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RESUMO DO DIA: A bolsa brasileira começou a semana no tom negativo, com a volatilidade das ações da Petrobras (PETR4), além da cautela internacional após sinais de demanda mais fraca na China.
O Ibovespa caiu 0,75%, aos 126.123 pontos. Já o dólar terminou a sessão a R$ 4,9784, com queda de 0,05%, no mercado à vista.
Por aqui, os investidores locais acompanharam a reunião entre o presidente Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.
Em um trecho da entrevista ao SBT que será divulgada na íntegra hoje a noite, Lula afirmou que a Petrobras não pode apenas pensar no acionista e considerar investimentos e os 200 milhões de brasileiros.
O cenário fiscal também esteve no radar, com a possibilidade de o governo querer discutir com o Congresso uma flexibilização do teto de gastos e a expectativa pelo IPCA de fevereiro, que será divulgado amanhã (12).
No exterior, as bolsas operaram com certo grau de aversão ao risco antes da divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de fevereiro, também será divulgado nesta terça-feira (12).
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Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (11):
O Ibovespa fechou em queda, mas sustentou em 126 mil pontos.
Na ponta positiva do Ibovespa, as petroleiras juniores operaram entre as maiores altas, com destaque para 3R Petroleum.
As companhias são beneficiadas pela troca de posições intrasetorial com a "decepção" sobre os dividendos extraordinários da Petrobras (PETR3;PETR4) e os resultados do quarto trimestre de Prio (PRIO3) — divulgados na última sexta-feira (9).
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 29,09 | 2,94% |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 8,41 | 2,56% |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 16,54 | 2,41% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 22,07 | 1,80% |
| RADL3 | Raia Drogasil ON | R$ 26,36 | 1,54% |
E as maiores quedas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| IRBR3 | IRB Brasil ON | R$ 40,64 | -5,05% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 2,10 | -4,98% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 10,35 | -4,70% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 18,27 | -3,59% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 63,96 | -3,11% |
O Ibovespa fechou em queda de 0,75%, aos 126.123,56 pontos.
O principal índice da bolsa brasileira foi pressionada, em mais uma sessão, pela Petrobras (PETR4).
O adiamento do pagamento de dividendos extraordinários aos acionistas referentes ao quarto trimestre "frustrou" o mercado, o que penaliza as ações desde a última sexta-feira (9).
Em trecho de entrevista concedida ao SBT, o presidente Lula afirmou que a "Petrobras não é apenas para pensar nos acionistas". Segundo o presidente, a companhia tinha cerca de R$ 45 bilhões para distribuir em dividendos, mas queria pagar aos acionistas US$ 80 bilhões.
"Tivemos uma conversa séria com a direção da Petrobras e é preciso pensar no povo. Tenho o compromisso de reduzir o preço dos combustíveis e do gás de cozinha. [...] O mercado é um dinossauro voraz, que quer tudo para ele e nada para o povo", disse Lula ainda durante a entrevista.
As falas foram divulgadas ao longo da programação do SBT; a entrevista na íntegra irá ao ar às 19h45 (horário de Brasília).
Além disso, a cautela com o cenário fiscal e a expectativa para o IPCA de fevereiro — que será divulgado amanhã (12) — ficaram no radar dos investidores.
As bolsas de Nova York fecharam sem direção única, em dia de agenda mais esvaziada. Os investidores repercutiram dados de expectativas sobre inflação.
Confira o fechamento dos mercados em Wall Street:
Segundo a unidade do Federal Reserve de Nova York, a expectativa de inflação nos Estados Unidos para 1 ano ficou estável em 3%. Já para três anos, a previsão subiu de 2,4% para 2,7%, e por fim, para cinco anos, avanço de 2,5% para 2,9%.
Agora, os investidores aguardam o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de fevereiro, que será divulgado amanhã (12).
O dólar fecha a sessão a R$ 4,9784, com queda de 0,05%, no mercado à vista.
A moeda norte-americana operou volátil, em meio à cautela sobre a demanda de commodities na China e na expectativa de dados de inflação nos Estados Unidos, que serão divulgados amanhã (12).
Em entrevista ao SBT, o presidente Lula afirmou que a "Petrobras não é apenas para pensar nos acionistas". Segundo o presidente, a companhia tinha cerca de R$ 45 bilhões para distribuir em dividendos, mas queria pagar aos acionistas US$ 80 bilhões.
O adiamento do pagamento de proventos aos acionistas referentes ao quarto trimestre "frustrou" o mercado, que penaliza as ações desde a última sexta-feira (9). De lá pra cá, a estatal já perdeu mais de R$ 55 bilhões em valor de mercado.
"Tivemos uma conversa séria com a direção da Petrobras e é preciso pensar no povo. Tenho o compromisso de reduzir o preço dos combustíveis e do gás de cozinha. [...] O mercado é um dinossauro voraz, que quer tudo para ele e nada para o povo", disse Lula ainda durante a entrevista. As falas foram divulgadas ao longo da programação do SBT; a entrevista na íntegra irá ao ar às 19h45 (horário de Brasília).
