O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A disputa judicial envolvendo as duas companhias começou há mais de uma década, quando a empresa de Benjamin Steinbruch tentou uma aquisição hostil da concorrente

Em uma luta, a disputa não acaba até o último soco e, pelo jeito, a CSN (CSNA3) tentou uma última vez, sem sucesso, ganhar a briga de quase 12 anos para não se desfazer da participação na Usiminas (USIM5).
Segundo Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo, nesta quinta-feira (10), o Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF-6) negou um recurso especial do Cade para que o caso suba ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O STJ vinha sendo apontado como a última possibilidade de salvação para a CSN.
Procurada pelo Seu Dinheiro, a CSN disse que não comenta processos que tramitam em sigilo de justiça.
A sentença, em princípio, encerra um impasse que já dura quase 12 anos sobre a saída da CSN, de Benjamin Steinbruch, do capital da concorrente mineira.
A CSN procrastinou o quanto pôde, mas, em 30 de junho, veio o ultimato: o Cade deu 60 dias para que a empresa apresente um plano para se desfazer da participação de quase 13% na Usiminas.
A disputa judicial envolvendo as duas companhias começou há mais de uma década. Em 2011, a companhia de Benjamin Steinbruch tentou uma aquisição hostil da concorrente e chegou a abocanhar uma participação de 16%.
Leia Também
No entanto, no mesmo ano, a ítalo-argentina Ternium, do Grupo Techint, entrou nessa jogada e adquiriu as participações que a Votorantim e a Camargo Corrêa detinham na Usiminas. Assim, o controle passou a ser dividido entre ela e a siderúrgica japonesa Nippon Steel.
Só que na visão da CSN, a Ternium deveria ter feito uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) para os demais acionistas e pago o tag along, ou seja, o mesmo preço pago à Votorantim e Camargo.
A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) concluiu que não houve efetivamente mudança de controle na Usiminas. Mas numa decisão posterior, o STJ determinou que a Ternium indenizasse a CSN em R$ 3,1 bilhões. Em 2023, a Ternium comprou a participação da Nippon Steel, passando a ser a controladora da Usiminas.
A batalha entre CSN e Ternium ainda está sendo travada na justiça. Já sobre a participação da CSN na Usiminas, a disputa parece estar chegando ao final.
Em 2014, o Cade já havia determinado que a CSN se desfizesse de sua participação na Usiminas até 2019. A autarquia fixou como limite uma participação de até 5% na concorrente. Mas a CSN conseguiu prorrogar o prazo sucessivas vezes, por meio de recursos administrativos, e segue com cerca de 13% do capital da companhia.
Em 2022, o Cade reafirmou a necessidade de venda, mas não deu uma data limite para que isso acontecesse. Agora, finalmente, o Cade estabeleceu um prazo de 60 dias para que a CSN apresente um plano para se desfazer da participação na Usiminas.
CÓPIA DESCARADA?
RECADO AOS INVESTIDORES
GANHANDO MASSA
REAÇÃO AO BALANÇO
CRÉDITO PRIVADO
DESTAQUES DA BOLSA
ANDAMENTO DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL
NOVA FRENTE DE NEGÓCIOS
SD ENTREVISTA
ALÍVIO PARA AS EMPRESAS?
IMPOSTO NO COPO
DÍVIDA NO RADAR
PROMESSA É DÍVIDA?
APOSTA NOS FUNDAMENTOS
VACAS MAGRAS
ROXO VIROU VERMELHO
O MERCADO NÃO GOSTOU?
SIDERURGIA E MINERAÇÃO
SEM TRÉGUA
CRISE DO AGRONEGÓCIO