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O CEO da Prio ainda atualizou os investidores sobre o maior risco para a companhia em 2024: o sucesso do projeto no campo Wahoo; entenda
Se o pagamento milionário de dividendos da Prio (PRIO3) no fim do ano passado gerou expectativas entre os acionistas de que outras remunerações estivessem em vista, o CEO da petroleira, Roberto Monteiro, já afirmou que uma nova chuva de proventos não deve pingar tão cedo no bolso dos investidores.
A notícia pode parecer negativa à primeira vista, mas o CEO da Prio apontou um motivo para reter esse dinheiro em caixa: crescer via fusões e aquisições (M&As).
“Qual é a nossa expectativa genuína? No dia em que não tivermos uma visão positiva a respeito de M&A, será o momento em que vamos distribuir [o caixa]”, afirmou o CEO, durante teleconferência com analistas.
“A gente passou o quarto trimestre viajando para cima e para baixo com o intuito de entender as possibilidades e a agenda de M&As. Temos uma visão positiva e é a razão pela qual achamos que temos que segurar um pouco o caixa.”
Vale lembrar que, em dezembro, a empresa anunciou uma distribuição de dividendos de R$ 60 milhões, na primeira remuneração a acionistas de sua história. Entretanto, o foco da empresa não é tornar-se uma das “vacas leiteiras” da bolsa brasileira, mas sim atuar como um negócio de crescimento e multiplicação de capital.
As ações da Prio (PRIO3) reagem em alta às falas do executivo no pregão desta segunda-feira (11), depois de uma repercussão inicial negativa do mercado ao balanço do quarto trimestre.
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Por volta das 13h, os papéis subiam 1,34%, negociados a R$ 45,30. No acumulado do ano, porém, as ações ainda marcam queda da ordem de 2%. Em 12 meses, os ativos registram valorização de 37%.
E nessa linha, a empresa acompanha de perto oportunidades para abocanhar novos negócios, especialmente no Brasil, em áreas offshore, ou até mesmo no Golfo do México, segundo o CEO da Prio.
Sobre o Golfo do México, Monteiro afirma que a “jurisdição interessante e muito estável” da região atrai a companhia, mas será necessário avaliar o potencial de cada negócio.
“A gente vê um pipeline de negócios com muito mais atividade do que no Brasil, com maior frequência e participação mais pulverizada, mas tem que ter um bom ponto de retorno.”
O CEO da Prio (PRIO3) atualizou os investidores sobre o maior risco para a companhia em 2024: o sucesso do projeto no campo Wahoo, na Bacia de Campos.
Com previsão de adicionar 40 mil barris de petróleo à produção diária da Prio, o projeto ainda depende de licenças de perfuração e interligação de Frade a Wahoo pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Além disso, será necessária uma permissão para a perfuração de novos poços em Albacora.
O aval garantirá o primeiro óleo no campo — e conta com um prazo apertado para sair. Isso porque a petroleira já possui embarcações contratadas para trabalhar na área, com dias contados para perfuração e conclusão de cada um dos três a quatro poços no campo após a licença de perfuração.
No fim de janeiro, o CEO da Prio ligou um alerta entre os investidores ao afirmar que não havia plano B caso as licenças não saíssem.
Já na conferência de resultados realizada nesta manhã, o Monteiro afirmou que março vai ser um mês bem importante. “Se o Ibama destravar e as licenças conseguirem andar, teríamos pouquíssimas alterações a fazer.
O diretor de operações (COO) da empresa, Francisco Fernandes, ainda tranquilizou os ânimos do mercado com a notícia de que já existe uma estratégia alternativa negociada.
Segundo o COO, se a licença sair até o fim deste mês, o cronograma praticamente não será impactado, mas a Prio já trabalha com “vários planos” para o caso da questão do Ibama se arrastar.
