🔴 SAVE THE DATE: 22/07 – FERRAMENTA PARA GERAR RENDA COM 1 CLIQUE SERÁ LIBERADA – CONHEÇA

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Diretor de redação do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA, trabalhou nas principais publicações de economia do país, como Valor Econômico, Agência Estado e Gazeta Mercantil. É autor dos romances O Roteirista, Abandonado e Os Jogadores
Hora de comprar

Quem tem medo das eleições? Para o JP Morgan, bolsa brasileira deve subir mais que mercados emergentes durante o ciclo eleitoral

O banco norte-americano tem recomendação overweight — peso acima da média, equivalente a compra — para a bolsa brasileira e vê pouca influência da eleição sobre o desempenho das ações

Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
3 de fevereiro de 2022
17:33 - atualizado às 17:41
Montagem com fotos de Lula e Jair Bolsonaro; como eleições movimentam bolsas e o Ibovespa
Montagem com fotos de Lula e Jair Bolsonaro - Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Você está preocupado com os impactos da eleições nos seus investimentos? Pois não deveria, pelo menos na visão do JP Morgan. Para o banco norte-americano, a bolsa brasileira deverá superar o desempenho dos demais mercados emergentes apesar da incerteza sobre quem vai ocupar a cadeira de Presidente da República a partir de 2023.

É relativamente normal a bolsa passar por forte volatilidade em períodos que antecedem as eleições presidenciais. Mas um estudo do JP Morgan mostra que, historicamente, o desempenho das ações brasileiras é semelhante ao dos demais emergentes quando se considera todo o ciclo eleitoral — seis meses antes e depois do resultado das urnas.

É verdade que a bolsa acaba avançando mais no período imediatamente após as eleições e sofrendo antes. “No entanto, acreditamos que desta vez as condições estão dadas para o Brasil ter um desempenho relativamente melhor que os emergentes”, escreveram os analistas do JP Morgan, em relatório.

O banco norte-americano tem recomendação overweight — peso acima da média, equivalente a compra — para a bolsa brasileira, tanto em relação à América Latina como na comparação aos emergentes como um todo.

E por que o JP Morgan acredita que os mercados brasileiros podem se sair melhor? Primeiro, por uma questão de preço, ou seja, a bolsa está barata. Mais precisamente com um desconto de 35% em relação aos demais emergentes, bem acima dos 15% habituais para esta época pré-eleitoral.

Fator Selic ajuda a bolsa

A expectativa do fim do ciclo de alta da taxa básica de juros (Selic) também deve ajudar a bolsa a atravessar melhor as eleições de 2022.

Além de não contar com aperto monetário nos meses que antecedem a corrida presidencial, o JP Morgan vê a possibilidade de o Banco Central começar a cortar juros em até seis meses depois do resultado das urnas.

Os analistas do banco norte-americano também não esperam uma disparada do dólar no período pré-eleitoral, diante das cotações em alta das commodities — que beneficiam o real — e o diferencial entre as taxas de juros brasileiras e as praticadas no exterior.

Mas e quanto aos candidatos? O que pode acontecer no caso de Jair Bolsonaro conseguir se reeleger? E se Lula voltar ao Palácio do Planalto?

O JP Morgan reconhece saber pouco sobre a direção política, mas faz uma ponderação com base na cobertura que o banco fez de todas as eleições desde 2002.

“Acreditamos que a diferença de política entre o candidato A e B pode ser muito menor do que a distância entre A e Z, embora também existam exceções a essa norma”, escreveram os analistas, sem dar nome às letras indicadas.

Leia também:

Compartilhe

ANOTE NO CALENDÁRIO

Agenda econômica: semana das big techs divide espaço com inflação e PIB dos EUA e congelamento de despesas; fique por dentro

22 de julho de 2024 - 7:01

Ganha destaque a próxima divulgação do Boletim Focus, com expectativas em relação a mudanças após o anúncio de R$ 15 bi em contingenciamento de despesas do governo

ENTREVISTA EXCLUSIVA

Bradesco Asset revela cinco apostas em ações para lucrar na bolsa brasileira — e um setor para manter distância

22 de julho de 2024 - 6:04

Ao Seu Dinheiro, Rodrigo Santoro Geraldes conta que a gestora também possui quatro apostas na carteira de ações fora do Ibovespa

FRIGORÍFICOS

Problemas para a BRF (BRFS3) e a JBS (JBSS3)? Brasil suspende exportações de carne de aves para 44 países — e a China é um deles

20 de julho de 2024 - 12:19

O Ministério da Agricultura decidiu voluntariamente paralisar as exportações de carnes de aves e seus produtos, com restrições que variam de acordo com os mercados

DÁ O PLAY!

Agora vai? Por que a bolsa brasileira despertou em julho e o que esperar das ações agora

20 de julho de 2024 - 11:00

Ibovespa já acumula alta de 3% em julho, depois de quase perder os 120 mil pontos no último mês; mas as ações finalmente vão decolar, ou será mais um voo de galinha?

BOLSA NA SEMANA

Por que as ações do Pão de Açúcar (PCAR3) desabaram 13% e lideraram as perdas do Ibovespa na semana — enquanto Usiminas (USIM5) subiu 5%?

20 de julho de 2024 - 9:22

As ações do Pão de Açúcar atraíram os holofotes dos investidores na semana após uma sangria na bolsa brasileira. Veja o que está por trás da queda dos papéis

PERSPECTIVAS PARA OS PROVENTOS

Com R$ 2 bilhões entrando no caixa, a Eletrobras (ELET3) vai distribuir mais dividendos? Veja o que diz o Goldman Sachs

19 de julho de 2024 - 19:46

O banco acredita que a oferta irá aumentar a liquidez da companhia e potencialmente abrir espaço para proventos mais elevados no futuro

RANKING DA QUANTUM

Os reis das ‘penny stocks’: Americanas (AMER3), Oi (OIBR3) e outras ações com a maior sequência de pregões no patamar de centavos

19 de julho de 2024 - 16:41

Um estudo da Quantum mostra que companhias que enfrentaram processos de recuperação judicial dominam o ranking de penny stocks

GESTÃO EXPLICA

Fundo imobiliário com mais de 150 mil cotistas anuncia os menores dividendos em mais de dois anos; por que os proventos do ALZR11 estão em queda?

19 de julho de 2024 - 13:07

O histórico de distribuições de 2024 mostra que os valores depositados pelo FII recuaram cerca de 11,2% desde janeiro

REAÇÃO DAS BOLSAS

Apagão cibernético: ação da CrowdStrike, empresa que causou a pane nos sistemas da Microsoft e derrubou serviços no mundo todo, despenca em NY

19 de julho de 2024 - 12:08

Vale relembrar que, mais cedo, uma atualização nos sistemas da CrowdStrike causou uma pane generalizada nos sistemas da Microsoft

MERCADO FINANCEIRO

Renda fixa brilha no 1º semestre e impulsiona captação de fundos. Veja as 10 gestoras que mais levantaram dinheiro no período

18 de julho de 2024 - 18:38

No “Top 10” das empresas que mais levantaram dinheiro no período, a cifra chega a R$ 202,2 bilhões, de acordo com a Quantum Finance

Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Continuar e fechar