Após as declarações, as ações da Petrobras voltaram ao tom negativo. Os papéis preferenciais (PETR4) caem 0,25%, enquanto os ordinários (PETR3) recuam 1,14%. O Ibovespa "sentiu" a perda das ações e aprofundou as perdas há pouco.
Em meio à reunião dentre presidente Lula, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente da Petrobras (PETR4); Jean Paul Prates, as ações da estatal ganham fôlego.
As ações preferenciais (PETR4) da companhia sobem 1,88%, a R$ 36,80. Já as ações ordinárias (PETR3) caem 0,59%, a R$ 37,20.
Se você está à procura de opções na renda fixa para investir em março, três grandes bancos fizeram recomendações. Itaú BBA e Santander publicaram relatórios com sugestões de títulos públicos no Tesouro Direto; já o BTG Pactual trouxe uma carteira de títulos privados isentos de imposto de renda, entre debêntures incentivadas, CRIs e CRAs.
Confira:
O Itaú BBA manteve o perfil da sua carteira recomendada de títulos públicos, que continua com alocação balanceada entre títulos pós-fixados, atrelados à inflação de longo prazo e posições mais pontuais em prefixados.
No entanto, a mudança anual feita na oferta de títulos pelo Tesouro Direto fez com que a gestora do banco substituísse alguns papéis da carteira, trocando o Tesouro Selic 2026 e o Tesouro Prefixado 2026, que deixaram de ser oferecidos para o investidor comprar, pelos títulos mais curtos que passaram a ser oferecidos: o Tesouro Selic 2027 (com 30% de exposição da carteira) e o Tesouro Prefixado 2027 (com exposição de 20% da carteira).
Em meio à expectativa pela inflação de fevereiro, que será divulgada amanhã (12), o índice Dow Jones destoa dos pares em Wall Street e sobe.
A cautela dos investidores ainda permanece com a alta das expectativas para inflação para três e cinco anos, divulgadas mais cedo pelo Fed de Nova York.
Confira o desempenho de NY agora:
Os contratos mais líquidos do petróleo fecharam próximos da estabilidade, com a recuperação da queda de mais de 1% na manhã desta segunda-feira (11).
Os futuros do Brent para maio fecharam em alta de 0,18%, com o barril a US$ 82,21, na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os futuros do WTI para abril terminaram com queda de 0,10%, a US$ 77,93 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
O tom misto do petróleo repercute a cautela com a demanda de olho em China. Além disso, está no radar o relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que será divulgado ainda nesta semana.
A "frustração" dos investidores com o anúncio de que a Petrobras (PETR4;PETR3) não pagará dividendos extraordinários referentes ao quarto trimestre de 2024 segue repercutindo no mercado, com o governo como figura central na pauta.
Mais cedo, notícias deram conta de que o presidente Lula teria arbitrado sobre a decisão dos dividendos na estatal. Mas, há pouco, a história mudou.
Segundo a coluna da Andréia Sadi, no G1, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que a decisão de adiar o pagamento dos proventos aos acionistas "não partiu" de Lula.
"O presidente não deu nenhuma ordem sobre a questão dos dividendos. Nós estamos discutindo isso com o acionista majoritário dentro dos espaços possíveis. Houve uma discussão a tempo do anúncio do balanço, havia necessidade de fechar o balanço. E foi definido que a gente adiaria a discussão", disse Prates à coluna.
Neste momento, Prates está reunido com o presidente Lula, segundo a Secretaria de Comunicação (Secom) do governo.
As ações preferenciais (PETR4) da companhia sobem 0,91%, a R$ 36,45. Já as ações ordinárias (PETR3) caem 0,03%, a R$ 36,99.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 20,63 | 2,38% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 28,92 | 2,34% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 4,27 | 2,15% |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 16,48 | 2,04% |
| CPFE3 | CPFL Energia ON | R$ 34,87 | 1,99% |
E as maiores quedas do Ibovespa até agora:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 10,40 | -4,24% |
| IRBR3 | IRB Brasil ON | R$ 41,00 | -4,21% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 2,12 | -4,07% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 5,75 | -3,36% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 18,36 | -3,11% |
Com o primeiro trimestre do ano caminhando para o encerramento, os investidores calculam o desempenho de suas aplicações no mercado de renda variável. E quem investe no fundo imobiliário Mérito Desenvolvimento Imobiliário I (MFII11) não tem do que reclamar.
De acordo com um levantamento da Quantum Finance, o MFII11 acumula a maior alta da carteira do IFIX, índice que reúne os principais FIIs da B3, do ano até agora. O fundo registrou um retorno de 13,88% entre o primeiro pregão de 2024 e última quarta-feira (6), data de corte do estudo.
Para efeitos de comparação, o próprio IFIX subiu apenas 1,6% no mesmo período, enquanto o CDI, índice de referência para o rendimento de investimentos, acumulou alta de 1,9%. Outro benchmark importante para a renda variável, o Ibovespa, principal índice de ações brasileiro, recuou 3,95% na janela analisada.
