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De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
A Cemig (CMIG4) fez dois anúncios importantes de uma tacada só: reportou os seus resultados do primeiro trimestre do ano e a eleição de um novo executivo para o cargo de CEO.
A empresa de energia elétrica registrou um lucro líquido de R$ 979 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), uma queda de 5,8% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço divulgado na noite de quinta-feira (7).
A companhia apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda consolidado de R$ 1,79 bilhão, recuo de 2,1% sobre o primeiro trimestre de 2025 e abaixo das estimativas dos analistas de R$ 1,9 bilhão, conforme dados da LSEG. A receita do grupo, porém, cresceu 6,3% em um ano, para R$ 10,46 bilhões.
A Cemig também informou que seu Conselho de Administração aprovou a eleição de Alexandre Ramos Peixoto para o cargo de presidente-executivo (CEO).
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes, fortalecendo a posição estratégica da Cemig e contribuindo para a geração de valor aos acionistas.
Peixoto é engenheiro de carreira da empresa, com formação em Engenharia de Qualidade e Gestão pela PUC Minas e em Gestão e Planejamento Estratégico pela UFMG, além de MBA em áreas relacionadas ao setor energético.
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A Cemig destacou ainda que o executivo acumula experiência no setor elétrico nacional, com passagens pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Desde 2023, ele ocupa a presidência do Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Antes disso, Peixoto exerceu o cargo de diretor de Regulação e Relações Institucionais da Cemig.
A Cemig, empresa de energia elétrica, tem atuação concentrada em Minas Gerais, com 774 municípios e 9,5 milhões de consumidores atendidos. Sua área de concessão cobre 97% do território do estado.
A empresa tem mais de 5 mil km de rede de transmissão, 32 hidrelétricas, duas eólicas e 22 estações de energia solar.
Suas subsidiárias atuam na geração, transmissão e distribuição de energia, além de atuar no mercado livre de energia elétrica.
Ela é dona da Cemig SIM, com foco em geração distribuída por meio de energia solar por assinatura, e da Taesa, um dos maiores grupos privados de transmissão de energia elétrica do Brasil. Também é distribuidora exclusiva de gás natural canalizado em MGcom a Gasmig.
A companhia deve investir até R$ 40 bilhões até 2029, priorizando a área de distribuição de energia.
A mudança marca uma virada no modelo de negócios da companhia, que deixou de priorizar participações minoritárias em outros estados para reforçar sua atuação onde tem maior expertise.
Entre os principais projetos, a Cemig prevê a construção de 200 novas subestações — das quais 150 já foram entregues — e a instalação de cerca de 30 mil quilômetros de redes trifásicas, com foco no setor agropecuário.
Nos últimos anos, a empresa buscou fazer desinvestimentos de ativos menos estratégicos, como participação na Light, Renova Energia e Taesa. Em 2024, vendeu sua participação de 45% na Aliança Energia para a Vale por 2,7 bilhões.
A empresa, fundada em 1952 pelo então governador Juscelino Kubitschek, começou a ser negociada na bolsa de valores de Minas Gerais em 1960. Já em 1972, passou a ser listada na Bovespa, hoje B3.
Atualmente, o governo do estado tem participação de 17,04% no capital social da empresa, com 50,97% das ações ordinárias, enquanto 62,35% das ações estão em circulação no mercado.
Desde 2024, o governo tem falado sobre a privatização da empresa. O plano do governo do estado é transformar a empresa em corporation, sem controlador definido, mas o andamento desse processo deve ser travado por causa das eleições deste ano.
Com Money Times
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