Fernandes afirmou que negociou com o navio contratado, o Amazon, a possibilidade de inverter a ordem do projeto da Prio com um processo de outra empresa, que viria em sequência à exploração de Wahoo. “Parado a gente não fica. Temos planos A, B e C.”
Os últimos números da Prio (PRIO3) referentes a 2023 vieram a público na noite da última sexta-feira (08) após o fechamento dos negócios e trouxeram sentimentos mistos, segundo o mercado.
Como outras companhias do setor de óleo e gás, a queda nos preços do petróleo em 2023 também se fez sentir nos resultados da Prio. Porém, o impacto da desvalorização do Brent nos mercados internacionais foi suavizado pelo aumento da produção após a entrada do campo Albacora Leste.
“Foi o melhor trimestre da história”, disse o CEO em relação à produção da companhia, que chegou ao recorde médio diário de 100,3 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd) no quarto trimestre de 2023.
Em geral, os números da Prio (PRIO3) no último trimestre de 2023 não deixaram tanto a desejar, com expansão em quase todas as linhas frente ao mesmo período do ano anterior. Confira:
O principal indicador abaixo das expectativas do mercado foi o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, que foi pressionado pelo aumento das despesas no período.
Mas a frente positiva do balanço veio do consolidado do ano. O lucro líquido da companhia subiu 53% frente a 2022, atingindo o recorde de US$ 1,08 bilhão (R$ 5,37 bilhões).
A Prio ainda atingiu máximas em receita e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em 2023.
Para o Itaú BBA, os anúncios da Prio (PRIO3) trouxeram “sentimentos confusos”, especialmente pelo balanço, mas um comunicado manteve a perspectiva positiva para o futuro da petroleira junior.
A companhia comunicou ao mercado, junto ao resultado financeiro, uma nova certificação de reservas, com data de referência de 1º de janeiro, que inclui as reservas dos campos de Polvo e TBMT, Frade, Wahoo e Albacora Leste.
“Preferimos focar nas perspectivas positivas proporcionadas pela nova certificação. O certificado de reservas divulgado na sexta-feira ajuda a ilustrar o desempenho operacional da PRIO, mostrando a capacidade da empresa em aumentar as reservas (especialmente em Frade), mas também atrasos na obtenção de licenças ambientais em 2023”, escreveram os analistas do banco.
Para os analistas, a nova certificação indica uma diminuição na produção e no investimento em 2024 devido a atrasos no ano passado, com uma reversão esperada em 2025 com um aumento na produção e no investimento.
Vale destacar que o Itaú BBA possui recomendação de “outperform” — equivalente a compra — para as ações PRIO3.
O BTG Pactual também está otimista com a Prio e prevê uma atualização das estimativas para as ações PRIO3 em breve.
Até então, o banco havia fixado um preço-alvo de R$ 79 para as ações PRIO3 — que implicaria em uma valorização potencial de 76% frente ao último fechamento.
Já a XP Investimentos acredita que, apesar da diminuição do Ebitda, a empresa apresentou resultados que “continuam a indicar melhorias nos principais indicadores” e que contribuem para a capacidade de execução da Prio.
“PRIO3 continua sendo uma recomendação de compra e a nossa top pick [principal escolha] do setor”, escreveram os analistas da XP, em relatório.
Por sua vez, a Genial Investimentos manteve a recomendação de compra para os papéis PRIO3 e destacou o otimismo em relação ao futuro da petroleira.
Para os analistas, nos atuais níveis de preço, a empresa atualmente negocia a u múltiplo de 2,4 vezes a relação valor de firma sobre Ebitda (EV/Ebitda). A expectativa da Genial é que a Prio gere um fluxo de caixa livre em relação ao valor de mercado de acionista de 18% para o fim de 2024.
Para a analista Larissa Quaresma, da Empiricus Research, a Prio está negociando a 3,9 vezes seu Ebitda projetado para 2024, em um múltiplo “anormalmente baixo para a ação” — o que reforça a recomendação de compra da casa de análise para PRIO3.
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