🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Longa viagem

Ações da CVC chegam a subir mais de 9% com potencial oferta de ações, mas perdem força

CVC ON dispara nesta terça-feira, reagindo à perspectiva de uma nova oferta de ações pela empresa num momento decisivo para o setor de viagens

Victor Aguiar
Victor Aguiar
8 de junho de 2021
12:00 - atualizado às 10:31
CVC
Imagem: Divulgação

Se há uma empresa da bolsa que precisou enfrentar uma tempestade perfeita, ela é a CVC: a famosa companhia do setor de turismo tem lidado com um problema atrás do outro há anos — a pandemia foi só mais um deles.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tudo começou lá atrás, em 2019, com os problemas financeiros da Avianca, uma importante parceira do grupo. Em paralelo, o dólar começou a se valorizar em relação ao real, diminuindo a demanda por viagens internacionais. Para completar, a CVC descobriu erros contábeis nos balanços passados.

Como resultado disso tudo, a companhia atrasou diversas vezes os resultados consolidados do ano — e, como desgraça pouca é bobagem, a Covid-19 veio logo em seguida e praticamente paralisou o setor de turismo no mundo.

Essa combinação catastrófica poderia ter arrasado a empresa. Mas cá estamos nós, em junho de 2021, e a CVC segue firme: trouxe Leonel Andrade, ex-presidente da Smiles, para ocupar o cargo de CEO ainda no começo de 2020, renegociou dívidas e vê suas ações recuperarem parte do terreno perdido nos últimos anos.

E essa valorização na bolsa ganhou um novo capítulo hoje: os papéis ON da CVC (CVCB3) chegaram a disparar 9,14% nesta terça-feira (8), indo a R$ 29,97 na máxima do dia. Ao longo da sessão, no entanto, os papéis perderam força e fecharam em alta de 1,89%, a R$ 27,98.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, as ações foram destaque num dia negativo para a bolsa: o Ibovespa fechou em baixa de 0,76%, aos 129.787,11 pontos.

Leia Também

A reação positiva vista durante a manhã tem justificativa: a CVC estuda uma potencial oferta de ações, captando mais recursos para atravessar a crise. Nada oficial por enquanto, mas a empresa já tem até contratou o Citi e o BTG para conduzir os estudos.

Um sinal animador vindo de uma companhia que parecia fadada ao fundo do poço — mas que, vejam só, começa a fazer as malas e pensar na próxima viagem.

Atravessando a turbulência

Caso concretizada, a potencial oferta será a terceira iniciativa para reforço do caixa da CVC desde 2020. Em setembro daquele ano, a empresa aprovou um aumento de capital de R$ 300 milhões por meio de uma emissão de novas ações; em fevereiro de 2021, um novo aumento de R$ 360 milhões, via bônus de subscrição da emissão original.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, no fim do ano passado, a CVC conseguiu renegociar R$ 1,5 bilhão em dívidas, referentes à tranches passadas de debêntures. Por fim, concluiu uma nova emissão de dívida, levantando mais R$ 436 milhões com vencimento em 2023.

A nova operação ainda não tem estrutura definida ou volume, mas a simples intenção de realizá-la já eleva a confiança dos investidores: é um sinal de que a companhia consegue acessar o mercado de capitais num momento particularmente importante.

Afinal, o cenário adiante para a CVC e para todo o setor de viagem e turismo parece binário: ou teremos uma recuperação da demanda, puxada pelo aumento na vacinação e pela retomada da economia, ou teremos novas ondas da Covid-19, com potenciais paralisações do segmento.

Na primeira hipótese, a CVC precisará de recursos para capturar o bom momento e aproveitar a demanda reprimida; na segunda, será necessário ter poder de fogo para lidar com mais um período de incerteza.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O balanço da CVC no primeiro trimestre mostra que, apesar da evolução desde o começo de 2020, o cenário ainda é bastante nebuloso em termos operacionais. Embora a receita líquida da empresa tenha ficado praticamente estável em relação ao quarto trimestre de 2020, em R$ 165,9 milhões, o Ebitda ficou negativo e o prejuízo foi de R$ 84 milhões.

É um reflexo da segunda onda da Covid, que fechou parte da economia brasileira nos primeiros três meses desse ano — e que deve continuar sendo refletida no segundo trimestre, impactando os resultados.

Em termos de endividamento, no entanto, a CVC tem uma posição relativamente confortável: a dívida líquida era de R$ 600 milhões ao fim de março, enquanto o caixa era de R$ 711 milhões. Uma oferta de ações, assim, traria ainda mais tranquilidade nesse front.

E, na bolsa, a CVC está tendo um ano bastante positivo. Com a alta de hoje, as ações acumulam ganhos de 40% desde o começo do ano. No entanto, ainda estão distantes da máxima histórica, de R$ 64,19, anotada em fevereiro de 2019.

CVC ações

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar