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O conselho da Prio também aprovou o cancelamento de 26.890.385 ações ordinárias mantidas em tesouraria, sem redução do capital social
Dar presentes de Natal pode ser uma tarefa complicada. Afinal, equilibrar preço com os gostos de cada presenteado exige esforço. Mas, no caso da Prio (PRIO3), o conselho de administração encontrou um jeitinho de agradar os acionistas: aprovando a criação de um novo programa de recompra de até 86,9 milhões de ações da companhia, segundo o fato relevante enviado ao mercado.
O conselho também aprovou a negociação de contratos derivativos com liquidação física ou financeira, referenciados em ações de emissão da Prio, representando até 10% do total de ações.
Algumas dessas ações recompradas, bem como as ações em tesouraria no mercado, serão permanentemente canceladas. Com isso, a empresa valoriza os papéis que estão em circulação.
Vale lembrar que um programa de recompra pode ter diversas motivações, como a crença pela empresa de que as ações estão baratas, distribuição de ações aos executivos como bônus sem a emissão de novos papéis e geração de valor ao acionista.
Segundo a Prio, a companhia busca aplicar os recursos disponíveis para maximizar a geração de valor aos acionistas, através de uma eficiente administração da estrutura de capital.
As negociações dentro do programa poderão ser realizadas pelo prazo máximo de 18 meses, contados até o dia 17 de junho de 2027, diz o fato relevante.
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O conselho da Prio também aprovou na quarta, 17, o cancelamento de 26.890.385 ações ordinárias mantidas em tesouraria, sem redução do capital social, adquiridas por meio de seu último programa de recompra de ações.
Nesse movimento, as ações mantidas em tesouraria representam uma retirada desses papéis do mercado por opção da companhia, normalmente decorrente de um programa de recompra de ações.
Há uma limitação de 10% do total de ações da companhia que podem ser mantidas em tesourarias. Vale lembrar que elas, enquanto “guardadas”, não possuem direito a voto em assembleias e nem a dividendos.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria — como anunciado pela Prio —, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte das ações foram canceladas.
Com isso, podem ocorrer o aumento de dividendos por ação, já que o número de papéis é menor, e impacto em outros indicadores, como o lucro por ação.
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