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Karin Salomão

Karin Salomão

Jornalista formada pela Universidade de São Paulo (USP), com experiência em economia e negócios. Foi repórter na Exame e editora assistente no UOL Economia. Completou o Curso B3 de Mercado de Capitais para Jornalistas e Formadores de Opinião, em parceria com o Insper. Hoje, é editora assistente de empresas no Seu Dinheiro.

VOO DE FOGUETE

Apple (AAPL), Amazon (AMZN) e outras: o que esperar das Sete Magníficas depois do balanço e como investir

Entre as sete, apenas uma, a Nvidia, ainda não divulgou seus resultados trimestrais: os números devem sair no dia 19 de novembro

Karin Salomão
Karin Salomão
3 de novembro de 2025
13:35 - atualizado às 7:44
foguete, espaço, nave
As líderes de tecnologia conhecidas como Sete Magníficas são negociadas no Brasil por meio de BDRsImagem: Pixabay

Mesmo as gigantes ainda têm espaço para crescer mais, principalmente com o impulso da Inteligência Artificial. As Sete Magníficas, nome dado ao grupo de sete líderes em inovação e que engloba Alphabet (GOOG), Amazon (AMZN), Apple (AAPL), Meta (META), Microsoft (MSFT), Nvidia (NVDA) e Tesla (TSLA), mostraram em suas divulgações de resultado que a corrida mal começou.

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No entanto, a disputa ficou mais acirrada — e mais cara. Algumas empresas anunciaram altas nos investimentos em IA no ano que vem.

As ações dessas Sete Magníficas sofreram uma correção nos últimos dias. Nvidia chegou a bater US$ 5 trilhões em valor de mercado — hoje, negocia levemente abaixo, a US$ 4,92 trilhões. Apple e Microsoft estão pouco abaixo dos US$ 4 trilhões, que chegaram a atingir com a escalada recente, e são avaliadas em US$ 3,99 trilhões e US$ 3,85 trilhões, respectivamente.

Elas foram afetadas pela divulgação dos resultados do terceiro trimestre — enquanto algumas surpreenderam, outras frustraram as altas expectativas. Entre as sete, apenas uma, a Nvidia, ainda não divulgou seus resultados trimestrais: os números devem sair no dia 19 de novembro.

Porém, mesmo com esses valores astronômicos e a correção da semana passada, é possível subir ainda mais. “Nesses momentos de grande revolução tecnológica, é muito difícil mensurar a valorização de determinada ação”, afirma Enzo Pacheco, analista de tecnologia da Empiricus

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“Muita gente, inclusive eu, viu NVDA bater US$ 1 trilhão, dois, três, e achou ‘esticado’, mas nada disso a impediu de bater o patamar de US$ 5 trilhões”, diz.  E, se você está pensando em investir na tese de IA, é impossível hoje não investir em NVDA, afirma.

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Para o investidor arrojado que quer pegar carona nesse foguete, todas essas empresas têm BDRs, os Brazilian Depositary Receipts, ou recibos de ações de fora que são negociados na B3, a bolsa brasileira. São eles: Alphabet (GOGL34), Amazon (AMZO34), Apple (AAPL34), Meta (M1TA34), Microsoft (MSFT34), Nvidia (NVDC34) e Tesla (TSLA34).

Já Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, afirma que outras opções são por meio do ETF, fundo de índice, MAGS, que segue especificamente essas empresas. Aplicar na própria bolsa norte-americana já dá ao investidor exposição a essas companhias, diz ela.

Quando maior a subida…

No entanto, assim como qualquer ação que pode ter retornos altos, a queda é igualmente profunda. Entre os riscos, estão aumento de custos e concorrência entre elas.

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Para continuar na corrida pela Inteligência Artificial, é necessário continuar investindo --- e muito. Os custos dessas empresas com o desenvolvimento de data centers e outras ferramentas relacionadas à IA nunca foi tão alto. 

E a Meta já avisou: ano que vem essas despesas serão bem maiores, o que fez suas ações sofrerem. A dona do Google também elevou a previsão de investimentos para o ano, de US$ 85 bilhões para US$ 92 bilhões.