Os outros colocados no ranking da Quantum também batem os três índices no período. Confira abaixo o top 10 dos fundos imobiliários com maiores retornos em 2024:
O Ibovespa segue em queda, mas sustenta os 126 mil pontos com cautela em Nova York e os investidores monitorando a reunião entre o presidente Lula e o presidente da Petrobras (PETR4), Jean Paul Prates.
O principal índice da bolsa brasileira cai 0,51%, aos 126.420 pontos.
Há um consenso no mercado sobre o ouro: o metal precioso, que vem renovando máxima atrás de máxima, não vai parar de subir tão cedo — só que uma outra commodity pode ofuscar o brilho amarelo.
Os preços à vista do ouro avançam para US$ 2.190 por onça, depois de atingirem o maior nível desde 1979 na quinta-feira (7). E esse avanço está sendo acompanhado de perto pela prata.
Os preços à vista da prata, por sua vez, sobem 0,2%, a US$ 24,36 por onça. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
Na semana passada, no entanto, o contrato avançou mais de 5% e atingiu na quinta-feira (7) o nível mais alto desde o final de dezembro.
Ibovespa cai 0,43%, aos 126.528 pontos e acompanha cautela de NY.
Em Wall Street, S&P 500 recua 0,18%; Dow Jones tem baixa de 0,04% e Nasdaq registra queda de 0,25%.
As bolsas da Europa encerraram o pregão em tom misto, em dia de agenda local mais esvaziada.
Se o pagamento milionário de dividendos da Prio (PRIO3) no fim do ano passado gerou expectativas entre os acionistas de que outras remunerações estivessem em vista, o CEO da petroleira, Roberto Monteiro, já afirmou que uma nova chuva de proventos não deve pingar tão cedo no bolso dos investidores.
A notícia pode parecer negativa à primeira vista, mas o CEO da Prio apontou um motivo para reter esse dinheiro em caixa: crescer via fusões e aquisições (M&As).
“Qual é a nossa expectativa genuína? No dia em que não tivermos uma visão positiva a respeito de M&A, será o momento em que vamos distribuir [o caixa]”, afirmou o CEO, durante teleconferência com analistas.
“A gente passou o quarto trimestre viajando para cima e para baixo com o intuito de entender as possibilidades e a agenda de M&As. Temos uma visão positiva e é a razão pela qual achamos que temos que segurar um pouco o caixa.”
Os contratos mais líquidos do petróleo recuperam as perdas e operam em alta com o barril no nível dos US$ 80. Mais cedo, os futuros chegaram a cair mais de 1% com a crescente cautela sobre a demanda chinesa por commodities.
Os futuros do Brent para maio avançam 0,61%, a US$ 82,59 o barril. Já os futuros do WTI para abril, referência para o mercado norte-americano apenas, sobem 0,41%, a US$ 78,33 o barril.
O Citi elevou o preço-alvo para o petróleo Brent para o primeiro trimestre de US$ 78 a US$ 81. Na avaliação do banco, a commodity pode se valorizar em meio a pressão da oferta e continuidade dos conflitos no Oriente Médio.
Na ponta negativa do Ibovespa, as companhias do setor de mineração e siderurgia lideram as perdas do índice, na esteira do minério de ferro.
A commodity registrou a maior queda diária desde 2022 e encerrou as negociações a US$ 115,63 a tonelada. O forte recuo acontece após o governo chinês indicar que a demanda na indústria imobiliária e indústria no país será mais fraca.
Confira as maiores quedas do Ibovespa até agora:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 10,41 | -4,14% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 2,13 | -3,62% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 5,76 | -3,19% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 63,95 | -3,12% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 18,40 | -2,90% |
Na ponta positiva do Ibovespa, as petroleiras juniores lideram os ganhos com alta de quase 3%.
As companhias são beneficiadas pela troca de posições intrasetorial com a "decepção" sobre os dividendos extraordinários da Petrobras (PETR3;PETR4) e os resultados do quarto trimestre de Prio (PRIO3) — divulgados na última sexta-feira (9).
Confira as maiores altas do Ibovespa até agora:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 29,07 | 2,87% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 21,91 | 2,53% |
| CPFE3 | CPFL Energia ON | R$ 34,88 | 2,02% |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 20,51 | 1,79% |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 16,43 | 1,73% |
Fora do Ibovespa, as ações da Gafisa (GFSA3) disparam quase 8%.
Na última sexta-feira (8), a Esh Capital aumentou a posição de 17% para 20% na empresa de olho na próxima assembleia geral extraordinária prevista para 26 de abril.
O Ibovespa estende as perdas da sessão anterior com cautela sobre o cenário fiscal doméstico e do exterior.
