🔴 INVISTA MELHOR USANDO O CLAUDE: PEGUE INGRESSO PARA A MASTERCLASS E GANHE UM E-BOOK  – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

DESTAQUES DA BOLSA

UBS BB tira MRV (MRVE3) do pódio de recomendações, corta preço-alvo em mais de 40% e derruba as ações na bolsa

Banco rebaixou a recomendação da construtora e vê um caminho mais difícil para a recuperação dos lucros; o que está por trás da revisão?

Imagem de um gráfico de fundo preto com setas vermelhas em queda e o logo da MRV em verde e amarelo no canto superior direito
Imagem: Canva/ Montagem: Seu Dinheiro

A MRV (MRVE3) passou os últimos anos tentando convencer o mercado de que a pior fase havia ficado para trás. Hoje, no entanto, um dos bancos mais otimistas com a tese decidiu reduzir as expectativas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O UBS BB rebaixou a recomendação das ações de compra para neutra e cortou o preço-alvo de R$ 12 para R$ 7 ao ao fim de 2026 — uma redução superior a 40%. 

Apesar da meta mais conservadora, a cifra ainda implica valorização potencial de cerca de 18% em relação ao último fechamento. 

Para os analistas, o problema é que a tese de recuperação que sustentava o otimismo com MRVE3 passou a enfrentar obstáculos maiores do que os projetados há alguns meses. 

"Vemos um cenário mais negativo para o crescimento do lucro na operação brasileira, em meio a um ambiente mais desafiador para as margens e resultados financeiros", escreveram, em relatório. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A revisão de tese repercutiu rapidamente no mercado. As ações da MRV passaram o dia entre as maiores quedas do Ibovespa, em um pregão já marcado por aversão ao risco global. 

Leia Também

PRÉVIA DO BALANÇO

Bradesco (BBDC4) chega ao balanço com quase R$ 10 bilhões a mais no caixa, mas ainda precisa convencer que a virada veio para ficar

PÁGINA VIRADA

Americanas (AMER3) vira a página da recuperação judicial, mira nova fase e dispara 25% na B3; o que esperar da varejista?

Por volta das 11h15, MRVE3 caía 5,56%, cotada a R$ 5,60. Desde o início do ano, a construtora já amarga perdas da ordem de 30%.

Vale lembrar que a pressão nesta manhã não se restringe à construtora. O Ibovespa recua mais de 1% nesta sessão, refletindo as tensões geopolíticas no Oriente Médio, além das incertezas em torno das novas tarifas comerciais defendidas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. 

O movimento também atinge em cheio empresas cíclicas e mais sensíveis aos juros, grupo que inclui companhias ligadas ao consumo e negócios mais alavancados, em um dia de abertura da curva de juros futuros (DIs). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que mudou na tese da MRV (MRVE3) 

Na avaliação do UBS BB, o principal desafio para a MRV é que o ambiente macroeconômico ficou menos favorável para uma recuperação acelerada dos resultados. 

Os analistas revisaram suas projeções e agora trabalham com uma Selic de 13,5% ao fim de 2026, acima dos 12% estimados anteriormente. A expectativa para a inflação também subiu, chegando a 4,8%. 

Para uma companhia que carrega cerca de R$ 7,6 bilhões entre dívida e passivos relacionados à cessão de recebíveis, esse cenário faz diferença. 

Juros mais altos significam despesas financeiras maiores, maior pressão sobre margens e um processo de desalavancagem mais lento. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em outras palavras, a recuperação continua possível, mas exige mais tempo e disciplina financeira. 

Resia: a pedra no sapato da MRV 

A operação norte-americana também segue adicionando uma camada extra de incerteza à tese da MRV (MRVE3). 

A Resia, divisão da construtora nos Estados Unidos, continua enfrentando um mercado mais desafiador do que o esperado. 

O ritmo de locação segue abaixo do ideal, os preços dos aluguéis permanecem pressionados e os juros americanos continuam elevados, reduzindo o apetite dos investidores por ativos imobiliários. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Diante desse cenário, o UBS BB passou a considerar a possibilidade de novas baixas contábeis (impairments) nos ativos da operação. 

O banco incorporou em suas estimativas uma perda potencial de até US$ 140 milhões — cerca de R$ 700 milhões pelo câmbio atual — envolvendo projetos concluídos e terrenos da Resia. 

Segundo os analistas, as premissas adotadas pela companhia para venda desses ativos podem ser otimistas demais para o atual ambiente de mercado. 

"As expectativas da empresa para os cap rates podem ser otimistas demais", afirma o relatório. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Venda de recebíveis como ferramenta de sobrevivência 

Enquanto busca melhorar seus indicadores financeiros, a MRV continua recorrendo a uma estratégia que se tornou peça importante na gestão do caixa: a venda de recebíveis. 

O mecanismo ajuda a reforçar a liquidez e cumprir compromissos financeiros de curto prazo, mas tem um custo relevante para a rentabilidade da companhia. 

Por isso, embora funcione como uma ferramenta importante de gestão financeira, a estratégia também reduz parte do potencial de geração de lucro. 

O UBS BB revisou para cima suas estimativas e agora projeta que a companhia terá de vender aproximadamente R$ 2,1 bilhões em recebíveis ao longo de 2026. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O objetivo é acomodar amortizações trimestrais de dívida que devem variar entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões. 

Ainda existe espaço para MRVE3? 

Apesar do tom mais cauteloso, o UBS BB não considera que a tese da MRV esteja quebrada. 

O banco reconhece que a operação brasileira continua apresentando geração positiva de caixa e que os fundamentos do negócio principal seguem evoluindo gradualmente. 

O problema é que, diante do cenário atual, a relação entre risco e retorno parece menos atrativa do que a oferecida por outras empresas do setor. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na comparação dos analistas, companhias como Tenda (TEND3) e Plano&Plano (PLPL3) apresentam hoje uma combinação mais favorável entre previsibilidade de resultados e potencial de valorização. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem feita por IA traz um gráfico de ações da bolsa, com uma seta verde apontando para cima. Moedas no canto inferior esquerdo e uma pilha de papéis no canto inferior direito. 16 de outubro de 2026 - 19:51
Gráfico azul. com fundo preto e o logo da Eneva ao lado esquerdo 16 de outubro de 2026 - 11:09
Prédio do Banco Central. 16 de outubro de 2026 - 9:26
tela de um celular com o logo do iFood em um fundo vermelho 15 de outubro de 2026 - 16:35
Fachada do Banco Inter. 15 de outubro de 2026 - 10:50
Smartphone com logo da Vivo, antena de telecomunicações, notas de real e pilhas de moedas sobre fundo azul 14 de outubro de 2026 - 19:14
Fachada de uma agência do Bradesco com arquitetura moderna, destacando painéis vermelhos e brancos, logotipos do banco em ambas as laterais do prédio, amplas paredes de vidro na entrada, corrimãos de acessibilidade e paisagismo com árvores e arbustos ao redor. 14 de outubro de 2026 - 19:03
Fachada Smart Fit 14 de outubro de 2026 - 17:45
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 13 de outubro de 2026 - 19:21
Logo da CSN e, ao fundo, trabalhadores em uma indústria siderúrgica 12 de outubro de 2026 - 10:59
Fachada do Bradesco (BBDC4). 12 de outubro de 2026 - 10:03
Fachada da Raízen roxa e branca 10 de outubro de 2026 - 9:08
Santander 9 de outubro de 2026 - 19:34
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar