O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas do BofA decidiram buscar alternativas mais baratas nas bolsas e empresas na América Latina e elevaram a recomendação para as ações brasileiras
A “invasão estrangeira” deve ganhar ainda mais força na B3. O Bank of America (Bofa) engrossou a lista de instituições financeiras que passaram a recomendar a compra de ações na bolsa brasileira.
Com a perspectiva de alta de juros nos Estados Unidos, os analistas do banco decidiram buscar alternativas mais baratas nas bolsas e empresas na América Latina.
Com isso, o BofA elevou a recomendação para o Brasil de neutra para "overweight" — equivalente a compra — na região, ao mesmo tempo em que reduziu a exposição no México para "underweight" (venda).
Em relatório a clientes divulgado nesta quarta-feira, o BofA informou que, no atual cenário, prefere as chamadas ações de valor — de setores mais descontados e boas geradoras de caixa.
Na B3, os papéis que se encaixam nesse perfil são os grandes bancos privados, empresas produtoras de commodities como as petroleiras e siderúrgicas, frigoríficos e varejistas voltadas para o público de alta renda.
Como riscos à alta da bolsa, os analistas do BofA aponta as próximas decisões do Fed (banco central norte-americano) sobre os juros e a China. Além, é claro, das eleições presidenciais aqui no Brasil.
Leia Também
Com alta de 7% no ano, o Ibovespa é o improvável destaque de alta neste início de 2022. E boa parte desse impulso veio da entrada de capital estrangeiro na B3, que já soma quase R$ 39 bilhões.
No início do mês, o JP Morgan já havia recomendado a compra da bolsa brasileira, com a perspectiva de que o desempenho das ações nacionais supere a dos demais mercados emergentes mesmo com o risco eleitoral adiante.
A volta do gringo acontece depois de uma ausência de quase quatro anos, período em que o Brasil veio perdendo participação relativa nas carteiras globais dos investidores.
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro