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Além de iniciarem a vida profissional como estagiários, os CEOs têm algo em comum: uma trajetória marcada por passagens em diferentes áreas da companhia — e muita resiliência
Entrar como estagiário e chegar ao nível mais alto de uma companhia parece impossível, ainda mais quando falamos em construir a carreira em uma única empresa. Mas não é.
No Brasil, temos vários exemplos de pessoas que decidiram subir os degraus da carreira num mesmo grupo, ao longo de décadas, independentemente da área de atuação.
Além de iniciarem a vida profissional como estagiários, todos eles têm algo em comum: uma trajetória marcada por passagens em diferentes áreas da companhia — e muita resiliência.
Confira a seguir a trajetória de cinco brasileiros que chegaram ao cargo mais desejado do mundo, o de CEO.

As histórias de Cristiano e da Shell se cruzaram em 1996, quando o então estudante de engenharia química entrou na empresa como estagiário.
Ele formou-se na Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ) e fez um MBA pela Cranfield School of Management, no Reino Unido, e seguiu carreira internacional na petroquímica britânica.
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Durante o período de 18 anos, Costa ocupou diversas posições nas linhas de Downstream, Gás Integrado, Aquisições e Desinvestimentos, Trading e Upstream nos Estados Unidos.
Em 2018, ele retornou ao Brasil e assumiu o cargo de diretor de Produção, gerenciando os ativos do Pré-Sal.
Três anos depois, Costa chegou à vice-presidência da Shell.
Por fim, ele conquistou o cargo mais alto e desejado de qualquer companhia: a presidência. Desde a última segunda-feira (1º), o ex-estagiário ocupa a cadeira de CEO e continua à frente da liderança direta do negócio de Exploração e Produção no País.
Ele substitui André Araújo, que se aposentou depois de 12 anos no cargo.

No banco Bradesco existe uma tradição: para se chegar à presidência, antes é necessário passar por todos os escalões da hierarquia. Com Octavio de Lazari não foi diferente.
Lazari começou como contínuo da agência, aos 15 anos de idade, o que correspondia ao cargo de estagiário na época que ingressou na instituição.
Seguindo carreira do tradicional banco brasileiro, ele graduou-se em ciências econômicas pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas de Osasco, além de ter especializações na áreas
Durante sua trajetória de quatro décadas, ele passou por, praticamente, todas as áreas do banco; ou seja, atuou nos setores de crédito, consórcios, produtos e serviços financeiros, financiamento, varejo e alta renda.
Até que, em 2012, Lazari chegou à diretoria executiva da companhia e, cinco anos depois, assumiu a presidência do Grupo Bradesco Seguros, um dos braços da instituição financeira, mas ainda não havia chegado ao topo.
Contudo, em 2018, uma mudança hierárquica foi mais que necessária. O presidente do Conselho de Administração, Lázaro de Mello Brandão, renunciou ao cargo e sua cadeira precisava ser ocupada.
Tradicionalmente, quando isso acontece o então CEO da companhia se torna o presidente do Conselho, melhor conhecido como chairman. Na época, Luiz Carlos Trabuco era o executivo que estava na linha de sucessão, mas para isso havia de se escolher um novo CEO.
Tanto Brandão quanto Trabuco também caminharam a longa trajetória profissional no Bradesco.
A vaga de CEO estava aberta e havia sete candidatos: os presidentes de tesouraria e crédito, de risco e relações com investidores, de tecnologia, de cartões e banco de investimentos, de recursos humanos, da rede de atendimento e Prime e da Bradesco Seguros.
Ou seja, Lazari tinha uma concorrência e tanto. Ele foi o escolhido de Trabuco para assumir a cadeira do mais alto escalão da companhia, em março de 2018, e segue no cargo desde então.
Hoje, Lazari é um dos CEOs mais bem pagos do Brasil, com uma remuneração anual de R$ 29,3 milhões

A história de Juliana Azevedo é um exemplo quando falamos de quebra de paradigmas. Ele foi a primeira mulher a ocupar o cargo de CEO da P&G no Brasil e também a primeira a assumir a presidência da empresa na América Latina.
A trajetória de Azevedo começou em 1996, aos 20 anos de idade. Ela era estudante de engenharia da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), quando ingressou como estagiária na área de cuidados femininos da gigante norte-americana. Na época, ela também cursava direito na PUC-SP.
Juliana permaneceu na P&G e passou pelas áreas de marketing, vendas, planejamento estratégico e gestão, durante a longa trajetória de quase três décadas na companhia, e assumiu a liderança de vários cargos regionais e globais.
Entre os principais feitos dela estão o lançamento de diversas marcas e produtos no país e no exterior, com destaque para a Pantene. Além disso, ela liderou transações de M&A — aquisições de empresas — no Brasil e para a América Latina, como no caso das marcas Gilette, Wella e Coty.
Em 2018, Juliana Azevedo assumiu o cargo de CEO da P&G no Brasil e permaneceu no posto por quatro anos. No ano passado, ela foi reconhecida na lista de melhores CEO do país.
Por fim, em maio deste ano, a CEO da companhia no Brasil assumiu a presidência na América Latina, após a aposentadoria de Juan Fernando Posada, que atuou na empresa por 33 anos.
A carreira de Juliana, no entanto, não se restringe somente à gigante P&G. Ela é presidente dos Conselhos da Unicef Brasil e da United Way Brasil. A executiva também é professora convidada da IESE Business School e da FGV.

Ingressar em uma das empresas de tecnologia mais importantes do mundo é o sonho de muitos estudantes, além da concorrência considerável de talentos.
Mas Rodrigo Galvão conseguiu — e construiu carreira. Enquanto ainda estudava Administração na PUC-SP, ele ingressou como estagiário na área de contratos da Oracle Brasil, aos 19 anos de idade.
Após um ano de aprendizagem, Galvão foi efetivado na área e passou a atuar como analista financeiro, onde permaneceu por dois anos e recebeu uma nova promoção: a de gerente da área. Na época, com 23 anos.
Desde então, ele foi galgando degraus na companhia, chegando à diretoria da gigante de tecnologia em 2012. Em paralelo, Galvão se especializou em atendimento à área de telecomunicações e mídia.
Cinco anos depois e com 15 anos de carreira na Oracle, Galvão chegou ao cargo de CEO, quando Luiz Meisler, vice-presidente da companhia na América Latina, o convidou para assumir a presidência no Brasil.
Mas, Galvão não parou por aí. No ano passado, ele tornou-se o braço direito de Luiz Meisler, sendo o vice-presidente sênior de tecnologia da Oracle na América Latina.

Assim como os demais, Sandro Gamba dedicou décadas à Gafisa, uma das empresas mais importantes no setor imobiliário brasileiro.
Ele ingressou na construtora como estagiário de obras, em 1995, durante a graduação de Engenharia Civil no Mackenzie.
Por quase 10 anos, Gamba atuou na parte técnica da Gafisa, mas não deixou escapar a oportunidade de transitar e se desenvolver em outras áreas da companhia. Ele foi convidado para atuar na área comercial e assumiu a diretoria, em 2002, de prospecção e de incorporação.
Depois disso, ele passou por outros setores: foi diretor de vendas e marketing, financeiro e de relações com investidores.
Em 2014, ele foi nomeado CEO da Gafisa e ficou na presidência por quatro anos. Além disso, o executivo também foi presidente do Conselho de Administração da Tenda S.A — durante o período em que a construtora fez parte da Gafisa (2010-2017).
Por fim, Gamba ficou por 24 anos na construtora. Mas, em 2020, decidiu atuar no mesmo setor, mas dentro do mercado financeiro. Atualmente, ele é Executivo de Negócios Imobiliários no Santander Brasil.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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