O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Da baixa à alta renda, as construtoras terão resultados mistos nesse primeiro trimestre de 2026 (1T26). As expectativas, segundo o Santander, são de “resultados mistos”, com as companhias sentindo o impacto negativo da alta do petróleo nos custos de construção.
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços.
No segmento de baixa renda, apoiado especialmente pelo programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (MCMV), a instituição diz que, ao considerar apenas as margens brutas, Direcional (DIRR3), MRV (MRVE3) e Tenda (TEND3) devem apresentar relativa estabilidade nos números.
Já Cury (CURY3) e Plano&Plano (PLPL3) tendem a mostrar compressão na comparação trimestral, pressionadas por descontos nas vendas e revisões de orçamento.
A Tenda abre a temporada de divulgação do setor nesta terça-feira (5), após o fechamento do mercado, com expectativa de números sólidos. O Santander projeta receita líquida de R$ 1,2 bilhão, alta de 40% em um ano, impulsionada por pré-vendas mais fortes.
Segundo o banco, a margem bruta consolidada da companhia deve atingir 31,4%, avanço de 1,4 ponto percentual frente ao trimestre anterior, com estabilidade na operação principal, mas impacto negativo ainda vindo da subsidiária Alea.
Leia Também
Para a Direcional, a expectativa também é positiva. A casa projeta receita de R$ 1,2 bilhão (+28,6% em um ano), com margens estáveis em 40,7%.
Já a MRV deve ter um 1T26 mais fraco. Isso porque, de acordo com a instituição, apesar do avanço de receita — estimada em R$ 2,67 bilhões (+18,6% em um ano) — o lucro líquido tende a cair na comparação trimestral, pressionado por despesas financeiras mais elevadas.
Segundo o Santander, no consolidado, o grupo MRV&Co deve registrar prejuízo, ainda refletindo perdas na Resia, a operação norte-americana.
A Cury, por sua vez, deve apresentar crescimento de receita e lucro, mesmo com pressão de custos. O Santander estima receita líquida de R$ 1,6 bilhão (+27,9% em um ano), com avanço das obras e bom desempenho de vendas compensando a revisão de orçamentos.
Já a Plano&Plano deve ter um dos trimestres mais fracos entre os pares. A casa projeta lucro líquido de R$ 41,6 milhões, queda anual de mais de 50%, afetado por crescimento mais lento e pressão nas margens, diante de descontos nas vendas.
No segmento de médio e alto padrão, o Santander acredita que a Moura Dubeux (MDNE3) deverá se destacar em termos gerais, enquanto a Cyrela (CYRE3) pode apresentar resultados razoáveis.
Por outro lado, a Eztec (EZTC3) tende a mostrar compressão de margem, apesar do bom desempenho em vendas, impactada pela maior participação de projetos recentes.
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio
Produção recorde, petróleo mais caro e geração de caixa elevada sustentam expectativa de proventos no 1T26
O Citi estima o pedido em torno de US$ 700 milhões, cerca de 16% de toda a carteira de pedidos firmes da divisão de defesa da fabricante brasileira de aeronaves, segundo o Broadcast
A varejista de jogos fez proposta de compra sobre a empresa de e-commerce com valor de mercado quatro vezes maior; qual é o plano da GameStop?
A operação “reforça o compromisso da Axia Energia com a otimização de participações minoritárias”, disse a ex-Eletrobras em fato relevante
Resultado dos três primeiros meses do ano marca estreia da BradSaúde, enquanto mercado tenta entender quanto vale a nova plataforma de saúde do Bradesco; descubra o que esperar
Queda de demanda, piora na hidrologia e avanço dos preços de energia marcaram o período, favorecendo empresas mais expostas ao mercado de curto prazo
Cenário mistura desafios para instituições financeiras e oportunidades para empresas expostas a petróleo e mercado externo
Durante homenagem, o megainvestidor destacou a trajetória da Apple e elogiou a liderança de Tim Cook após a morte de Steve Jobs
A expectativa da companhia aérea era sair da proteção contra falência no meio de 2026, mas ainda apresentava muitos problemas
Localizada no pré-sal da Bacia de Santos, plataforma tem capacidade de 180 mil barris de óleo
Com inauguração da sala VIP nesta sexta (1), Banco do Brasil se junta a bancos como Bradesco, Nubank, BTG Pactual e C6, que têm espaços premium no aeroporto
Com tensões no Oriente Médio e alta do preço do petróleo, combustível para aviões passa por novo aumento; Petrobras diz que reajuste pode ser parcelado
Dados dos três primeiros meses do ano servem de termômetro para o desempenho financeiro da petroleira; que será divulgado em 11 de maio após o fechamento do mercado
A ações da Hapvida chegaram a entrar em leilão por oscilação máxima permitida durante a reunião, com alta de mais de 5%
Com alavancagem acima de 3 vezes e caixa pressionado, companhia indica menor espaço para remuneração ao acionista no curto prazo
Plano de reestruturação extrajudicial mira dívidas não operacionais enquanto hospitais seguem funcionando normalmente
A rede, que entrou em recuperação extrajudicial em março, ainda não avançou nas tratativas com os credores, diz o Valor
Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes
Mais enxuta e com mudanças no conselho e composição acionária, a empresa está pronta para sua nova fase; no entanto, investidores ainda esperam aumento nas receitas para dizer que o risco de investir na companhia, de fato, caiu