O forte recuo das commodities também pesam sobre o índice. Em destaque, o minério de ferro registrou a maior queda diária com baixa superior a 5% e tonelada cotada a US$ 115,63. A commodity repercutiu a sinalização de demanda mais fraca no setores imobiliário e industrial da China.
Por aqui, os investidores aguardam a reunião entre o presidente Lula e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. Há rumores de que o grupo de conselheiros da Petrobras ligado ao governo pode rever a decisão sobre os dividendos extraordinários.
Sendo assim, o Ibovespa cai 0,42%, aos 126.532,65 pontos.
O dólar chegou a ultrapassar a marca psicológica dos R$ 5 no início da sessão, mas inverteu o sinal com o fluxo exportador. A moeda norte-americana opera a R$ 4,9705, com baixa de 0,21%.
Os juros futuros (DIs) mantêm estabilidade em toda a curva, em meio ao avanço dos Treasurys nos EUA e enfraquecimento do dólar ante o real. O mercado aguarda dados de inflação nos Estados Unidos e no Brasil, que serão divulgados amanhã (12), com referência de fevereiro.
Em meio ao avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, e a queda do dólar, os juros futuros (DIs) operam em linha de estabilidade em toda a curva.
Na expectativa, os investidores aguardam dados de inflação no Brasil, o IPCA, e nos Estados Unidos, o CPI.
Confira o desempenho dos DIs hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 9,89% | 9,89% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 9,73% | 9,75% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 9,95% | 9,97% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,23% | 10,25% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,42% | 10,44% |
| DI1F30 | DI Jan/30 | 10,57% | 10,61% |
| DI1F31 | DI Jan/31 | 10,65% | 10,68% |
| DI1F32 | DI Jan/32 | 10,74% | 10,74% |
| DI1F33 | DI Jan/33 | 10,76% | 10,79% |
Entre travar a mira e acertar o alvo foram mais sete meses, mas o CSHG Renda Urbana (HGRU11) enfim anunciou um acordo para comprar o portfólio de imóveis de outro fundo imobiliário, o Succespar Varejo (SPVJ11).
O HGRU11 aceitou pagar R$ 794,5 millhões pelo negócio, que foi proposto em julho do ano passado e envolve 14 ativos. Os imóveis totalizam 156,9 mil m² de Área Bruta Locável (ABL) dividida entre 12 estados brasileiros e locada, em sua maioria, para companhias do varejo alimentício.
Para bancar a compra, que já foi aprovada pelos cotistas do SPVJ11, o CSHG fará uma emissão de cotas. O valor mínimo da operação ainda não foi definido, mas, a depender de quanto for captado, o fundo traçou dois cenários para a transação.
No primeiro, o CSHG Renda Urbana fará o pagamento em dinheiro e assumirá obrigações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) até o valor de R$ 644,59 milhões.
Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys, operam em alta após dados sobre a expectativa de inflação para daqui a três e cinco anos. Isso porque a projeções dão conta de inflação acima da meta de 2%.
Os juros projetados para a dívida dos EUA de 10 anos (T-note) sobem a 4,096%. Já os juros para 30 anos, referência no mercado, avançam a 4,265%.
A expectativa de inflação nos Estados Unidos para 1 ano fica estável em 3%.
Já para três anos, a previsão subiu de 2,4% para 2,7%, e por fim, para cinco anos, avanço de 2,5% para 2,9%.
Os dados foram divulgados há pouco pelo unidade do Federal Reserve de Nova York.
No Giro do Mercado desta segunda-feira (11), o analista Alexandre Alvarenga, da Empiricus Research, fala sobre o desempenho dos fundos multimercado para março.
O analista também comenta a visão dos gestores para a bolsa brasileira e americana em 2024.
No cenário das criptomoedas, o Bitcoin chegou na sua nova máxima histórica, atingindo valor de mercado de US$ 1,4 trilhão e superando a prata.
O analista Valter Rebelo participa do Giro do Mercado desta segunda-feira (11) para comentar o que tem movimentado esse mercado.
Acompanhe:
Na recuperação das perdas recentes, as ações da Petrobras (PETR4;PETR3) inverteram o sinal há pouco e passam a operar em forte alta.
No radar dos investidores está a reunião entre o presidente Lula e o presidente da estatal, Jean Paul Prates, na tarde desta segunda-feira (11).
Além disso, segundo a Broadcast, o grupo de conselheiros da Petrobras ligado ao governo pode rever a decisão sobre os dividendos extraordinários — o motivo da aversão aos papéis da petroleira desde a última sexta-feira (9).
Confira o desempenho das ações:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 37,15 | 2,85% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 37,64 | 1,78% |
O setor de mineração e siderurgia opera em queda, em bloco, com a forte desvalorização do minério de ferro na China, acima de 5%.
A commodity registrou a maior queda diária desde 2022 e encerrou as negociações a US$ 115,63 a tonelada. O forte recuo acontece após o governo chinês indicar que a demanda na indústria imobiliária e indústria no país será mais fraca.
Além disso, no Congresso do Partido, os membros do governo chinês reiteraram posição das casas em construção serem destinadas à moradia da população e não a especulações de preços.