Há ainda o risco de não atingir as expectativas — já bastante altas — dos investidores. "Essas empresas que estavam crescendo de maneira muito acelerada podem sofrer quando há uma leve desacelerada dos números. Mesmo com resultados robustos, isso pode pesar nos papéis ainda que em curto prazo", diz Zogbi.

Daqui para a frente, "o mercado vai questionar muito o crescimento dessas empresas e o desenvolvimento da IA. Algumas inclusive aumentaram os guidances para investimentos Capex para 2026", afirma Bruno Yamashita, analista de alocação e inteligência da Avenue.

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“Os resultados de Meta e Microsoft, por exemplo, não foram ruins. Mas as empresas estavam performando bem, e o mercado questionou a sustentabilidade do crescimento daqui para a frente”, diz ele.

Como foram os resultados das Sete Magníficas até agora

A Tesla viu seus lucros encolherem 37%. Embora a montadora tenha visto aumento das vendas, elas foram compensadas por custos mais altos. E os próximos trimestres não parecem promissores: a montadora projeta uma desaceleração da demanda nos EUA.

"Houve queda da demanda na Europa, um pouco pela questão da identificação do Elon Musk versus montadoras europeias, e também com competição maior", afirma Yamashita.

"A Tesla é uma montadora, mas precificada como empresa de tecnologia. Boa parte do que movimenta a ação são produtos que nem existem ainda, então o papel é mais sensível, para investidores com um pouco mais de estomago", afirma a estrategista da Nomad.

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Nem o ChatGPT assombrou os resultados da Alphabet. A dona do Google já vinha reduzindo as dúvidas em relação ao negócio e mostrando crescimento na linha de publicidade. O lucro líquido veio acima do projetado. 

O aumento das vendas no período foi impulsionada pelo Google Cloud, que registrou um crescimento de 34%. “A Alphabet teve um trimestre excepcional. Alcançamos nosso primeiro trimestre com faturamento de US$ 100 bilhões”, afirmou Sundar Pichai, CEO da Alphabet.

A Amazon foi um dos grandes destaques e bateu as expectativas. No seu segmento de nuvem, as vendas da AWS saltaram 20% em bases anuais. A empresa de Jeff Bezos também afirmou que a adoção de seu chip de IA Trainium 2 se tornou um negócio multibilionário, com crescimento de 150% em relação ao trimestre anterior.

Já a Microsoft reportou uma receita de US$ 76,4 bilhões, superando com folga as estimativas do mercado, que apontavam para US$ 73,89 bilhões, e alta de 23% no lucro. A receita da Azure, o serviço em nuvem, teve alta de 34%, impulsionado pelo uso crescente de soluções de inteligência artificial por empresas como Meta, OpenAI e outras big techs. 

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Apesar da alta expressiva, o mercado esperava mais: a projeção era de alta de 40% nas vendas da Azure. "O mercado já precifica crescimento muito forte nessas linhas. Como veio um pouco abaixo do consenso, há medo de desaceleração", afirma Zogbi. 

O crescimento dos serviços em nuvem é uma tendência. "O crescimento dessa linha de negócio nas três empresas três veio acima do esperado pelos analistas, mostrando que existe uma demanda forte ainda por esses serviços, por conta da expansão de produtos e serviços de IA", afirma Pacheco, da Empiricus.

A Meta, dona do Facebook, Instagram e Whatsapp, anunciou uma queda de 83% em seu lucro líquido no terceiro trimestre. As ações tombaram após o resultado. Mesmo assim, Pacheco afirma que os números operacionais foram acima do esperado. "Acredito ser um movimento exagerado. Vamos, inclusive, manter a ação como uma das maiores posições na Carteira BDR de novembro", diz ele.

A Apple não tem investido tanto quanto as demais em IA, mas as expectativas para o iPhone animaram. Com a chegada do Natal, as projeções para as vendas da empresa de Tim Cook podem fazer a festa dos investidores, com alta de 10% a 12% nas receitas, disse o CEO Tim Cook na divulgação.

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"Como a Apple é mais exposta às tarifas comerciais de Trump, por vender mais hardware do que software, corria o risco de sofrer mais. Mas os temores foram afastados e ela chegou a bater valor recorde", diz Zogbi.

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