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FECHAMENTO DO DIA

Bolsa hoje: Dólar sobe e vai a R$ 4,84, enquanto Ibovespa cai com baixa liquidez no exterior e de olho em Brasília

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4 de julho de 2023
7:18 - atualizado às 14:56

RESUMO DO DIA: Sem pregão em Nova York, devido ao feriado do 4 de julho, os mercados operaram com menor liquidez. Somado a agenda mais esvaziada, as bolsas na Ásia fecharam sem direção única e os índices europeus terminaram a sessão em queda.

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Por aqui, os investidores acompanham os debates envolvendo a reforma tributária no Congresso e a incerteza de votação do arcabouço fiscal ainda nesta semana. Além disso, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou a indicação de Gabriel Galípolo, o número 2 da Fazenda, para a diretoria do Banco Central.

O Ibovespa encerrou o pregão em baixa de 0,50%, aos 119.076 pontos.

O dólar à vista fechou a R$ 4,8405, alta de 0,67%.

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (04):

Leia Também

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 20,359,94%
MRVE3MRV ONR$ 11,996,96%
BRKM5Braskem PNAR$ 28,945,35%
PETZ3Petz ONR$ 7,024,78%
JHSF3JHSF ONR$ 5,142,19%

E as maiores quedas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
RDOR3Rede D'Or ONR$ 32,25-3,67%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,32-2,26%
SANB11Santander Brasil unitsR$ 30,77-2,04%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,37-2,03%
ABEV3Ambev ONR$ 15,14-1,75%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou o pregão em queda de 0,50%, aos 119.076 pontos. O mercado operou com liquidez limitada sem os negócios em Nova York, em razão do feriado de Independência dos EUA.

O dia também foi marcado pela cautela com os investidores monitorando o andamento de pautas econômicas em Brasília. Voltou à mesa o adiamento da votação final do arcabouço fiscal, que segue prevista para essa semana, além do possível entrave no andamento da Reforma Tributária antes do recesso parlamentar.

Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) foram as ações mais negociadas do dia, mas fecharam em direções opostas, acompanhando o desempenho das commodities atreladas às companhias. A mineradora encerrou as negociações em baixa de 0,42%, enquanto a estatal fechou em alta de 0,17%.

Os destaques do dia foram MRV (MRVE3), que liderou os ganhos repercutindo prévia operacional e planos de follow-on; Rede D'Or (RDOR3) figurou como a maior queda pressionado pela decisão do STF sobre o piso da enfermagem.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar fecha a R$ 4,8405, em alta de 0,67%, no mercado à vista.

Em dia de baixa liquidez no mercado e agenda externa mais esvaziada, a moeda americana ganhou força ante o real com investidores de olho nas incertezas de votação do arcabouço fiscal ainda nesta semana e andamento da reforma tributária.

USIMINAS (USIM5) SOBE COM RUMORES DE NOVO CEO

As ações da Usiminas (USIM5) deixaram o tom negativo e avançam 1,38%, a R$ 7,35, com expectativas de que Marcelo Chara, atual CEO da Ternium Brasil, assumirá o comando da mineradora mineira. A informação foi revelada pelo jornal Valor Econômico.

A decisão é resultado da mudança de participação societária da Usiminas, após a Ternium passar a ter maior participação no controle da empresa — com 61,3% das ações vinculadas à companhia e 49,5% das ações ordinárias —, segundo comunicado divulgado ontem (3).

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos do petróleo tipo Brent para setembro encerraram as negociações em alta de 2,14%, a US$ 76,25 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Os contratos para agosto do petróleo WTI fecharam com ganhos de 2,06%, a US$ 71,23 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).

Hoje, os investidores ajustaram as posições na commodity após o anúncio de cortes na produção do petróleo por Arábia Saudita e Rússia a partir de agosto.

Além disso, os mercados repercutiram a recompra de barris das Reservas Estratégicas de Petróleo (SPR, na sigla em inglês) dos EUA.

IBOVESPA NA MÍNIMA

De olho em Brasília e com menor liquidez nos mercados sem NY, o Ibovespa vem renovando mínimas ao longo da sessão.

Há pouco, o índice registrou queda de 0,56%, aos 118.998 pontos.

DÓLAR NA MÁXIMA

O dólar à vista renovou a máxima há pouco com alta de 0,68%, a R$ 4,8412.

