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Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

FECHAMENTO DO DIA

Bolsa hoje: Ibovespa sobe 1% e alcança os 121 mil pontos, enquanto dólar cai a R$ 4,73; veja o que derrubou a moeda americana

Ricardo Gozzi
24 de julho de 2023
6:33 - atualizado às 14:54

RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais fecharam em tom misto, em meio a dados de atividade econômica (PMI, na sigla em inglês) nos EUA e na Europa

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Hoje, os PMIs da Zona do Euro mostraram uma contração maior do que se esperava. Por lá, a atividade econômica recuou de 49,9 para 48,9 em julho, atingindo o menor patamar em oito meses. Nos EUA, o índice caiu a 52 neste mês, ante a projeção de 52,9.

Mas, a expectativa de novos estímulos na China e sobre os resultados das gigantes de tecnologia (big techs) drenaram a aversão ao risco.

O Ibovespa, por sua vez, estendeu os ganhos da sessão anterior e fechou em alta de 0,94%, aos 121.341 pontos. O tom positivo foi impulsionado pela valorização das commodities.

O dólar encerrou as negociações a R$ 4,7331, em baixa de 0,99%.

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Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (24):

Leia Também

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Com commodities, o Ibovespa alcançou os 121 mil pontos nesta segunda-feira (24).

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
WEGE3Weg ONR$ 41,547,21%
ENEV3Eneva ONR$ 13,205,01%
EMBR3Embraer ONR$ 18,384,37%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 35,994,26%
RRRP33R Petroleum ONR$ 36,494,26%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
IRBR3IRB Brasil ONR$ 42,17-14,36%
ENBR3Energias do Brasil ONR$ 23,76-4,19%
BEEF3Minerva ONR$ 9,63-4,08%
MRFG3Marfrig ONR$ 6,95-3,74%
BBDC4Bradesco PNR$ 16,61-2,64%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa estendeu os ganhos da sessão anterior e fechou em alta de 0,94%, aos 121.341 mil pontos.

Os ativos brasileiros foram beneficiados pelo alívio nos juros futuros (DIs) — na esteira da desvalorização do dólar ante o real — e o avanço das commodities no mercado internacional.

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, em leve alta de 0,06%, com a tonelada a US$ 117,09, em meio a expectativas de novas medidas de estímulos econômicos a serem anunciadas pelo governo.

Já o petróleo terminou as negociações do dia com alta acima de 2%, com rumores de aumento de demanda.

Por aqui, os investidores acompanham a temporada de balanços do segundo trimestre, que deve ganhar força nesta semana com a divulgação dos resultados do Santander (26 de julho) e Vale (27 de julho).

Também há a expectativa sobre a decisão dos juros do Federal Reserve (Fed) nesta semana, e de corte na Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central — o colegiado se reúne na semana que vem.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas americanas fecharam o pregão em tom positivo:

  • S&P 500: +0,40%
  • Dow Jones: +0,52%
  • Nasdaq: +0,19%

Os investidores repercutiram novos dados de atividade econômica do país, antes da reunião do Federal Reserve (Fed), marcada para a próxima quarta-feira (26).

O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) composto — que engloba os setores de serviço e industrial — recuou a 52 em julho nos EUA, ante a expectativa de 52,9, segundo dados preliminares da S&P Global.

Embora menor do que as projeções esperadas, o PMI ficou acima de 50, o que indica certa expansão da atividade econômica do país.

O PMI de serviços cai a 52,4 em julho, abaixo da expectativa de 53,8. Já o PMI industrial avançou a 49 em julho, ante 46 esperado.

Por fim, os investidores aguardam os resultados das big techs ao longo desta semana.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar encerrou as negociações a R$ 4,7331, em queda de 0,99%, no mercado à vista.

A moeda americana foi pressionado pelo avanço do petróleo no mercado internacional, em meio às expectativas de decisões sobre os juros nos EUA e na Europa.

Além disso, o dólar tem recuado com a entrada de fluxo estrangeiro, beneficiado pela queda nos juros futuros (DIs) brasileiros — o que favorece a valorização do real.

Por fim, a moeda americana acumula queda de mais de 10% no ano ante o real, com aumento do receio de uma recessão na economia dos EUA, o que incentiva a busca por ativos de proteção ao risco — como o dólar.

BANCOS CAEM

Os bancos inverteram o sinal e operam em queda na reta final do pregão. O movimento acontece após o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmar a intenção do governo de extinguir os juros sobre capital próprio (JCP) a partir de 2024.

Essa é a remuneração aos acionistas mais adotadas pelo setor bancário e a extinção da medida poderá resultar no aumento da carga tributária das empresas.

CÓDIGONOMEULTVAR
BBDC4Bradesco PNR$ 16,61-2,64%
ITUB4Itaú Unibanco PNR$ 28,42-2,00%
BBDC3 Bradesco ON R$ 14,78 -2,12%
BPAC11 BTG Pactual units R$ 33,49 -1,73%
BBAS3 Banco do Brasil ON R$ 47,80 -1,48%
SANB11Santander Brasil units R$ 29,96 -0,17%
FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos do petróleo tipo Brent para setembro encerraram a sessão em alta de 2,05%, a R$ 82,74 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os contratos do petróleo WTI, para o mesmo mês, fecharam em alta de 2,16%, a R$ 78,74 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). É o maior valor de fechamento desde 24 de abril.

A commodity segue estendendo os ganhos das últimas quatro semanas, com rumores de aumento de demanda e expectativa de novos estímulos na China.

WEG (WEGE3) RENOVA MÁXIMA

Entre as ações mais negociadas na B3, as ações da Weg (WEGE3) renovaram a cotação máxima do dia há pouco, a R$ 41,44, com alta de quase 7%.