Sendo assim, as incertezas sobre a China e o reflexo no minério de ferro repercutem sobre o setor na B3. Confira o desempenho das companhias de siderurgia e mineração no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 10,34 | -4,79% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 63,99 | -3,06% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 5,77 | -3,03% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 15,96 | -2,15% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 11,90 | -0,58% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 9,87 | +0,71% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 21,38 | +0,66% |
Em meio à disputa societária, as ações da Gafisa (GFSA3), que são negociadas fora do Ibovespa, sobem 8,03%, a R$ 9,42.
Na última sexta-feira (8), a Esh Capital aumentou a posição de 17% para 20% na empresa de olho na próxima assembleia geral extraordinária prevista para 26 de abril.
Os contratos futuros do petróleo recuam mais de 1% pressionados pela cautela sobre a demanda da commodity no mercado internacional, de olho em China. As preocupações sobre o crescimento da segunda maior economia do mundo drenam o apetite ao risco.
Os futuros do Brent para maio caem 1,05%, com o barril a US$ 81,22. Já os futuros do WTI para abril recuam 1,41%, a US$ 76,92 o barril.
Com quase uma hora de negociações, as bolsas de Nova York operam em queda com os investidores aguardando novos dados econômicos.
Amanhã (12) será divulgado o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de fevereiro. A expectativa é de que a inflação avance 0,4% na comparação mensal.
Confira o desempenho das bolsas em NY:
O dólar perdeu força há pouco, após superar os R$ 5.
A moeda norte-americana recua com fluxo exportador e realização de lucros no mercado futuro, na esteira do alívios dos juros nos títulos do Tesouro dos Estados Unidos.
O dólar opera a R$ 4,9735, com queda de 0,15%, no mercado à vista.
As ações da Petrobras (PETR3;PETR4) estendem as perdas com a notícia de que o presidente Lula teria arbitrado sobre a decisão de pagamentos de dividendos extraordinários.
Além disso, há ainda um pouco de reação aos números de balanço do quarto trimestre e a decisão de deixar o recurso, que seria destinado ao pagamento de proventos extras, em reserva.
O presidente Lula e o presidente da estatal, Jean Paul Prates, devem se reunir ainda hoje às 15h (horário de Brasília).
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 36,87 | -0,30% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 36,20 | +0,22% |
Apesar da manutenção de Bartolomeu como CEO da mineradora até dezembro, as ações da Vale (VALE3) recuam e pressionam o Ibovespa.
Na avaliação do Itaú BBA, a notícia sobre a permanência de Bartolomeu é positiva para a companhia.
"Embora os investidores possam considerá-lo “neutro” do ponto de vista operacional/estratégico (manutenção do status quo), a decisão do conselho elimina a pendência relacionada a uma potencial mudança na posição do CEO, que tem sido sujeita a interferências externas nos últimos meses", diz o relatório recente.
Desta vez, o motivo para queda é a forte desvalorização do minério de ferro. A commodity caiu mais de 5% em Dalian, repercutindo a cautela sobre sinais de menor demanda na China.
Os papéis VALE3 caem 2,89%, a R$ 64,10.
O Ibovespa opera em queda e tenta sustentar os 126 mil pontos.
Na ponta positiva, as ações das companhias de petróleo júnior lideram a ponta positiva, impulsionada pela troca de posições intrasetorial com o recuo do Petrobras e Prio — que repercute os resultados do quarto trimestre de 2023.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 8,34 | 1,71% |
| CPFE3 | CPFL Energia ON | R$ 34,60 | 1,20% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 21,56 | 0,89% |
| SMTO3 | São Martinho | R$ 27,90 | 0,83% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 28,49 | 0,81% |
Na ponta negativa, Vale recua cai quase 3%, pressionada pelo recuo de mais de 5%.
Confira as maiores baixas do Ibovespa após a abertura:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 5,78 | -2,86% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 64,47 | -2,33% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 10,64 | -2,03% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 35,46 | -1,83% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 16,03 | -1,72% |
A intenção de aprofundar a abertura econômica da China é a notícia mais importante da reunião anual do Congresso Nacional do Povo.
A promessa de abertura foi anunciada pelo primeiro-ministro Li Qiang ainda no início das sessões, que se estenderam por toda a última semana e terminaram hoje (11) em Pequim.
Li disse que mais áreas da indústria serão autorizadas a receber investimento estrangeiro. Também serão levantadas algumas restrições de mercado a outros setores.
O governo chinês também estabeleceu uma meta de crescimento em torno de 5% para 2024. É a mesma meta do ano passado, quando o PIB da China cresceu 5,2%.
O Ibovespa opera em queda de 0,43%, aos 126.526,61 pontos, após a abertura.
O principal índice da bolsa brasileira acompanha o tom negativo dos futuros dos Estados Unidos, além da forte queda das commodities no mercado internacional.
O minério de ferro recuou mais de 5% em Dalian e o petróleo Brent recua cerca de 0,10%.