TUDO EM CASA: FUNDO IMOBILIÁRIO DA HEDGE COMPRA FATIA DE SHOPPING QUE PERTENCIA A OUTRO FII DA GESTORA; VEJA OS VALORES

Dizem que, em casa de ferreiro, o espeto é de pau. Mas a Hedge Investments está disposta a mostrar que esse ditado não vale para tudo e anunciou a conclusão de uma negociação milionária entre dois fundos de investimento imobiliário administrados pela gestora.

O FII Hedge Brasil Shopping (HGBS11) assinou na última segunda-feira (3) a escritura de compra e venda de uma participação de 40% no Shopping Jardim Sul. A fatia pertencia a um fundo homônimo negociado sob o ticker JRDM11 que será liquidado após a transação.

A participação no ativo, que está localizado no bairro do Morumbi, em São Paulo, foi vendida por R$ 217,7 milhões. O HGBS11 fará uma operação de securitização — por meio da emissão de um Certificado de Recebível Imobiliário (CRI) — de R$ 215 milhões para financiar a compra.

O cap rate (taxa de capitalização) estimado pelo fundo para o primeiro ano é de 9,3%. Vale destacar que o FII já possuia uma participação de 17,5% no empreendimento. "Com esta aquisição, o atingimos o volume de 88% da sua carteira investida em ativos alvo em São Paulo e consolidamos a presença em um ativo premium", diz o comunicado enviado ao mercado.

Leia mais.

DIS AVANÇAM

Após renovarem as mínimas na sessão anterior, os juros futuros (DIs) ampliam a alta em toda a curva, sem negociações em Nova York e com a valorização do dólar ante o real.

Os DIs precificam os dados industriais maio acima das projeções do mercado. A produção industrial subiu 0,3% em maio ante abril, com ajuste sazonal, informou pela manhã o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ante a expectativa de avanço de 0,1%.

Além disso, os investidores monitoram o andamento da Reforma Tributária no Congresso Nacional e a expectativa de votação final do arcabouço fiscal.

O projeto de lei que trata dos votos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) concentra as atenções do mercado, já que a apreciação da matéria deveria ter ocorrido ontem (3).

Confira o desempenho dos DIs:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2412,79%12,78%
DI1F25DI Jan/2510,69%10,62%
DI1F26DI Jan/2610,04%9,95%
DI1F27DI Jan/2710,06%9,97%
DI1F28DI Jan/2810,25%10,17%

SER EDUCACIONAL (SEER3) SOBE 11%

As ações da Ser Educacional (SEER3), negociadas fora do Ibovespa, registram alta de 10,92%, a R$ 5,89, com rumores de que o governo federal deve lançar incentivos ao setor. Entre as especulações está um "Fies 2.0" ou um aumento do "ProUni".

As companhias educacionais negociadas no Ibovespa também avançam, de forma mais limitada. Confira:

CÓDIGO NOMEULT VAR
YDUQ3Yduqs ONR$ 20,101,31%
COGN3 Cogna ONR$ 3,29 0,30%
COMPANHIAS AÉREAS RECUAM

Pressionadas pelo avanço do petróleo no mercado internacional, as companhias aéreas Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4) operam entre as maiores quedas do Ibovespa.

As perdas também são impulsionadas pela valorização do dólar ante o real, que encarece as despesas das companhias calculadas na moeda americana.

CÓDIGONOMEULTVAR
AZUL4Azul PNR$ 20,89-2,15%
GOLL4Gol PNR$ 12,98-1,29%
BRASKEM: UNIPAR (UNIP6) "PASSA DE FASE" NAS NEGOCIAÇÕES PARA COMPRAR FATIA DA EX-ODEBRECHT; AÇÕES BRKM5 SOBEM FORTE NA B3

A disputa pela participação da Novonor (ex-Odebrecht) na Braskem avançou nesta terça-feira (4), depois que a Unipar (UNIP6) passou de fase, ficando um pouco mais perto de levar a petroquímica. As ações BRKM5 estão entre as maiores altas do Ibovespa hoje

Em comunicado, a Unipar informa que recebeu da Novonor a sinalização de que estrutura da operação pretendida atende aos interesses da ex-Odebrecht e de suas partes interessadas.

“A referida sinalização está sujeita a determinadas condições, incluindo a concordância dos bancos credores titulares de alienações fiduciárias sobre as ações da Braskem com os termos da operação”, diz o comunicado. 

A nota esclarece ainda que essa sinalização não engloba a concessão, neste momento, de exclusividade à Unipar no processo de venda do controle da Braskem. 

Leia mais.