A Weg (WEGE3) segue estendendo os ganhos após o resultado do segundo trimestre. Entre abril e junho, o lucro líquido cresceu 49,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Além disso, a empresa é beneficiada por rumores de que a SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk, seria um cliente da Weg no fornecimento de motores para um projeto da companhia de aeronaves espaciais.

FUNDO IMOBILIÁRIO QUE SERÁ INCORPORADO POR GIGANTE DA B3 JÁ TEM DATA PARA DEIXAR A BOLSA; COMO FICAM (E QUANTO RECEBERÃO) OS COTISTAS DO MGCR11?

Com a aprovação dos cotistas para a incorporação do portfólio pelo Valora Hedge Fund (VGHF11), o fundo imobiliário Mogno CRIs Multiestratégia (MGCR11) definiu a data de seu "adeus" à B3.

As cotas MGCR11 estarão disponíveis na bolsa de valores apenas até o início do próximo mês. A partir de 2 de agosto, haverá a suspensão das negociações e todos os ativos do FII passarão a fazer parte da carteira do VGHF11.

Com isso, o fundo da Mogno será liquidado e seus pouco mais de 4,1 mil investidores receberão o equivalente uma cota do Valora Hedge Fund e R$ 0,332876.

O cálculo será proporcional ao investimento de cada cotista e considera a partilha do patrimônio do fundo e dos recursos que restarem em caixa após o pagamento dos custos para o encerramento.

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O QUE ESTÁ POR TRÁS DA QUEDA DO DÓLAR

O dólar opera em queda de quase 1% ante o real, cotado a R$ 4,7336. No ano, a moeda americana acumula queda de mais de 10%.

O dólar tem sido pressionado pela entrada de fluxo estrangeiro, com, entre os fatores, queda nos juros futuros (DIs) — o que favorece a valorização do real.

Além disso, "pesam contra o dólar uma realização normal após as altas, receios com uma recessão nos EUA e a maior busca por ativos de risco num cenário de menor aversão a risco", afirma William Alves, estrategista-chefe da Avenue.

COMPANHIAS AÉREAS SOBEM

Na esteira de Embraer (EMBR3), as companhias aéreas também sobem no Ibovespa em dia de apetite ao risco.

CÓDIGONOMEULTVAR
GOLL4Gol PNR$ 10,521,35%
AZUL4Azul PNR$ 18,97 2,54%

As companhias são beneficiadas pela queda do dólar à vista ante o real, que, em linhas gerais, melhora a perspectiva de vendas de viagens para o exterior e "barateam" as despesas das empresas, que são atreladas à moeda americana.

WEG: O QUE ELON MUSK TEM A VER COM A ALTA AS AÇÕES HOJE? WEGE3 LIDERA GANHOS DO IBOVESPA; SAIBA O QUE HÁ POR TRÁS DESSE SALTO

As ações da Weg (WEGE3) lideram o pelotão das maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (24), com um salto de mais de 5%, e alguns fatores estão por trás do desempenho positivo da empresa na bolsa brasileira — entre eles, o bilionário Elon Musk

Circula no mercado a notícia de que a Weg estaria fornecendo motores para um projeto da SpaceX, empresa do segmento aeroespacial liderada por Musk.

A SpaceX está construindo sua própria Unidade de Separação do Ar devido à necessidade de uma grande quantidade de oxigênio utilizado como combustível para os foguetes.

A Atlas Copco Gas and Process — uma das principais fornecedoras globais de compressores de ar — teria sido selecionada para fornecer o pacote principal de compressores para as unidades de separação de ar.

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EMBRAER (EMBR3) SOBE 4%

As ações da Embraer (EMBR3) avançam 4,20%, a R$ 18,35. Os investidores seguem repercutindo a parceria da empresa com a Eve na contrução da primeira fábrica de aeronaves elétricas (eVOL), também conhecidas como "carros voadores", anunciado na semana passada.

A fábrica será construída na unidade da Embraer, em Taubaté (SP). Além disso, os papéis são beneficiados pelo alívio do dólar ante o real hoje, após dados abaixo do esperado de atividade econômica nos EUA e antes da decisão do Federal Reserve.

Entre os grandes bancos, Itaú (ITUB4) e BB (BBAS3) devem seguir fortes no 2T23; Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4), nem tanto

O segundo trimestre de 2023 ainda deve mostrar um quadro de pressões diversas para as empresas brasileiras, com juros altos e mercado doméstico ainda comprimido. Para os grandes bancos — como Itaú (ITUB4), BB (BBAS3), Santander Brasil (SANB11) e Bradesco (BBDC4) —, a história não será diferente.

Afinal, os bancões ainda sentem, em maior ou menor escala, o aumento na inadimplência, o cenário restrito para concessão de crédito e os efeitos da crise na Americanas (AMER3). Dito isso, as expectativas do mercado mostram que há dois grupos bem distintos no setor.

De um lado, Itaú Unibanco e Banco do Brasil aparecem como favoritos entre as casas de análise: seus lucros devem crescer mais de 10% em relação ao segundo trimestre de 2022, com rentabilidades ainda girando ao redor dos 20%.

Do outro, Santander Brasil e Bradesco seguem tentando colocar a casa em dia: ambas tinham maior exposição à dívida da Americanas e tiveram que provisionar volumes maiores; além disso, a gestão mais agressiva das carteiras de crédito mostrou-se uma estratégia não tão acertada no médio prazo.

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COMPANHIAS DE COMMODITIES METÁLICAS SOBEM EM BLOCO

As companhias ligadas ao minério de ferro avançam em bloco no Ibovespa, com expectativas de novos estímulos a serem divulgados pelo governo chinês em breve. A commodity encerrou as negociações em Dalian com leve alta de 0,06% e a tonelada cotada a US$ 117,09.

Com isso, Vale (VALE3) sobe e figura entre as maiores altas do Ibovespa, com ganhos acima de 3%. A companhia deve divulgar os resultados do segundo trimestre na próxima quinta-feira (27).

Confira o desempenho das empresas do setor de siderurgia e metalurgia:

CÓDIGONOMEULTVAR
GGBR4Gerdau PNR$ 27,992,83%
USIM5Usiminas PNAR$ 7,362,65%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,262,65%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PN R$ 13,11 2,34%
CSNA3CSN ON R$ 13,00 2,20%
ENEVA (ENEV3) LIDERA ALTAS DO SETOR

Enquanto o setor de energia opera sem direção única, Eneva (ENEV3) lidera as altas do setor e figura entre as ações com maiores ganhos da sessão.

Eneva (ENEV3) sobe 4,22%, a R$ 13,11.

MRV (MRVE3) E DIRECIONAL (DIRR3): O QUE ESTE ANALISTA VIU PARA ELEVAR O PREÇO-ALVO DESSAS AÇÕES?

A MRV (MRVE3) e Direcional (DIRR3) são empresas que podem ser beneficiadas pelo Minha Casa Minha Vida — mas não é por isso que o JP Morgan elevou o preço-alvo das ações das duas companhias que, aos olhos do banco norte-americano, têm muito mais a oferecer.  

No caso da MRV, o JP Morgan manteve a recomendação de compra para os papéis e passou o preço-alvo de R$ 13 para R$ 16 para dezembro de 2023, o que representa um potencial de valorização de 16% com relação ao fechamento de sexta-feira (21). 

A mudança, segundo o banco, reflete o sucesso da companhia no follow-on de R$ 1 bilhão e as recentes pré-vendas líquidas do segundo trimestre — que ficaram 18% acima das estimativas do Citi. 

O follow-on da MRV representou um aumento de 17% no patrimônio líquido, levando a uma redução entre 14% e 23% nas despesas financeiras no período de 2023-2024, e resultando em um aumento de 7% no lucro por ação em ambos os anos. 

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Com commodities, o Ibovespa avança aos 121 mil pontos.

eg (WEGE3) segue estendendo os ganhos após o resultado do segundo trimestre e lidera os ganhos da sessão. As companhias mais sensíveis aos juros também sobem no Ibovespa, com o alívio nos DIs.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
WEGE3Weg ONR$ 40,695,02%
CASH3Meliuz ONR$ 7,863,69%
ENEV3Eneva ONR$ 13,023,58%
EMBR3Embraer ONR$ 18,213,41%
NTCO3Natura ONR$ 17,853,36%

IRB (IRBR3) lidera as perdas do dia, com investidores reagindo a prévia operacional da companhia. A resseguradora reportou prejuízo de R$ 10,4 milhões em maio. O BTG Pactual rebaixou a recomendação neutra para vendas dos papéis, com preço-alvo de R$ 40.

Já os frigoríficos caem em bloco, com os papéis

pressionados pela disparada nos preços de milho e soja — o que impacta no custo de criação das aves.

Além disso, os investidores seguem mais cautelosos com o avanço da gripe aviária após reporte de casos em Santa Catarina na última semana.

Confira as maiores quedas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
IRBR3IRB Brasil ONR$ 43,03-12,61%
ENBR3Energias do Brasil ONR$ 23,85-3,83%
MRFG3Marfrig ONR$ 6,96-3,60%
BRFS3BRF ONR$ 8,47-3,53%
JBSS3JBS ONR$ 17,80-1,66%
'BARBIE' TORNA-SE A MAIOR BILHETERIA DE ESTREIA DE 2023

O fenômeno “Barbenheimer” deixou o campo das expectativas e agora faz parte da realidade — e também da história. As estreias dos filmes “Barbie” e “Oppenheimer” levaram milhões de pessoas aos cinemas de todo o mundo durante o último fim de semana, superaram com folga as estimativas mais otimistas de arrecadação e bateram recordes.

Embora “Barbie” e “Oppenheimer” tenham sido shipados nas redes sociais, os dois filmes não têm praticamente nenhuma relação direta além do fato de terem sido lançados no mesmo dia. E é exatamente neste ponto que eles começam a fazer história.

Antes do lançamento, considerando os dois filmes juntos, as estimativas dos estúdios apontavam para uma arrecadação superior a US$ 200 milhões. Pois ela superou… os US$ 500 milhões.

Nunca antes na história do cinema dois filmes com roteiro original lançados no mesmo dia arrecadaram tanto em bilheteria quanto “Barbie” e “Oppenheimer” juntos, segundo o site especializado RottenTomatoes.com.

Leia mais.

FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias encerraram sem direção única, com os investidores reagindo a dados de atividade econômica.

O índice gerentes de compras (PMI, na em inglês) composto da Alemanha caiu para 48,3 em julho, abaixo da barreira de 50 — o que indica contração e ampliando as chances de uma recessão na maior economia da Europa no segundo semestre.

Na Zona do Euro, a atividade econômica recuou de 49,9 para 48,9 neste mês, atingindo o menor patamar em oito meses, segundo a S&P Global.

Além disso, a decisão do Banco Central Europeu (BCE), na próxima quinta-feira (27) segue no radar dos investidores, assim como as eleições da Espanha.

Confira o fechamento dos principais índices europeus:

  • FTSE 100 (Londres): +0,21%;
  • CAC 40 (Paris): -0,07%;
  • DAX (Frankfurt): +0,08%.
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera em alta próxima de 1%, no patamar dos 121 mil pontos — marca que não era registrada desde abril de 2022.

O tom positivo é sustentado pela valorização das commodities. O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, em leve alta de 0,06%, com a tonelada a US$ 117,09; com expectativas de novas medidas de estímulos econômicos a serem anunciadas pelo governo.

O petróleo tipo Brent sobe 1,79%, a US$ 82,30 o barril, com investidores monitorando sinais de demanda da commodity e de olho nas decisões monetárias de bancos centrais dos EUA e da Europa nesta semana.

Com isso, as ações de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), que detém maior participação no Ibovespa, registram ganhos de 2% e impulsionam o Ibovespa.

Entre os destaques do índice estão:

PONTA POSITIVA

  • Weg (WEGE3) segue estendendo os ganhos após o resultado do segundo trimestre. Entre abril e junho, o lucro líquido cresceu 49,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

PONTA NEGATIVA

  • IRB (IRBR3) lidera as perdas do dia, com recuo acima de 10% com investidores reagindo a prévia operacional da companhia. A resseguradora reportou prejuízo de R$ 10,4 milhões em maio. O BTG Pactual rebaixou a recomendação neutra para vendas dos papéis, com preço-alvo de R$ 40.

O dólar à vista é pressionado pelo avanço do petróleo e cai a R$ 4,7283, com baixa de 1,07%.

Os juros futuros (DIs) acompanham o dólar e operam em queda em toda a curva, na contramão dos rendimentos dos Treasuries. A expectativa de desaceleração do IPCA-15 também influencia no alívio dos DIs.

IBOVESPA AOS 121 MIL PONTOS

O Ibovespa acelerou alta há pouco, na esteira de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) impulsionadas pelo avanço das commodities no mercado internacional e expectativas de mais medidas de estímulo à atividade econômica pelo governo da China.

O índice da bolsa brasileira sobe 0,91%, aos 121.336 mil pontos. Essa é a maior marca intradia do Ibovespa desde 4 de abril de 2022, quando tocou os 121.570 pontos.

IRB CAI 14% APÓS DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS E BANCOS RECOMENDAM VENDA DAS AÇÕES

A resseguradora IRB Brasil (IRBR3) segue alternando bons e maus momentos. Se em abril, ela se viu no alto da gangorra, a situação mudou em maio. A empresa registrou prejuízo líquido de R$ 10,4 milhões em maio deste ano, contra um lucro líquido de R$ 6 milhões em no mês anterior.

O balanço do IRB foi divulgado na última sexta-feira (21), após o fechamento dos mercados. Em 2023, a empresa ainda acumula lucro líquido de R$ 4,2 milhões, frente a um prejuízo de R$ 285,3 milhões no mesmo período do ano passado. 

O golpe duro nas ações também veio de um relatório do BTG Pactual, publicado na manhã desta segunda-feira (24). Apesar de destacar que o pior para o IRB já passou, o banco rebaixou a recomendação da resseguradora de neutro para venda. 

Com isso, os papéis IRBR3 chegaram a recuar mais de 14% nas primeiras horas do pregão desta segunda-feira (24), sendo negociados a R$ 41,89 por volta das 11h30 desta manhã.

Leia mais.

ALÍVIO NOS DIS

Na esteira do recuo do dólar ante o real, os juros futuros (DIs) em baixa em toda a curva. Os investidores operam na expectativa de desaceleração do IPCA-15 em julho, que deve ser divulgado amanhã.

Segundo as projeções da Broadcast, o índice deve recuar 0,03% no mês, após alta de 0,04% em junho.

Os DIs, por sua vez, operam na contramão dos rendimentos dos Treasuries, que sobem em reação aos dados de atividade de julho, os PMIs, registrarem avanços abaixo das expectativas.

Confira o desempenho dos DIs:

CÓDIGONOMEULT ABE 
DI1F24DI Jan/2412,69%12,73%
DI1F25DI Jan/2510,71%10,75%
DI1F26DI Jan/2610,13%10,18%
DI1F27DI Jan/2710,17%10,21%
DI1F28DI Jan/2810,38%10,42%
DI1F29DI Jan/2910,54%10,58%
GIRO DO MERCADO

A Anac informou na última sexta-feira (21) que o setor aéreo transportou 7,2 milhões de viajantes em junho, maior resultado para o mês desde junho de 2015.

Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, repassa sua visão para o setor e ainda, recomenda uma ação que já subiu mais de 190% em 2023 e deve se beneficiar do aumento do fluxo dos viajantes no 2º semestre.

No cenário internacional, empresas gringas importantes divulgam seus resultados financeiros pela 3ª semana seguida.

O analista Enzo Pacheco fala dos destaques da temporada e o que os números podem dizer das empresas por aqui.

Aperte o play e acompanhe:

PETROLEIRAS AVANÇAM

Impulsionadas pelo avanço de mais de 1% no barril do petróleo, as companhias ligadas a commodity operam em tom positivo e figuram entre as maiores altas nesta manhã.

Com destaque, as ações da Petrobras (PETR4;PETR3) avançam em linha com o petróleo e sustentam os ganhos do Ibovespa, já que a companhia detém uma das maiores participações no índice.

Confira o desempenho do setor:

CÓDIGONOMEULTVAR
RRRP33R Petroleum ONR$ 35,702,00%
PETR4Petrobras PNR$ 30,171,65%
PETR3Petrobras ONR$ 33,811,50%
PRIO3PRIO ONR$ 45,841,48%
DÓLAR CAI

Com os dados mais fracos na Europa e PMI composto dos EUA menor do que o previsto, o dólar perdeu força ante as moedas emergentes. A moeda americana também é pressionada pelo avanço das commodities, em especial do petróleo.

O dólar opera a R$ 4,7469, com queda de 0,70%.

FRIGORÍFICOS RECUAM EM BLOCO

Os frigoríficos recuam em bloco nesta segunda-feira (24), pressionados pela disparada nos preços de milho e soja — o que impacta no custo de criação das aves.

Além disso, os investidores seguem mais cautelosos com o avanço da gripe aviária após reporte de casos em Santa Catarina na última semana; o Estado catarinense decretou estado de emergência zoosanitária por 180 dias.

Em relatório, o banco Citi afirmou que o pior cenário para o país seria se o Paraná e Rio Grande do Sul, além de Santa Catarina, registrassem casos de gripe aviária em granjas comerciais — o que ainda não aconteceu, segundo o Ministério de Agricultura e Pecuária.

"Quando os EUA relataram seu primeiro caso comercial de gripe aviária em fevereiro de 2022 em Indiana, China, México e Coreia do Sul rapidamente restringiram as importações do Estado”, disse o banco. “Só o Paraná exporta para esses países o equivalente a 15% do total das exportações brasileiras de frango.”

Confira o desempenho do setor no Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 6,86-4,99%
BRFS3BRF ONR$ 8,38-4,56%
JBSS3JBS ONR$ 17,59-2,82%
BEEF3Minerva ON R$ 9,91-1,29

PMI NOS EUA

O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) composto — que engloba os setores de serviço e industrial — recuou a 52 em julho nos EUA, ante a expectativa de 52,9.

Embora menor do que as projeções esperadas, o PMI ficou acima de 50, o que indica certa expansão da atividade econômica do país.

O PMI de serviços cai a 52,4 em julho, abaixo da expectativa de 53,8.

Já o PMI industrial avançou a 49 em julho, ante 46 esperado.

Os dados foram divulgados há pouco pela S&P Global, em leitura preliminar.

WEG (WEGE3) LIDERA GANHOS

As ações da Weg (WEGE3) estendem os ganhos, ainda em repercussão do balanço do segundo trimestre, divulgado na última quinta-feira (20).

Hoje, os papéis da companhia registram alta de 4,80%, a R$ 40,60.

O lucro líquido da Weg saltou 49,9% no segundo trimestre de 2023 quando comparado com o mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 1,37 bilhão.

Já o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação) da empresa atingiu R$ 1,83 bilhão, o que representa um avanço de 45,9% em relação ao segundo trimestre de 2022 e de 13,7% na comparação com os primeiros três meses de 2023.

IRB (IRBR3) CAI 13%

As ações da resseguradora IRB (IRBR3) operam com queda de 13,48%, a R$ 42,60, e figuram como a maior queda do dia.

Os investidores reagem ao prejuízo de R$ 10,4 milhões em maio deste ano, segundo a prévia operacional divulgada pela companhia na última sexta-feira (21).

Apesar do resultado negativo, a resseguradora reduziu o prejuízo de R$ 273,1 milhões registrado em maio de 2022.

Em repercussão aos números, o BTG Pactual rebaixou a recomendação neutra para venda das ações, com preço-alvo de R$ 40.

"É sempre difícil tirar conclusões de um mês, mas os números de maio podem pressionar o preço das ações devido ao recente rali acumulado no ano e expectativas crescentes de bons resultados devido a um cenário melhor para os seguros de agronegócio (que no ano passado foi um grande prejuízo líquido para o IRB, mas este ano está bem melhor)", escrevem os analistas Eduardo Rosman, Thiago Paura e Ricardo Buchpiguel, que assinam o relatório.

ABERTURA EM NOVA YORK

Na expectativa dos resultados do segundo trimestre das Big Techs e da decisão do Federal Reserve (Fed), as bolsas americanas abriram em tom positivo:

  • S&P 500: +0,45%;
  • Dow Jones: +0,32%;
  • Nasdaq: +0,46%.
RENNER (LREN3) EM LEILÃO

Os papéis das Lojas Renner (LREN3) segue em leilão em razão de uma operação direta pelo Goldman Sachs, com lote de mais de 10 milhões de ações ao preço de R$ 18,45.

As negociações dos ativos da varejista devem permanecer suspensas até as 11h (horário de Brasília).

SOBE E DESCE DA ABERTURA

O Ibovespa abriu em alta, acompanhando o tom positivo dos índices de Nova York e o avanço das commodities.

Os ganhos são limitados por dados de atividade econômica mais fracos na Europa.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
WEGE3Weg ONR$ 39,923,03%
RAIL3Rumo ONR$ 23,811,97%
COGN3Cogna ONR$ 3,491,75%
EMBR3Embraer ONR$ 17,911,70%
JHSF3JHSF ONR$ 5,371,51%

E as maiores quedas da abertura:

CÓDIGONOMEULTVAR
ENBR3Energias do Brasil ONR$ 23,99-3,27%
TIMS3Tim ONR$ 13,98-1,34%
JBSS3JBS ONR$ 17,86-1,33%
MRFG3Marfrig ONR$ 7,14-1,11%
HYPE3Hypera ONR$ 44,24-0,90%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre em alta de 0,02%, aos 120.219 pontos, e acompanha o tom positivo do exterior.

Os ganhos são impulsionados pela valorização das commodities no mercado internacional, em semana decisiva marcada por decisões sobre os juros nos EUA e na Europa.

O avanço é limitado por dados mais fracos na região da Zona do Euro.

O índice gerentes de compras (PMI, na em inglês) composto da Alemanha caiu para 48,3 em julho, abaixo da barreira de 50 — o que indica contração e ampliando as chances de uma recessão na maior economia da Europa no segundo semestre.

Na Zona do Euro, a atividade econômica recuou a 48,9 neste mês, atingindo o menor patamar em oito meses.

Há também a expectativa para a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de julho, que será divulgado amanhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam sem direção única no pré-mercado em Nova York, apesar do tom positivo dos índices futuros americanos.

Petrobras acompanha o avanço do petróleo, enquanto Vale opera com mais cautela com investidores na expectativa de balanço do segundo trimestre nesta semana.

  • Petrobras (PBR): +0,07%, a US$ 13,94
  • Vale (VALE): -0,28%, a US$ 14,15
COMMODITIES SOBEM

O minério de ferro, negociado em Dalian, registra leve alta de 0,06%, com a tonelada a US$ 117,09.

O petróleo tipo Brent opera com avanço de 0,82%, a US$ 81,56 o barril.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

DE MALAS PRONTAS PARA AS DECISÕES: POLÍTICA MONETÁRIA NO EXTERIOR SE ENCONTRA EM SEMANA TURBULENTA

No mercado asiático, as ações encerraram a segunda-feira sem uma direção única. As ações japonesas lideraram com resultados trimestrais fortes, mas o foco agora está voltado para a reunião do Federal Reserve nesta semana.

Investidores internacionais estão se preparando para uma série de decisões dos bancos centrais, avaliando a resiliência da economia em relação a possíveis aumentos de juros.

As ações chinesas tiveram desempenhos divergentes, com quedas adicionais devido a preocupações sobre o mercado imobiliário, o que gerou pessimismo no país.

Os investidores aguardam medidas de estímulo por parte do governo chinês diante do desaceleramento econômico.

Enquanto isso, os mercados europeus abriram com predominância de altas, seguindo a tendência dos futuros americanos.

Todos estão atentos à conclusão da reunião do Fed, agendada para quarta-feira, onde é esperado um aumento de 25 pontos base nas taxas.

No entanto, o foco principal é saber se o Fed sinalizará o fim do ciclo de aumento de juros que dura quase 16 meses, considerando os recentes indícios de redução da inflação nos EUA.

Uma pausa no ciclo de aumento de juros do Fed é vista com bons olhos pelos mercados de ações.

Outras reuniões de bancos centrais também estão marcadas, incluindo o Banco Central Europeu e o Banco do Japão. Além disso, a temporada de resultados e outros dados econômicos devem atrair atenção dos investidores e ser destaque nos noticiários.

A ver…

00:56 — Vem mais deflação por aqui

No Brasil, a temporada de resultados está ganhando força nesta semana, com empresas importantes como Vale, Usiminas e Santander (setores de commodities e bancos, que representam mais da metade do índice) divulgando seus números.

No entanto, o mercado financeiro não se resume apenas aos resultados corporativos. Na terça-feira, teremos o IPCA-15 de julho, que é a prévia da inflação oficial.

O mercado está apostando em mais uma queda no índice de preços neste mês, seguindo a tendência observada no mês passado. A mediana das projeções indica uma queda de 0,1%.

Caso a queda seja ainda maior, as chances de um corte de 50 pontos-base na taxa Selic na semana seguinte aumentam.

Ainda acredito que um corte de 25 pontos na Selic parece mais provável, mas os dados divulgados ao longo da semana podem alterar essa perspectiva.

Se esse cenário se confirmar, podemos caminhar para uma taxa Selic de pelo menos 12% até o final do ano, ou até mesmo menos (alguns analistas projetam 11,75% ou até mesmo 11,50%).

Além dos resultados corporativos e do índice de inflação, também teremos alguns dados fiscais importantes, como as contas do Governo Central referentes a junho, e informações sobre o mercado de trabalho brasileiro, com o Caged sendo divulgado na quinta-feira e a Pnad Contínua na sexta-feira.

No que diz respeito ao emprego, quanto mais fracos forem os dados, maiores serão as chances de um corte mais significativo na taxa Selic.

01:51 — E a temporada de resultados?

A temporada de resultados corporativos do segundo trimestre pode seguir o mesmo padrão de fraqueza observado no primeiro trimestre deste ano.

No trimestre anterior, muitos resultados passaram praticamente despercebidos pelo mercado, sendo classificados como "OK".

Uma pesquisa revelou que 65% dos gestores acreditam que grande parte dos desempenhos fracos já está refletida nos preços das ações.

Apesar desse cenário, alguns setores podem se destacar na temporada de resultados.

O setor da saúde pode ter menor pressão de custos, enquanto a construção civil registra aumento nos lançamentos de projetos, com algumas empresas, como a Direcional, apresentando prévias operacionais excelentes.

O varejo de alta renda também pode se destacar, impulsionado pela capacidade de consumo das classes mais abastadas, assim como os shoppings.

Outro ponto de atenção será para as empresas ligadas às commodities. Devido à estabilidade dos preços das matérias-primas subjacentes, há espaço para surpresas positivas nos resultados. Contudo, é importante considerar que a valorização do real pode reduzir os lucros das exportadoras.

Caso ocorram surpresas positivas em alguns setores, o Ibovespa pode ser beneficiado, gerando um efeito positivo no mercado.

No entanto, os investidores devem estar atentos aos detalhes dos resultados e às projeções futuras para tomar decisões informadas em relação às ações e aos setores.

02:40 — Semana importante para o Fed

Nos Estados Unidos, os investidores estão sentindo nervosismo à medida que se aproximam os resultados de importantes empresas do setor de tecnologia, incluindo Microsoft e Alphabet.

Há uma expectativa de que os resultados dessas empresas possam dar um novo impulso ao rali do mercado.

Até agora, a temporada de resultados tem sido razoável, mas não tão positiva quanto os otimistas esperavam.

Mais de 150 empresas do S&P 500 devem apresentar seus relatórios nesta semana. Entre os destaques estão Alphabet, Microsoft, Visa, General Electric, Verizon Communications, General Motors, Meta Platforms, eBay, Intel, Chevron, Exxon Mobil e Procter & Gamble.