Por aqui, o temor com ruído político envolvendo a Petrobras. Segundo o jornal O Globo, o presidente Lula arbitrou a disputa interna em torno do pagamento dos dividendos extraordinários. Há também as preocupações com a meta fiscal.
Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em queda, no pré-mercado em Nova York.
A petroleira estende as perdas de sexta-feira (8), após anúncio sobre dividendos extraordinários.
Já a Vale é pressionada pela queda do minério de ferro
O mercado de commodities opera majoritariamente em queda nesta segunda-feira (11).
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência mundial, caem 0,30%, a US$ 81,83 o barril.
O minério de ferro, negociado em Dalian, encerrou em baixa de 5,41%, com a tonelada cotada a US$ 115,65.
Na última sexta-feira, as bolsas de valores de Wall Street experimentaram um dia de altas volatilidades, encerrando em território negativo, impactadas pela correção no setor de tecnologia e por reações a um relatório de empregos nos EUA com resultados mistos.
Pessoalmente, interpreto os dados de emprego de forma mais otimista.
Em suma, a combinação dos resultados variados de fevereiro e a revisão para baixo dos expressivos números de criação de empregos de janeiro aliviaram as preocupações dos investidores quanto a um possível endurecimento das taxas de juros americanas, minimizando a importância das declarações recentes de Jerome Powell.
Este cenário coincide com o primeiro aniversário da crise bancária regional nos Estados Unidos, destacada pela falência do Silicon Valley Bank.
Agora, observamos com cautela para ver se problemas no New York Community Bancorp não se transformarão em uma nova grande preocupação.
Para esta semana, a atenção se volta para o índice de preços ao consumidor de fevereiro, tanto nos EUA quanto no Brasil.
Resultados abaixo do esperado podem oferecer ainda mais clareza aos investidores na antecipação de cortes nas taxas de juros americanas, o que beneficiaria o ciclo de flexibilização monetária no Brasil.
Na Europa, há expectativas, segundo o Goldman Sachs, de que os primeiros cortes de juros ocorram em junho.
No Brasil, a temporada de divulgação de resultados financeiros prossegue até o fim do mês.
Internacionalmente, a temporada de balanços dá sinais de desaceleração, embora ainda tenhamos relatórios importantes a serem divulgados por empresas como Oracle, Dollar Tree, Kohl's e Dick's Sporting Goods.
Os mercados iniciam a semana com tendência de baixa, intensificando a correção após alcançarem máximas recentes.
A ver…
No Brasil, com o início do horário de verão nos Estados Unidos, o pregão nas bolsas norte-americanas ocorrerá das 10h30 às 17h, horário de Brasília.
Os investidores brasileiros, por sua vez, buscam se recuperar do impacto negativo causado pela queda expressiva nas ações da Petrobras na última sexta-feira, um movimento alinhado às expectativas mencionadas anteriormente, principalmente devido à insatisfação com os resultados apresentados pela empresa e, especialmente, pela decepção com a ausência de dividendos extraordinários.
Nesse contexto, aguarda-se com grande expectativa a divulgação do IPCA de fevereiro, prevista para amanhã.
A projeção é de que o índice acelere de 0,42% em janeiro para 0,78% em fevereiro, com possíveis surpresas podendo influenciar significativamente o mercado.
Um resultado abaixo do esperado seria crucial, sustentando a esperança de um corte adicional de 50 pontos base na taxa de juros em junho, seguido de ajustes mais moderados de 25 pontos base nos cortes subsequentes.
Em Brasília, o cenário é complicado, especialmente após a recente queda na popularidade do presidente Lula.
Em um momento em que a equipe econômica se esforça para reduzir o déficit público, o apelo por aumento de gastos soa como um gesto de desespero.
Recorrer ao populismo tem sido uma estratégia comum entre líderes latino-americanos diante da perda de apoio popular, porém, o espaço fiscal para novos gastos é praticamente inexistente.
Para exemplificar, apesar da celebração de uma receita robusta em janeiro, o crescimento das despesas foi, em termos reais, quase duas vezes maior que o da receita, uma dinâmica insustentável a longo prazo.
O déficit nominal atual se assemelha ao registrado durante a pandemia, período em que as despesas com juros giravam em torno de R$ 315 bilhões ao ano, enquanto atualmente essa cifra alcança aproximadamente R$ 745 bilhões ao ano.
Esta situação explica a elevada taxa de juros projetada para os títulos NTN-B, superior a 5,5% ao ano, um nível considerado insustentável para a economia no longo prazo.
Na última sexta-feira, a bolsa brasileira registrou uma queda de aproximadamente 1% devido à forte reação negativa ao resultado divulgado pela Petrobras.
Este ano, o movimento de capitais estrangeiros tem sido desfavorável: em contraste com a entrada de R$ 49 bilhões em 2022, em 2024 observou-se apenas R$ 11 bilhões de entrada, e, até o momento, houve uma saída superior a R$ 20 bilhões, sem incluir os dados da última sexta-feira.
