O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com salto da nuvem e lucro acima do esperado, big tech se junta à Nvidia no clube das companhias mais valiosas do mundo
A Microsoft (MSFT34) já foi conhecida pelo Windows. Depois, pelo Word. Mais recentemente, pelo Teams. Mas nesta quinta-feira (31), a gigante da tecnologia passou a ser reconhecida por algo maior: o feito de se tornar a segunda empresa da história a atingir a marca de US$ 4 trilhões em valor de mercado.
Até então, esse marco havia sido alcançado apenas pela Nvidia (NVDC34), que cruzou a linha no início de julho, embalada pelo boom da inteligência artificial.
O feito veio após a divulgação do balanço do quarto trimestre fiscal da companhia, que ultrapassou as expectativas de Wall Street.
No relatório, a Microsoft reportou uma receita de US$ 76,4 bilhões, superando com folga as estimativas do mercado, que apontavam para US$ 73,89 bilhões.
O lucro operacional somou US$ 34,3 bilhões, uma alta de 23% na comparação anual. Já o lucro por ação (LPA) ajustado foi de US$ 3,65, frente à projeção de US$ 3,37.
O resultado animou os investidores, fazendo com que as ações da big tech chegassem a subir quase 9% no pré-mercado da Nasdaq, impulsionadas principalmente pelo desempenho da divisão de cloud intelligence, que inclui o Azure.
Por volta das 14h (horário de Brasília), as ações MSFT operavam em alta de 4,20%, cotadas a US$ 534,82.
De acordo com o balanço da Microsoft, a receita da Azure ultrapassou US$ 75 bilhões no ano fiscal, com crescimento de 34% na base anual.
No último trimestre, o segmento de computação em nuvem gerou US$ 29,8 bilhões — número que ficou levemente abaixo do consenso de US$ 29,09 bilhões, mas ainda assim sustentou a alta das ações.
Leia Também
Segundo a companhia, o avanço foi impulsionado pelo uso crescente de soluções de inteligência artificial por empresas como Meta, OpenAI e outras big techs. A expectativa é que essa demanda continue acelerando os negócios na nuvem nos próximos trimestres.
“Nuvem e IA são a força motriz da transformação de negócios em todos os setores e indústrias”, disse o CEO Satya Nadella no comunicado aos investidores.
Apesar do protagonismo no setor, a Microsoft também lida com tensões em sua principal parceria de IA. A empresa tem divergido da OpenAI — criadora do ChatGPT — sobre os planos de transformar o braço com fins lucrativos em uma companhia pública.
A mudança pode afetar a participação acionária da Microsoft no negócio, e há risco de perda de até US$ 20 bilhões em investimentos, caso a big tech não aprove o novo modelo. Por ora, o impasse segue em aberto.
Para Enzo Pacheco, analista da Empiricus, os resultados mostram que a Microsoft segue entregando valor mesmo em um ambiente desafiador.
“Obviamente toda essa qualidade tem um preço, com as ações negociando constantemente acima das 30 vezes seus lucros projetados nos últimos anos. Apesar de alguns momentos de dificuldade no meio do caminho, isso não tem impedido a Microsoft (B3: MSFT34) de atingir novas máximas históricas”, afirmou.
Pacheco acredita que, com a tecnologia de inteligência artificial ainda em estágio inicial, a companhia tem amplo espaço para crescer nos próximos anos, o que justifica o valuation elevado.
Com 49 anos de estrada, a Microsoft mostrou que ainda sabe pisar fundo. E, com a IA no volante, passou dos US$ 4 trilhões sem olhar pelo retrovisor.
*Com informações Money Times
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026