO RESULTADO

Bradesco (BBDC4) vira o jogo? Banco entra no 1T26 como a aposta da vez — e analistas revelam se vale a pena comprar as ações

6 de maio de 2026 - 7:22

Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026

REORGANIZANDO O CAIXA

Allos (ALOS3) recicla portfólio e mira shoppings que vendem mais

5 de maio de 2026 - 19:37

Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional

TEMPORADA DE RESULTADOS

Tenda (TEND3) mais do que dobra lucro no primeiro trimestre, enquanto Alea dá ‘sinais de vida’; veja os destaques do balanço

5 de maio de 2026 - 18:23

O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas

RESULTADO

Itaú Unibanco (ITUB4) entrega o esperado — e um pouco mais — na largada de 2026, com rentabilidade de quase 25% no 1T26

5 de maio de 2026 - 18:21

Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço

VAI PINGAR NA CONTA

Dividendos da Petrobras (PETR4) podem somar até US$ 2,3 bilhões no 1T26, diz Citi; estatal não é a única aposta do banco no setor

5 de maio de 2026 - 17:36

O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes

VOTO DE CONFIANÇA

IRB (IRBR3) respira: dividendo de volta e sinistralidade domada fazem ação ignorar lucro menor e subir mais de 3%

5 de maio de 2026 - 13:00

Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis

PODE ABRIR A LATINHA

Ambev (ABEV3) faz golaço nos resultados às vésperas da Copa do Mundo, e ações disparam; entenda os motivos da comemoração

5 de maio de 2026 - 12:20

A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados

NOVA PROMESSA DA BOLSA

BradSaúde (SAUD3) desembarca na B3: nova gigante da saúde estreia forte — e CEO já mira o que pode destravar valor daqui para frente

5 de maio de 2026 - 12:12

Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro

PRÉVIA DO BALANÇO

Nem o melhor da turma escapa: Itaú (ITUB4) deve ter resultado mais fraco no 1T26. Isso muda tese para as ações?

5 de maio de 2026 - 9:11

Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco

QUEM GANHA E QUEM PERDE

Direcional (DIRR3), MRV (MRVE3), Cury (CURY3): o que esperar das construtoras no 1T26, segundo o Santander

5 de maio de 2026 - 9:07

O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços

FOCO NO ALICERCE

A estratégia por trás da venda da Telhanorte: dona da Quartzolit sai do balcão de vendas, mas segue no canteiro de obras

4 de maio de 2026 - 19:54

Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.

DO CASHBACK AO BITCOIN

Méliuz (CASH3) acelera recompra e aposta em Bitcoin para destravar valor — mercado ainda não comprou a tese?

4 de maio de 2026 - 19:39

Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista

FÔLEGO RENOVADO

O balão de oxigênio que a Kora Saúde (KRSA3) precisava acaba de ser entregue pela Justiça

4 de maio de 2026 - 19:25

Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão

BALANÇO

O teste de fogo da BradSaúde: nova gigante que substitui a Odontoprev (ODPV3) estreia com lucro de R$ 1,3 bilhão e ROE de 24% no 1T26

4 de maio de 2026 - 19:18

Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço

BALANÇO

O pior ficou para trás? Lucro da BB Seguridade (BBSE3) sobe 11,2% e chega a R$ 2,2 bilhões; confira os números do 1T26

4 de maio de 2026 - 18:45

No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio

PROVENTOS TURBINADOS

Petrobras (PETR4) deve entregar trimestre forte e dividendos robustos, diz BTG; preço-alvo do ADR sobe para US$ 25

4 de maio de 2026 - 15:51

Produção recorde, petróleo mais caro e geração de caixa elevada sustentam expectativa de proventos no 1T26

MAIS UM RECORDE

Embraer (EMBJ3) assina o maior contrato militar até hoje, com os Emirados Árabes Unidos, e ações sobem na bolsa

4 de maio de 2026 - 14:33

O Citi estima o pedido em torno de US$ 700 milhões, cerca de 16% de toda a carteira de pedidos firmes da divisão de defesa da fabricante brasileira de aeronaves, segundo o Broadcast

US$ 55,5 BILHÕES NA MESA

Delírio ou oportunidade? GameStop (GME) quer perder a fama de ‘meme stock’ ao comprar eBay para rivalizar com a Amazon

4 de maio de 2026 - 12:22

A varejista de jogos fez proposta de compra sobre a empresa de e-commerce com valor de mercado quatro vezes maior; qual é o plano da GameStop?

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia