O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A crise geopolítica pressiona as cotações do petróleo e do dólar, o que afeta os negócios das companhias aéreas
A previsão não é nada animadora para quem deseja viajar nos próximos dias — mas isso não tem a ver com o clima. A escalada das tensões no Oriente Médio aumenta a apreensão no espaço aéreo global, e isso também se reflete nas companhias aéreas na B3 nesta sexta-feira (12).
As ações da Azul (AZUL4) recuaram mais de 10%, a R$ 10,07, a maior entre os papéis que compõem o Ibovespa. Os papéis da Gol (GOLL4) tiveram queda menor, de 3,36%, a R$ 1,44.
As companhias aéreas são pressionadas, de um lado, pela forte valorização do dólar — que está no maior nível em seis meses. Isso porque a maior parte dos custos das empresas é atrelado à moeda norte-americana, que atingiu R$ 5,1482 nas máximas do dia.
As companhias aéreas também sentem a pressão do petróleo, referência para o custo do querosene de aviação. A commodity opera nesta sexta-feira (12) no maior nível desde o início do conflito entre Israel e Hamas, em outubro do ano passado.
Por volta das 15h20 (horário de Brasília), os contratos mais líquidos do petróleo tipo Brent com vencimento em junho sobem 1%, com o barril a US$ 90,60, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
As companhias aéreas com ações negociadas em Nova York também operaram em forte queda. As ações da United Airlines caíram 2,88%, America Airlines recuaram 3,45%, Delta Airlines registrou baixa de 1,57%, SouthWest, -3,47%., Boeing caiu 2,20% hoje.
Leia Também
O risco geopolítico aumentou desde o início de abril com o ataque de Israel à embaixada do Irã em Damasco, na Síria. Mas, a ebulição das tensões ganhou força nas últimas horas.
O Irã, um dos maiores exportadores de petróleo do mundo e importante aliado do grupo Houthis — que tem como alvo embarcações no Mar Vermelho com ligações com Israel como um protesto contra a ofensiva militar em Gaza — prometeu vingança pelo ataque aéreo de 1º de abril.
Além das commodities e do dólar, o acirramento das tensões no Oriente Médio já atingem o setor aéreo em todo o mundo com a suspensão de voos com destino à capital do Irã.
A Lufthansa, companhia aérea alemã, suspendeu voos de ida e volta de Teerã com o aumento dos riscos de segurança na região até o próximo sábado (13).
A medida foi anunciada nesta quinta-feira (11) após os Estados Unidos confirmarem o risco iminente de ataques entre Irã e Israel.
A empresa opera cinco voos semanais que saem de Frankfurt em direção ao Aeroporto Internacional Imam Khomeini.
A Austrian Airlines, que é subsidiária da Lufthansa, que faz seis voos por semana para a capital iraniana, deve continuar as operações até o momento.
Sendo assim, a companhia aérea segue com a linha Viena-Teerã, mas sem deixar suas aeronaves no Irã durante a noite, respeitando os horários de trabalho legalmente permitidos para suas tripulações.
Vale lembrar que o espaço aéreo iraniano também é uma rota de sobrevoo importante para os voos das companhias aéreas Emirates e Catar Airways para a América do Norte.
*Com informações de Reuters
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%