REDE D’OR (RDOR3) CAI

As ações da Rede D'Or (RDOR3) lideram as perdas do Ibovespa, com recuo de 2,09%, a R$ 32,78. Os papéis são pressionados pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que o pagamento ou não do piso da enfermagem, estabelecido por lei, deverá ser precedido de negociação coletiva entre empregadores e funcionários.

O piso salarial deverá ter efeito 60 dias após a decisão, ou seja, no início de setembro. O salário mínimo também será proporcional a uma carga de 44 horas semanais.

Na avaliação da XP, a queda dos ativos no pregão desta terça-feira (4) era esperada, já que as operadoras e prestadoras hospitalares devem sofrer pressões de custo no curto prazo com a decisão, especialmente as empresas com presença em cidades menores e regiões mais pobres.

A corretora, por sua vez, reiterou recomendação de compra para os papéis de Hapvida e Hypera; e neutra para Rede D'Or e Fleury.

Companhias do setor acompanham o tom negativo, com exceção de Fleury, confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
RDOR3Rede D'Or ONR$ 32,81-2,00%
HAPV3Hapvida ON R$ 4,35 -1,58%
HYPE3Hypera ON R$ 46,19 -0,17%
FLRY3Fleury ON R$ 16,38+0,49%
COMO ANDAM OS MERCADOS

Com a liquidez dos negócios reduzidas pela ausência de pregão nos EUA, o Ibovespa realiza os lucros recentes e cai 0,14%, aos 119.509 pontos.

As perdas, porém, são limitadas, pelo avanço do petróleo no mercado internacional e a permanência de otimismo com o cenário doméstico. Os investidores monitoram a votação final do arcabouço fiscal e as movimentações da Reforma Tributária na Câmara dos Deputados.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
PCAR3GPA ONR$ 19,555,62%
BRKM5Braskem PNAR$ 28,734,59%
MRVE3MRV ONR$ 11,573,21%
PRIO3PRIO ONR$ 38,242,19%
PETZ3Petz ONR$ 6,842,09%

E as maiores quedas da primeira parte da sessão:

CÓDIGONOMEULTVAR
RDOR3Rede D'Or ONR$ 32,80-2,03%
AZUL4Azul PNR$ 20,93-1,97%
SANB11Santander Brasil unitsR$ 30,82-1,88%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 43,09-1,73%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,35-1,58%
FECHAMENTO DA EUROPA

Em dia de menor liquidez, sem os mercados em Nova York, e de agenda esvaziada, as bolsas europeias encerraram o dia em queda.

  • FTSE 100 (Londres): -0,06%;
  • CAC 40 (Paris): -0,23%;
  • DAX (Frankfurt): -0,27%;
  • Stoxx 600: +0,08%.

A CARTEIRA DE AÇÕES NÃO VAI BEM? CHAME O MÉDICO: PAPÉIS DE REDE HOSPITALAR LIDERAM A PREFERÊNCIA DOS ANALISTAS PARA JULHO

O mês de junho foi de desempenho histórico para o mercado de ações brasileiro. O Ibovespa, principal índice acionário da B3, saltou 9% no período, impulsionado pelos ganhos de papéis de diversos segmentos.

As ações mais recomendadas pelas corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro no mês anterior, Banco do Brasil (BBAS3) e PRIO (PRIO3), renderam ganhos de 11,3% e 8,4%, respectivamente, para quem confiou na indicação.

Mas o céu de brigadeiro não se estendeu por todos os setores da bolsa de valores — tecnologia e varejo, por exemplo, amargaram fortes perdas.

Por isso, é preciso escolher com cuidado as ações para investir daqui para a frente. Se a sua carteira de ações também não aproveitou no bom momento do mês passado e pode não estar calibrada para os próximos, nada melhor do que chamar um médico para fazer o diagnóstico dos problemas do portfólio.

Leia mais.

DÓLAR TEM NOVA MÁXIMA E BATE R$ 4,82

O dólar à vista segue em trajetória de recuperação no início da tarde desta terça-feira (4). Por volta das 12h10, a moeda norte-americana registrou uma nova máxima do dia cotada em R$ 4,82, com alta de 0,26%.

AÉREAS LIDERAM QUEDAS

As companhias aéreas estão entre os destaques negativos desta terça-feira (4) e devolvem parte dos ganhos acumulados no mês passado. Por volta das 11h50, Azul (AZUL4) liderava as perdas do Ibovespa com queda de 2,39%, enquanto a Gol (GOLL4) recuava 1,06%.

As companhias são pressionadas pela valorização do petróleo no mercado exterior, o que pode incrementar os custos com combustíveis das aeronaves. O contrato do tipo Brent operava em alta de 1,7%, enquanto o WTI subia 1,8% hoje.

Vale destacar que a Gol disparou 60% no mês passado e anotou maior alta do Ibovespa em junho. A Azul também apareceu entre os destaques do período, com ganhos de 29,7%.

MRV (MRVE3) ENTRE OS DESTAQUES DA BOLSA

A prévia operacional da MRV (MRVE3), divulgada nesta terça-feira (4), agradou investidores e analistas e impulsiona as ações da companhia. Por volta das 11h15, os papéis operavam na contramão do Ibovespa e anotavam a segunda maior alta do dia com ganhos de 2,23%, a R$ 11,46.

Mais cedo, a empresa também confirmou que está analisando a possibilidade de realizar uma oferta pública primária de ações, conforme relatado anteriormente pelo Seu Dinheiro.

A construtora contratou os bancos BTG Pactual, Itaú BBA, Bradesco BBI, Bank of America e outras instituições para estruturar o follow-on.

BRF E MARFRIG: VEM FUSÃO POR AÍ?

A oferta de ações que pode movimentar até R$ 5,3 bilhões na B3 pode representar o fim de uma era na BRF (BRFS3). Após a operação, a gigante de alimentos dona das marcas Sadia e Perdigão terá dois acionistas com uma participação combinada de mais de 50% do capital: o frigorífico Marfrig (MRFG3) e fundo saudita Salic.

Em tese, a BRF é uma corporation, ou seja, uma empresa que não possui um controlador definido. Mas na prática a Marfrig já dá as cartas e deve ampliar ainda mais a influência na companhia.

No mercado, já se fala que o futuro das duas empresas é uma fusão. Vale lembrar que uma primeira tentativa de união da "vaca e do frango" — em referência aos principais negócios das companhias — acabou não indo para frente em 2019.

A BRF pretende emitir inicialmente 500 milhões de ações na oferta. Desse total, Marfrig e Salic se comprometeram a ficar com metade cada, desde que o preço por ação seja de no máximo R$ 9,00.

Leia mais.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL SOBE EM MAIO

A produção industrial subiu 0,3% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, divulgou nesta terça-feira (04) o IBGE.

O resultado ficou levemente acima da mediana das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, positiva em 0,1%. As estimativas iam de queda de 0,7% a alta de 1,2%.

Em relação a maio de 2022, a produção subiu 1,9%. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas variavam de queda de 0,6% a alta de 2,6%, com mediana positiva de 1,2%.

No acumulado do ano, que tem como base de comparação o mesmo período do ano anterior, a indústria teve uma queda de 0,2%. Em 12 meses, a produção ficou estável (0,0%).

A produção da indústria de bens de capital subiu 4,2% em maio ante abril, informou o IBGE. Na comparação com maio de 2022, o indicador recuou 11,6%.

Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF).

Fonte: Estadão Conteúdo

POTENCIAL FOLLOW-ON

A MRV (MRVE3) divulgou nesta terça-feira (04) sua prévia operacional referente ao segundo trimestre e confirmou que está analisando a possibilidade de realizar uma oferta pública primária de ações (follow-on), conforme relatado anteriormente pelo Seu Dinheiro.

A construtora contratou os bancos BTG Pactual, Itaú BBA, Bradesco BBI, Bank of America e outras instituições para estruturar o follow-on.

Vale destacar que a realização da potencial oferta ainda está sob análise e nenhuma decisão foi tomada a respeito, além dos termos e condições da operação.

O negócio ainda está sujeito a aprovações societárias pertinentes, às condições políticas e macroeconômicas favoráveis e a outros fatores.

Leia mais.

ABERTURA DO MERCADO

O Ibovespa começou o dia em queda de 0,23%, aos 119.672 pontos, após a abertura. Já o dólar à vista opera em alta de 0,39%, cotado a R$ 4,8074

DIS SOBEM HOJE
CÓDIGONOMEULTFEC
DI1F24DI Jan/2412,75%12,84%
DI1F25DI Jan/2510,67%10,64%
DI1F26DI Jan/2610,01%9,98%
DI1F27DI Jan/2710,02%10,00%
DI1F28DI Jan/2810,21%10,19%
DI1F29DI Jan/2910,37%10,35%
COMMODITIES HOJE

O barril do petróleo Brent, utilizado como referência internacional e pela Petrobras (PETR3;PETR4), opera em alta de 1,77% nesta terça-feira, negociado a US$ 75,97. O dia é de liquidez reduzida com o feriado nos EUA, o que tende a dar volatilidade aos mercados internacionais.