A queda na popularidade do presidente Lula, conforme apontam as pesquisas, gera preocupações no mercado sobre o risco de políticas fiscais populistas, que podem aumentar as tensões sobre as finanças públicas.
Diante desse cenário de incerteza fiscal, parece cada vez mais justificável que o Banco Central adote uma postura mais cautelosa na flexibilização monetária, buscando manter alguma estabilidade.
O ministro da Fazenda, Haddad, almeja apresentar um plano fiscal robusto até maio, permitindo que a taxa Selic inicie o segundo semestre já em um patamar de um dígito, algo que não acontece desde fevereiro de 2022.
Por outro lado, existem indicadores econômicos encorajadores.
Os dados de crédito indicam um aumento nas concessões, as contas externas apresentam um quadro sólido, e o crescimento econômico mostra sinais de continuidade.
Contudo, o país enfrenta dificuldades para capturar o interesse dos investidores, em parte devido às altas taxas de juros e ao avanço tecnológico nos Estados Unidos.
Além disso, o Brasil ainda tem diversos desafios internos a superar.
A recente decisão da Petrobras de não distribuir dividendos extraordinários, embora esteja em linha com sua política histórica, agrava a percepção negativa do mercado, evidenciada pela queda de mais de 10% em suas ações.
É imperativo que o governo reformule sua comunicação e políticas. Sem isso, há o risco de se distanciar do eleitorado moderado que foi crucial para sua eleição.
Nos Estados Unidos, o foco desta semana estará voltado para o índice de preços ao consumidor, que será divulgado amanhã pela manhã.
Após um relatório ambíguo sobre a situação do emprego divulgado na semana passada, a atenção dos investidores agora se volta para os dados de inflação, que serão determinantes nas decisões sobre possíveis ajustes nas projeções para os títulos do Tesouro.
Em relação ao relatório de empregos, observou-se uma moderação no aumento dos salários, com um acréscimo de apenas 0,1% em fevereiro, marcando o ritmo mais lento de crescimento desde março de 2021.
Adicionalmente, houve um aumento na taxa de desemprego.
Pessoalmente, interpreto esses indicadores de forma mais otimista do que pessimista.
Os indicadores que serão divulgados amanhã servirão para verificar se a inflação está recuando de maneira estável o suficiente para que o Federal Reserve possa iniciar o processo de relaxamento de sua política monetária, conforme as expectativas atuais do mercado.
Atualmente, antecipa-se três reduções de 25 pontos base nas taxas de juros a partir de junho (junho, setembro e dezembro). Uma mudança para uma política mais acomodatícia seria positiva para os ativos de risco de forma geral, embora tal ajuste pareça improvável no momento.
Diante desse cenário, minha inclinação é por manter a estratégia vigente por enquanto.
No extremo oriental do globo, o destaque deste fim de semana foi marcado por um aumento na inflação chinesa.
Esse fenômeno resultou em uma noite positiva para o mercado de ações da China, mantendo a tendência de recuperação dos ativos chineses que começou em fevereiro.
Diferentemente de outras partes do mundo, onde a inflação elevada geralmente suscita preocupações, o aumento dos índices inflacionários na China é recebido com otimismo.
Isso se deve ao fato de que, no contexto chinês, onde a inflação estava preocupantemente baixa, indicando uma demanda fraca, um incremento na inflação pode sinalizar um reaquecimento da demanda e um retorno ao crescimento econômico normalizado.
Esse foi o primeiro avanço nos preços ao consumidor na China desde agosto do ano anterior, interrompendo uma sequência de deflação que ameaçava o potencial de expansão da segunda maior economia mundial.
A elevação nos preços foi impulsionada, em parte, pelo feriado do Ano Novo Lunar, que tradicionalmente aumenta a demanda de forma temporária.
Agora, observa-se com expectativa para ver se essa tendência inflacionária positiva se manterá nos meses vindouros.
Na última semana, um comitê do Congresso dos EUA decidiu unanimemente avançar com um projeto de lei que poderia levar à proibição do TikTok no país, afetando os 170 milhões de usuários americanos da plataforma.
Legisladores americanos têm consistentemente levantado preocupações sobre o impacto do TikTok, acusando sua empresa mãe, a ByteDance, de ter vínculos com o governo chinês – alegações que ambas as entidades refutam.
O ímpeto para acelerar a discussão do projeto de lei ganhou força após o TikTok incentivar seus usuários a entrar em contato com seus representantes no Congresso, pedindo que não prosseguissem com a proibição.
Essa mobilização resultou em uma avalanche de chamadas, marcando um dos maiores efeitos contraproducentes já vistos nas redes sociais.
O objetivo do projeto, que conta com apoio de ambos os partidos, é assegurar a segurança nacional dos EUA contra potenciais ameaças oriundas de aplicativos sob controle de governos adversários.
