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O Partido Popular (PP) é favorito para o pleito na Espanha e pode se associar ao ultradireitista Vox para obter a maioria na Câmara
Os eleitores da Espanha decidem o futuro do país neste domingo (23), num pleito que pode marcar a ascensão do partido de ultradireita Vox ao poder — o que marcaria o retorno da corrente política ao comando pela primeira vez desde a ditadura de Francisco Franco, que se estendeu de 1939 a 1975.
Estão em jogo todas as 350 cadeiras para deputado e 208 das 266 posições para senador. Mas, pelo sistema eleitoral espanhol, o xis da questão está na votação para a Câmara: o partido ou coalizão que tiver o controle da casa poderá nomear o novo primeiro-ministro do país.
Pesquisas de intenção de voto indicam que o poder deve mudar de mãos na Espanha: o Partido Popular (PP), de direita, aparece com cerca de 34% dos votos, seguido pelo Partido Socialista (PSOE), de esquerda, com 28% — hoje, os socialistas detém maioria na Câmara; seu líder, Pedro Sánchez, é o primeiro-ministro.
Confirmados os prognósticos, nenhuma das duas grandes forças políticas do país teria maioria na Câmara. Entram em jogo, então, os demais partidos: o ultradireitista Vox e o progressista Sumar — uma coalizão de forças regionais de esquerda — aparecem com 13% cada um.
E, considerando esse quadro, o líder do PP, Alberto Nuñez Feijóo, já deu a entender que formaria uma aliança com o Vox para unir as forças mais à direita do espectro político espanhol, de modo a garantir o controle da Câmara dos Deputados e, assim, tirar Sánchez e o PSOE do poder.
O ultradireitista Vox nasceu de uma dissidência do PP, com membros descontentes com o 'conservadorismo limitado' do partido. Seus principais expoentes políticos defendem posturas anti direitos LGBT e políticas anti-imigração.
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Oposição à legalização do aborto e a postura negacionista quanto à mudança climática e outras questões científicas também são defendidos por alguns membros do Vox — o que tem gerado turbulência dentro do PP, uma vez que a associação ao partido de ultradireita e seus ideais não é unanimidade.
Caso as pesquisas de intenção de voto na Espanha se mostrem corretas, o PP seria o partido com a maior parte das cadeiras da Câmara, mas precisaria se unir ao Vox para chegar às 176 cadeiras necessárias para ter o controle da casa — e ter força suficiente para indicar Feijóo ao cargo de premiê.
Vale lembrar que, nas eleições regionais de maio para prefeituras e parlamentos de 12 das 17 províncias da Espanha, o PP derrotou o PSOE e inverteu a relação de poder do pleito anterior — e, em muitos casos, o partido de Feijóo se uniu ao Vox para garantir os controles locais.
Caso o Vox chegue ao poder junto ao PP, a Espanha entraria para a lista de países europeus que têm passado por uma guinada à direita — unindo-se à Itália, Hungria e Polônia, entre outros.
Logo após a derrota nas eleições gerais, o premiê Sánchez decidiu antecipar o pleito geral para julho, na alta temporada do verão europeu — tradicionalmente, a disputa em âmbito nacional ocorre em dezembro.
O movimento foi interpretado como uma tentativa de enfraquecer o PP e o Vox: em tese, as bases eleitorais dos dois partidos de direita são mais ricas e, em meio às férias escolares e às altas temperaturas da Espanha, muitas pessoas com esse perfil estariam viajando fora do país, o que impossibilitaria o voto.
Ainda assim, o PP segue como favorito para as eleições deste domingo. Isso, no entanto, não quer dizer que o PSOE não tenha chances: uma última cartada seria ampliar a aliança com o Sumar e incluir também os partidos separatistas catalães e bascos, de modo a garantir o máximo de cadeiras na Câmara.
Essa estratégia poderia, eventualmente, superar os postos obtidos pela coligação entre PP e Vox — ou, ao menos, criar uma situação em que a divisão na Câmara da Espanha seja tão acirrada que não haja condições de governabilidade, o que forçaria a realização de uma nova eleição.
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