Já na Bolsa de Dalian, na China, o minério foi negociado em leve queda de 0,06% a US$ 113,70 por tonelada. A China anunciou ontem restrições para exportações de gálio e germânio, metais importantes para a fabricação de semicondutores.

Operadores do mercado acreditam que se trata de uma retaliação após os EUA sinalizarem que devem impor restrições às importações de chips chineses. As regras entram em vigor a partir de 1º de agosto.

PRÉ-MERCADO

O Ibovespa futuro começou o dia em queda de 0,05%, aos 121.560. Já o dólar à vista abriu com queda de 0,23%, negociado a R$ 4,7973.

AGENDA DO DIA
HorárioPaís / RegiãoEvento
Dia todoEstados UnidosFeriado do dia da Independência
5hBrasilIPC-Fipe de junho
7hFrançaCPI da OCDE de maio
8h30BrasilCAE do Senado sabatina Gabriel Galípolo e Ailton de Aquino, indicados para diretorias de Política Monetária e de Fiscalização do BC
9hBrasilProdução industrial de maio
10hReino UnidoPrimeiro-ministro britânico, Rishi Sunak testemunha na Câmara dos Comuns
19h30BrasilGovernadores do Sudeste e do Sul se encontram com parlamentares para pressionar por mudanças na reforma tributária
22h45ChinaPMI do setor de serviços em junho
--BrasilCâmara pode votar PL que reinstitui voto de qualidade no Carf
Fonte: Investing.com
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM MISTAS

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta terça-feira.

Os negócios da região foram influenciados pela decisão do banco central da Austrália de manter sua taxa básica de juro inalterada.

As bolsas de de Xangai, Hong Kong e Taiwan fecharam em território levemente positivo. Já as bolsas de Tóquio e Seul encerraram em queda — de 0,98% e 0,35%, respectivamente.

  • Tóquio: -0,98%
  • Seul: -0,35%
  • Xangai: +0,04%
  • Hong Kong: +0,56%
  • Taiwan: +0,33%
BOLSAS DA EUROPA ABREM SEM ÚNICO SINAL

As principais bolsas de valores da Europa abriram em leve alta nesta terça-feira, mas perderam força nas primeiras horas da manhã.

A agenda local fraca mantém os investidores em compasso de espera e inibe voos mais altos. Ao mesmo tempo, o feriado nos EUA enxuga a liquidez.

  • DAX: -0,26%
  • FTSE 100: +0,16%
  • CAC 40: -0,07%
  • Euro Stoxx 50: -0,03%
CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Oncoclínicas do Brasil (ONCO3).

ONCO3: [Entrada] R$ 10.30; [Alvo parcial] R$ 10.68; [Alvo] R$ 11.27; [Stop] R$ 9.65

Recomendo a entrada na operação em R$ 10.30, um alvo parcial em R$ 10.68 e o alvo principal em R$ 11.27, objetivando ganhos de 9.4%.

O stop deve ser colocado em R$ 9.65, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

O QUE MEXEU COM OS MERCADOS ONTEM?

As bolsas internacionais operaram sem direção única na primeira sessão de julho e do segundo semestre. Os investidores repercutiram dados de atividade econômica mais fracos, com destaque para o PMI Industrial dos EUA, que atingiu o menor nível em seis meses segundo a S&P Global.

Por aqui, o Ibovespa operou na contramão do exterior. O otimismo com o cenário fiscal deu o tom ao índice da bolsa brasileira.

O Boletim Focus, que trouxe a projeção de IPCA próximo do teto da meta de inflação e Selic a 12% ao ano no fim de 2023, e a conclusão do arcabouço fiscal na Câmara dos Deputados afastaram a aversão ao risco.

O Ibovespa fechou em alta de 1,34%, aos 119.672 pontos.

O dólar à vista encerrou as negociações a R$ 4,8084, com ganhos de 0,39%, impulsionado pelo movimento de ajuste cambial.

Vale destacar que os juros futuros (DIs) também ampliaram o alívio; o papel para 2026 atingiu a taxa de um dígito, a 9,98%, ao longo do pregão.

Confira o que movimentou os mercados na última segunda-feira (03).

FERIADO NOS EUA DRENA LIQUIDEZ

O feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos tende a drenar a liquidez nos mercados financeiros internacionais nesta terça-feira.

Na véspera, as bolsas de valores de Nova York fecharam em leve alta. Na manhã de hoje, os índices futuros de Wall Street apresentam baixa discreta.

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31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

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