Além dos resultados corporativos, a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) será acompanhada de perto pelos investidores.

Existe quase uma certeza de que o banco central aumentará a taxa de juros nominal em 25 pontos-base. No entanto, o que acontecerá em seguida é a grande questão.

Espera-se que o Fed aumente as taxas em 25 pontos-base e, provavelmente, sinalize uma abordagem de "esperar para ver" na reunião de setembro, com a decisão possivelmente sendo adiada para o final de agosto durante o simpósio de Jackson Hole.

Os investidores estão atentos aos sinais do Fed para obter uma visão sobre suas futuras ações em relação à política monetária.

03:30 — Um novo logo

Uma das aves mais reconhecidas do mundo pode estar prestes a ser extinta, se Elon Musk for fiel à sua palavra. O bilionário disse que substituirá o famoso logotipo de pássaro (o que a empresa chama de “ativo mais reconhecível”) por um “X”.

Abandonar a marca clássica do Twitter é a indicação mais clara de que Musk pretende criar um “aplicativo para tudo” sob uma nova empresa chamada X Corp.

Cerca de seis meses depois de adquirir o Twitter por US$ 44 bilhões, ele fundiu a empresa em uma entidade chamada X Corp.

As muitas mudanças de Musk no Twitter até agora não funcionaram bem para as partes interessadas. Em maio, a Fidelity disse que a plataforma valia apenas um terço do que Elon Musk pagou por ela.

Ainda não se sabe se a perda da identidade do Twitter terá efeitos para a companhia.

04:05 — Quem venceu?

Na Espanha, as pesquisas prévias de intenção de voto à eleição geral apontavam para uma vitória da direita, mas os partidos dessa vertente política não conseguiram obter a maioria necessária.

O primeiro-ministro Pedro Sanchez, no entanto, conseguiu uma reviravolta durante os últimos dias da campanha eleitoral espanhola para evitar que seus oponentes de direita alcançassem a maioria parlamentar.

Embora o Partido Popular, de centro-direita, tenha conquistado o maior número de assentos, o bloco de direita ficou com apenas 170 no total, precisando de pelo menos 176 para derrubar o atual governante, que tem 51 anos.

Por outro lado, Sanchez, com uma gama mais ampla de possíveis parceiros, poderia reunir 172 votos, formando uma coalizão progressista junto com partidos bascos, catalães e minoritários regionais.

Após a contagem dos votos, tanto Sanchez quanto o líder do PP, Alberto Nunez Feijoo, comemoraram a vitória perante seus apoiadores, mas é Sanchez quem está em vantagem, pois permanece no cargo por enquanto.

A menos que uma coalizão o substitua com uma alternativa que obtenha votos suficientes, ele permanecerá no governo.

No entanto, a incerteza sobre a formação de uma coalizão pode afetar os ativos espanhóis no curto prazo, pois uma votação inconclusiva seria considerada o pior resultado para os investidores.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram em linha de estabilidade, com viés de queda. Os investidores operam na contramão dos Treasuries, com os investidores locais aguardando o IPCA-15 de julho, que será divulgado amanhã (25).

Confira a abertura dos juros futuros hoje:

CÓDIGONOMEABE FEC 
DI1F24DI Jan/2412,73%12,73%
DI1F25DI Jan/2510,75%10,77%
DI1F26DI Jan/2610,18%10,21%
DI1F27DI Jan/2710,21%10,24%
DI1F28DI Jan/2810,42%10,45%
DI1F29DI Jan/2910,58%10,59%
ELEIÇÕES NA ESPANHA: O QUE DEVE ACONTECER AGORA

Impasse. Esta é a melhor definição para o rescaldo das eleições gerais realizadas no domingo na Espanha.

Antes da votação, pesquisas de intenção de voto indicavam que o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE, centro-esquerda) seria varrido do poder.

As sondagens apontavam para uma vitória convincente do Partido Popular (PP, conservador), mas sugeriam que a legenda teria que formar uma coalizão com o Vox.

Se concretizado o prognóstico, a extrema-direita retornaria ao seio do poder na Espanha pela primeira vez desde o fim da ditadura de Francisco Franco (1939-1975).

Leia mais.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abre a R$ 4,7724, em queda de 0,17% em relação ao fechamento anterior, de sexta-feira (21).

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abre em queda, aos 121.150 pontos, na contramão do exterior e em movimento de realização de lucros recentes.

Com a agenda local mais esvaziada, os investidores tendem a concentrar as atenções no noticiário corporativo, no início da temporada de balanços. O mercado aguarda a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) de julho.

Hoje, o índice deve acompanham o exterior e estender os ganhos com o desempenho das commodities.

Ao longo da semana, os investidores esperam as decisões sobre os juros pelo Federal Reserve (Fed), Banco Central Europeu (BCE) e Banco do Japão (BoJ).

AGENDA DO DIA
HorárioPaís / RegiãoEvento
4h30Zona do EuroPMI industrial, composto e de serviços da Alemanha em julho
5hZona do EuroPMI industrial, composto e de serviços da Zona do Euro em julho
5h30Reino UnidoPMI industrial, composto e de serviços do Reino Unido em julho
10h45Estados UnidosPMI industrial, composto e de serviços em julho
8h25BrasilBoletim Focus
15hBrasilBalança comercial semanal
Fonte: Investing.com e Broadcast

*Sem balanços programados para o dia

COLUNA CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Metalúrgica Gerdau (GOAU4).

GOLL4: [Entrada] R$ 12.96; [Alvo parcial] R$ 13.23; [Alvo] R$ 13.65; [Stop] R$ 12.50

Recomendo a entrada na operação em R$ 12.96, um alvo parcial em R$ 13.23 e o alvo principal em R$ 13.65, objetivando ganhos de 5.3%.

