O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ibovespa teve uma sequência de seis quedas com a disparada do dólar em meio às incertezas sobre os juros nos EUA
A semana foi mais uma daquelas agitada no mercado financeiro, com os holofotes no conflito do Oriente Médio e a trajetória dos juros nos Estados Unidos. O Ibovespa acompanhou a volatilidade dos mercados e o fraco desempenho dos índices de Wall Street na semana — mas sem deixar de repercutir o cenário doméstico.
Com a agenda mais escassa de dados econômicos — apenas com o IBC-BR, considerado a prévia do PIB, que avançou acima do esperado em fevereiro —, os destaques da semana ficaram por conta do cenário corporativo.
A Petz confirmou a fusão com a Cobasi e em reação, PETZ3 avançou mais de 50% durante o pregão. Além disso, os credores da Oi aprovaram na madrugada o plano de recuperação judicial da companhia.
Na última sessão da Ibovespa, reacendeu a expectativa sobre o pagamento dos dividendos da Petrobras (PETR4) referentes ao quarto trimestre de 2023, com a aprovação da distribuição de até 50% dos proventos pelo conselho de administração da companhia. O tema será votado na próxima reunião da assembleia geral ordinária (AGO), no próximo dia 25.
Além disso, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, deu novas pistas sobre a trajetória da Selic.
Entre as declarações, RCN chamou atenção para a inflação de serviços no Brasil. “Um dos fatores que ainda não convergiram é a inflação de serviços, que segue alta porque o mercado de trabalho está apertado”, disse ele, acrescentando que “de forma geral, a inflação está em linha com o que esperamos”.
Leia Também
Com novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio — com impactos no petróleo e no dólar — e a inflação persistente nos Estados Unidos, o dirigente do BC brasileiro afirmou que "não tem medo de fazer o que é necessário" para a convergência da inflação à meta — o que fez o mercado precificar um corte menor, de 0,25 ponto percentual, já na reunião do Copom em maio.
Outro destaque foi a mudança na meta fiscal de 2025.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou na segunda-feira (15) que o governo definiu a meta do ano que vem como déficit primário zero, assim como o alvo de 2024. Até então, a equipe econômica afirmava buscar um superávit primário de 0,5% do PIB no ano que vem.
Por fim, o Ibovespa acumulou queda de 0,65%, acumulado nos cinco pregões da semana, e encerrou aos 125.124,30 pontos.
Já o dólar comercial avançou 1,53% e fechou o última sessão a R$ 5,1994.
Na ponta positiva, a Petz (PETZ3) liderou os ganhos com o anúncio de um acordo para a união dos negócios com a rede de pet shop Cobasi. Cada uma terá 50% de participação na empresa combinada.
A "fusão animal" formará uma rede de 483 lojas, com faturamento de aproximadamente R$ 6,9 bilhões e um Ebitda (indicador que o mercado usa para medir a capacidade de geração de caixa) ajustado de R$ 464 milhões.
A Petrobras (PETR4) avançou com a perspectiva de "volta atrás" da decisão sobre o congelamento dos dividendos referentes ao quarto trimestre de 2023.
Poucas horas após o término do pregão da sexta-feira (19), a estatal anunciou a aprovação do pagamento de proventos pelo conselho de administração (CA) da companhia.
Já as ações da BRF (BRFS3) subiram quase 5% após o JP Morgan atualizar sua visão sobre o frigorífico.
Para os analistas, os papéis da dona da Sadia e da Perdigão estão baratos e podem subir ainda mais na bolsa brasileira.
Os analistas elevaram a recomendação para as ações BRFS3 para “overweight” — equivalente a “compra” —, com preço-alvo de R$ 20 para o fim de 2024, implicando em um potencial de valorização de 23% em relação ao último fechamento.
Confira as dez maiores altas da semana:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 4,80 | 31,15% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 42,72 | 6,00% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 17,05 | 4,92% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 5,30 | 4,54% |
| SBSP3 | Sabesp ON | R$ 84,49 | 4,50% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 10,98 | 4,47% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 40,53 | 4,08% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 19,22 | 3,39% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 63,36 | 2,81% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 21,19 | 2,71% |
Com o avanço do dólar — que chegou a bater R$ 5,25 ao longo da semana — , as ações da CVC (CVCB3) sofreram com uma forte pressão vendedora e caíram por dez pregões consecutivos no Ibovespa.
A segunda maior queda do Ibovespa foi a da Azul (AZUL4), também pela valorização da moeda norte-americana. Isso porque a maior parte dos custos dessas empresas é atrelado ao dólar.
Além disso, a companhia aérea foi penalizada pela forte volatilidade do petróleo, referência para o custo do querosene de aviação.
Confira as maiores quedas da semana no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 1,92 | -14,29% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 9,94 | -10,93% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 1,97 | -10,05% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 6,22 | -9,33% |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 7,39 | -8,77% |
| CYRE3 | Cyrela ON | R$ 20,89 | -8,05% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 1,54 | -7,23% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 3,60 | -7,22% |
| LWSA3 | LWSA ON | R$ 4,87 | -6,53% |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 22,30 | -6,18% |
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior