O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
Nem sempre um lucro menor é sinônimo de cara feia. O IRB Re (IRBR3) está provando isso nesta terça-feira (5). Mesmo entregando um lucro líquido de R$ 101,6 milhões no primeiro trimestre de 2026 — uma queda de 14,8% em relação ao ano passado — as ações da resseguradora operam em alta de mais de 3% na B3.
O entendimento do mercado é que o IRB parece ter finalmente limpado a casa. Se o lucro encolheu, foi em grande parte por questões tributárias e um financeiro que não contou com os ganhos cambiais extraordinários de outros períodos.
Por outro lado, o coração do negócio — a subscrição — bateu forte, e a empresa decidiu abrir o bolso para o acionista na forma de dividendos.
Por volta de 12h55, as ações do IRB subiam 3,94%, cotadas a R$ 53,54. No ano, no entanto, o desempenho é mais tímido: uma alta de 1,34%. No mesmo horário, o Ibovespa tinha alta de 0,82%, aos 187,099,45 pontos.
Para quem olha apenas a linha final do balanço, o recuo no lucro pode assustar. Mas o investidor que garimpa os dados encontrou motivos para acreditar que o pior realmente ficou para trás no caso do IRB.
O grande destaque do primeiro trimestre foi o índice de sinistralidade, que despencou para 58% (queda de 8,5 pontos percentuais). No Brasil, esse indicador foi ainda maior: 35%.
Leia Também
Confira os principais números do IRB no primeiro trimestre:
Mesmo com a guerra no Irã ecoando no macro e gerando volatilidade, o IRB afirmou que sua exposição ao Oriente Médio é muito baixa, mais focada em mercados como América Latina, Europa e EUA.
Se houve um anúncio que serviu como música para os ouvidos do mercado, foi a volta da distribuição de dividendos.
Marcos Falcão, presidente do IRB, não escondeu o entusiasmo ao anunciar que o "trabalho de limpeza" da carteira começou a gerar frutos.
A empresa vai distribuir um total de R$ 128 milhões, divididos entre R$ 51 milhões em dividendos mínimos obrigatórios e R$ 78 milhões em juros sobre capital próprio (JCP).
Para o Safra, esse movimento representa um dividend yield (retorno de dividendos) de cerca de 3%, um sinal de que a solvência da companhia (que subiu para 287%) está em níveis confortáveis.
Apesar do otimismo das telas desta terça-feira (5), os analistas ainda estão divididos sobre o futuro do IRB: enquanto uns enxergam oportunidade, outros optam pela cautela.
O Citi está no time dos otimistas. O banco norte-americano reiterou a recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 63, o que presenta um potencial de valorização de 22,2% com relação ao último fechamento.
Para os analistas do Citi, embora o lucro tenha vindo abaixo das projeções (devido ao impacto de R$ 34 milhões da reforma tributária), a qualidade da subscrição foi "surpreendente".
O Citi vê o papel negociado a múltiplos atraentes (7,2x P/L para 2026) e consideram o momento atual um ponto de entrada para quem aguenta a volatilidade.
Já o Safra preferiu manter a recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 61.
O banco reconhece que o desempenho operacional (EBT) superou as expectativas, mas faz um alerta: o crescimento dos prêmios ainda é tímido (+3%).
Na visão do Safra, se a "ajuda" vinda da queda dos sinistros perder o fôlego, o IRB precisará mostrar mais serviço na venda de novos contratos para atingir as metas de lucro do ano.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio
Produção recorde, petróleo mais caro e geração de caixa elevada sustentam expectativa de proventos no 1T26
O Citi estima o pedido em torno de US$ 700 milhões, cerca de 16% de toda a carteira de pedidos firmes da divisão de defesa da fabricante brasileira de aeronaves, segundo o Broadcast
A varejista de jogos fez proposta de compra sobre a empresa de e-commerce com valor de mercado quatro vezes maior; qual é o plano da GameStop?
A operação “reforça o compromisso da Axia Energia com a otimização de participações minoritárias”, disse a ex-Eletrobras em fato relevante
Resultado dos três primeiros meses do ano marca estreia da BradSaúde, enquanto mercado tenta entender quanto vale a nova plataforma de saúde do Bradesco; descubra o que esperar
Queda de demanda, piora na hidrologia e avanço dos preços de energia marcaram o período, favorecendo empresas mais expostas ao mercado de curto prazo
Cenário mistura desafios para instituições financeiras e oportunidades para empresas expostas a petróleo e mercado externo
Durante homenagem, o megainvestidor destacou a trajetória da Apple e elogiou a liderança de Tim Cook após a morte de Steve Jobs
A expectativa da companhia aérea era sair da proteção contra falência no meio de 2026, mas ainda apresentava muitos problemas
Localizada no pré-sal da Bacia de Santos, plataforma tem capacidade de 180 mil barris de óleo
Com inauguração da sala VIP nesta sexta (1), Banco do Brasil se junta a bancos como Bradesco, Nubank, BTG Pactual e C6, que têm espaços premium no aeroporto
Com tensões no Oriente Médio e alta do preço do petróleo, combustível para aviões passa por novo aumento; Petrobras diz que reajuste pode ser parcelado
Dados dos três primeiros meses do ano servem de termômetro para o desempenho financeiro da petroleira; que será divulgado em 11 de maio após o fechamento do mercado
A ações da Hapvida chegaram a entrar em leilão por oscilação máxima permitida durante a reunião, com alta de mais de 5%
Com alavancagem acima de 3 vezes e caixa pressionado, companhia indica menor espaço para remuneração ao acionista no curto prazo
Plano de reestruturação extrajudicial mira dívidas não operacionais enquanto hospitais seguem funcionando normalmente