O texto propõe à ByteDance um ultimato: vender o TikTok para uma empresa americana em até seis meses ou encerrar suas operações no país.
Esse desenvolvimento é mais um indicativo do crescente clima de tensão global, reminiscente de uma nova Guerra Fria.
Os juros futuros (DIs) abriram em alta em toda a curva, impulsionado pelos rendimentos dos Treasurys em Nova York e acompanhando a valorização do dólar no mercado à vista.
Veja como abriram os DIs hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | MIN | MAX | ABE | FEC |
|---|---|---|---|---|---|---|
| DI1F25 | DI Jan/25 | 9,90% | 9,89% | 9,90% | 9,89% | 9,89% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 9,77% | 9,75% | 9,77% | 9,75% | 9,75% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,00% | 9,97% | 10,00% | 9,97% | 9,97% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,28% | 10,27% | 10,29% | 10,28% | 10,25% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,47% | 10,46% | 10,48% | 10,46% | 10,44% |
| DI1F30 | DI Jan/30 | 10,63% | 10,60% | 10,63% | 10,60% | 10,61% |
| DI1F31 | DI Jan/31 | 10,72% | 10,69% | 10,72% | 10,69% | 10,68% |
| DI1F32 | DI Jan/32 | 10,78% | 10,76% | 10,78% | 10,76% | 10,74% |
| DI1F33 | DI Jan/33 | 10,82% | 10,81% | 10,82% | 10,81% | 10,79% |
O dólar à vista abriu em alta, a R$ 4,9836.
O Ibovespa futuro inicia a segunda-feira em queda de 0,56%, aos 127.615 pontos.
O índice é puxado ainda pelas repercussões do anúncio da Petrobras.
Além disso, é puxado por Wall Street, que aguarda divulgação do PCE.
Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no vermelho nesta segunda-feira. No entanto, as perdas são limitadas pela agenda vazia de hoje.
Ao mesmo tempo, os investidores calibram as expectativas em relação ao CPI, como é conhecido o índice de preços ao consumidor norte-americano.
A divulgação do dado está prevista para amanhã.
Confira:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda hoje.
Os investidores mantêm-se à margem do mercado em dia de agenda fraca na região.
Diante disso, os índices de ações da região iniciaram o dia no vermelho, acompanhando a cautela que antecede a divulgação de novos dados de inflação nos EUA (amanhã).
Confira as bolsas na Europa agora:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta segunda-feira.
Na China continental, a bolsa de Xangai subiu 0,74% na esteira da alta de 0,7% do índice de preços ao consumidor. O indicador interrompeu quatro meses seguidos de deflação na leitura anual.
Já a bolsa de Hong Kong fechou em alta de 1,43%.
Em Tóquio, o índice Nikkei caiu 2,11% diante da revisão para cima do PIB do Japão. O novo dado reforça expectativas de que o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) irá começar a apertar sua política monetária ultra-acomodatícia.
Também fecharam em queda hoje as bolsas de Seul (-0,77%) e Taiwan (-0,30%).
Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:
O Produto Interno Bruto (PIB) do Japão no quarto trimestre de 2023 foi revisado para cima.
A leitura original indicava uma contração econômica de 0,4% na comparação com o quatro trimestre de 2022.
Com a revisão, o PIB japonês no quarto trimestre apontou crescimento de 0,1% na comparação com o terceiro trimestre e alta de 0,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Em meio a uma queda de braço que envolveu os principais acionistas e o governo, a Vale (VALE3) finalmente definiu que nada muda, por enquanto, no comando da mineradora.
Ou seja, Eduardo de Salles Bartolomeo fica. O mandato do presidente da companhia foi estendido até 31 de dezembro de 2024 e o novo processo de sucessão só deve começar no próximo ano.
O executivo também deve apoiar a transição para a nova liderança no início de 2025. Bartolomeo atuará como advisor da mineradora até 31 de dezembro de 2025.
Até a decisão da última sexta-feira (8), a Vale estava no meio de uma queda de braço envolvendo o comando da empresa.
A centro-direita venceu as eleições gerais em Portugal, realizadas no domingo.
O resultado foi bastante apertado.
Com 99% das urnas apuradas, a Aliança Democrática conquistou 79 das cadeiras no Parlamento, contra 77 do Partido Socialista (PS).
A centro-direita terá o direito de formar o governo, mas precisará negociar, uma vez que não atingiu maioria.
Em terceiro lugar, o partido de extrema-direita Chega quadruplicou sua bancada, chegando a 48 cadeiras.
O Ibovespa inicia a semana em busca de recuperar-se da queda sofrida na semana passada.
Na sexta-feira, o principal índice da bolsa brasileira fechou em baixa de 0,99%.
O recuo deveu-se principalmente ao tombo de pouco mais de 10% das ações da Petrobras na sessão.
No acumulado da semana, o Ibovespa caiu 1,63%, mas reteve a faixa de 127 mil pontos.
Já o dólar subiu 0,52% na semana passada e começará a sessão de hoje na faixa de R$ 4,98.
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