O stop deve ser colocado em R$ 12.50 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem uma direção clara nesta segunda-feira.

Em Tóquio, o índice Nikkei foi beneficiado pelo enfraquecimento do iene e subiu 1,23%.

Acompanharam a alta as bolsas de Seul (+0,72%) e Taiwan (+0,02%).

Em Xangai, a bolsa chinesa operou sob pressão das dúvidas a respeito de possíveis novas medidas de estímulos e recuou 0,11%.. Em Honk Kong, a queda foi de 2,13%.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO AZUL

Os índices futuros de Nova York amanheceram no azul nesta segunda-feira.

Depois do desempenho misto de Wall Street na semana passada, as bolsas locais sugerem abertura em leve alta. Pelo menos antes da divulgação dos PMIs dos Estados Unidos.

Para além dos PMIs, a semana promete ser movimentada nos Estados Unidos.

A agenda dos próximos dias contempla decisão de política monetária do Fed, balanços das big techs e o PIB dos EUA.

Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h15.

  • Dow Jones: +0,15%
  • S&P-500: +0,21%
  • Nasdaq: +0,27%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM BAIXA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta segunda-feira (24).

Os investidores repercutem o resultado incerto da eleição na Espanha e os resultados dos PMIs europeus.

Enquanto isso, o mercado se prepara para uma série de balanços corporativos e para as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e do Banco Central Europeu (BCE).

Com o andar dos negócios, porém, os índices melhoraram e passaram a operar entre leves altas e baixas.

Confira como estavam as principais bolsas europeias por volta das 6h55.

  • Londres: +0,10%
  • Frankfurt: +0,09%
  • Paris: -0,17%
ELEIÇÃO NA ESPANHA TERMINA COM REVIRAVOLTA INESPERADA

As eleições gerais realizadas no domingo (23) na Espanha terminaram com uma reviravolta inesperada.

O Partido Popular (PP, conservador) assegurou 136 cadeiras no Parlamento. Já o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE, centro-esquerda), do primeiro-ministro Pedro Sánchez, garantiu 122 assentos.

Ambos ficaram bem aquém da maioria de 176 cadeiras para governar sem a necessidade de uma coalizão.

Para tornar a situação ainda mais incerta, o número de cadeiras obtidas pelos potenciais parceiros de PP ou PSOE em um futuro governo são insuficientes para a formação de uma maioria. O Vox (extrema-direita) ficou com 33 assentos e o Sumar (esquerda), 31.

Já entre os partidos nanicos, legendas que costumam fechar com o PSOE deixam uma porta aberta para que Sánchez tente negociar uma maioria — o que incluiria agremiações separatistas da Catalunha e do País Basco.

Ainda assim, a hipótese de convocação de um novo pleito segue no radar.

Antes da votação, pesquisas de intenção de voto indicavam que o PSOE seria varrido do poder por uma potencial coalizão entre o PP e o Vox.

PMI SINALIZA CONTRAÇÃO MAIS INTENSA NA ZONA DO EURO

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto sinaliza uma contração mais intensa que a esperada na atividade econômica da zona do euro.

O PMI composto, que engloba os setores industrial e de serviços, caiu de 49,9 em junho para 48,9 em julho.

Trata-se do nível mais baixo em oito meses, segundo dados preliminares divulgados hoje pela S&P Global.

O resultado ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam leve declínio, a 49,7.

A leitura de um PMI abaixo da marca de 50 sinaliza que a atividade econômica do bloco está em contração.

AGENDA DA SEMANA

“Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo!” — assim diria o lendário locutor esportivo Fiori Gigliotti se fosse narrar os jogos do Brasil na Copa do Mundo de Futebol Feminino.

E, mesmo para aqueles que não gostam de futebol, torcer para as jogadoras da seleção feminina é uma das melhores pedidas da semana — confira aqui os horários.

Mas para você que quer ficar antenado na agenda econômico-financeira da semana, vamos para outro campo. E não se iluda: o jogo vai ser duríssimo!

Clique aqui para conferir a agenda.

IBOVESPA TENTA MANTER OS 120 MIL PONTOS

O Ibovespa começa a semana tentando manter os 120 mil pontos.

O principal índice da B3 subiu 1,81% na última sexta-feira, fechando em 120.216 pontos.

No acumulado da semana, a bolsa brasileira ganhou 2,13%.

Já o dólar recuou 0,3% na semana passada, voltando à faixa de R$ 4,78.

Veja o que movimentou a bolsa na última sexta-feira.

TEMPORADA DE BALANÇOS DO SEGUNDO TRIMESTRE COMEÇOU: O QUE ESPERAR?

Nem tanto ao céu e nem tanto à terra — quando o assunto é a temporada de balanços do segundo trimestre, a palavra do dia é “parcimônia”. O economista Luciano Sobral, em entrevista ao Seu Dinheiro, já havia levantado a bola; agora, os analistas ouvidos pela reportagem repetem o mantra.

As decepções esperadas estão na ponta da língua do mercado e os resultados negativos já vêm sendo antecipados nas cotações das ações. Estamos falando de gigantes do comércio eletrônico, como Magazine Luiza, Via e Americanas, além de alguns bancões do naipe de Bradesco e Santander. 

Vale lembrar que, apesar do otimismo dos investidores com o início do ciclo de corte dos juros, o alívio monetário não deve ter impacto imediato sobre o varejo e nem deixará de pressionar o setor financeiro diante do risco de inadimplência. Ainda assim, ninguém espera uma tragédia.

Enquanto isso, na ponta positiva, aparecem nomes do varejo de alta renda e outros bancos de grande porte, como Itaú e Banco do Brasil — o que não é novidade.

Leia mais.

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