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O modelo de trabalho que alterna dias em casa e no escritório é uma tendência, assim como a busca pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Ir ao escritório ou trabalhar em casa não é mais uma discussão corporativa. O debate agora é sobre a possibilidade de alternar os locais de trabalho ao longo da semana.
Com a redução das medidas de isolamento social, impostos pela pandemia de covid-19, um novo regime da jornada de trabalho surgiu: o modelo híbrido — que tem se tornado o “preferido” das empresas e dos colaboradores.
Cerca de 57% das empresas brasileiras têm adotado o esquema alternado entre casa e escritório, o que deve permanecer. É o que aponta o Índice de Confiança Robert Half, divulgado em junho.
A pesquisa ainda afirma que 33% das companhias devem retomar o modelo presencial integral e apenas 10% permanecerão somente com o modelo remoto — ou melhor, o home office.
O levantamento contou com a participação de 387 pessoas, sendo elas empregadas permanentes, desempregadas e recrutadores, durante o período de 2 e 27 de maio de 2022.
O modelo de trabalho híbrido é o preferido, mas quantas idas ao escritório por semana é ideal?
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De acordo com o levantamento, as empresas também apostam entre dois e três dias de trabalho no ambiente corporativo por semana — o que é considerado ideal segundo um estudo de Harvard divulgado em abril .
Em números, cerca de 27% dos entrevistados preferem ir ao escritório duas vezes, já 29%, três vezes.
Ainda, em 27% das empresas que adotaram o modelo híbrido, a quantidade de dias no escritório fica à escolha do colaborador.
A possibilidade de trabalhar em casa e no escritório, em dias alternados, não é a única tendência impulsionada pela pandemia.
A valorização do equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional e o reconhecimento da importância da saúde mental no ambiente de trabalho também vieram para ficar, segundo a pesquisa da Robert Half.
“A pandemia trouxe à tona questões sobre a saúde mental dos colaboradores, que passaram a ponderar mais a relação vida versus trabalho”, afirma o levantamento. Isso porque 47% dos desligamentos entre janeiro e março de 2022 aconteceram “a pedido” do trabalhador.
A onda de demissões voluntárias começou nos EUA, em meados de 2021, e atingiu em cheio o Brasil. No último trimestre do ano passado, cerca de 48,6% dos trabalhadores brasileiros que perderam os seus empregos saíram de forma voluntária.
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