🔴 LIBERADO: ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  COMECE A TRANSFORMAR A SUA CARREIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

A SEMANA EM GRÁFICOS

Covid-19 pressiona aéreas, turismo, Ibovespa e bitcoin, mas inflação avança no mundo: entenda a última semana com estes gráficos

As companhias aéreas sofreram perdas significativas na bolsa esta semana e nem o bitcoin (BTC) conseguiu se salvar

gráfico de sobe e desce
Perdeu alguma coisa? Confira a nossa semana em gráficosImagem: Pixabay

A piora da covid-19 no mundo chamou a atenção dos investidores e pressionou o mercado como um todo no último pregão da semana. Enquanto o mercado já precificava uma retomada das atividades, a variante ômicron injetou novos temores de que os países devem iniciar lockdowns locais. Com isso, a pressão sobre a oferta e a demanda das commodities voltou a crescer, e o barril de petróleo caiu mais de 13% só na sexta-feira (26). O feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos trouxe uma menor liquidez para o mercado, e o pregão mais curto em Wall Street de ontem  limitou as perdas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse cenário, confira os principais dados da semana em gráficos:

Ibovespa: tombo de quase 4%

A bolsa brasileira encerrou a semana em queda de 3,93%, aos 102.068 pontos, após três pregões seguidos de alta. 

A maior preocupação da semana girava em torno da PEC dos precatórios e da Medida Provisória (MP) que instaura o Auxílio Brasil, o substituto do Bolsa Família. A votação de ambas as propostas ficou para a semana que vem, o que retirou a pressão sobre os investidores nesses dias.

Mas na Black Friday, os temores envolvendo a nova variante elevaram a cautela e a fuga dos investidores de ativos de risco chegou até o bitcoin (BTC) e o mercado de criptomoedas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bitcoin (BTC): um urso na sala

O bitcoin (BTC) chegou a recuar mais de 8% só na última sexta-feira (26). 

Leia Também

ENTREVISTA EXCLUSIVA

Multimercados em crise? CEO da Bradesco Asset vê ‘seleção natural’ e diz que uma nova onda de consolidação vem aí

FIM DA NEGOCIAÇÃO CONTÍNUA

B3 tira ação da Ambipar (AMBP3) das negociações regulares da bolsa por atraso; entenda

A maior criptomoeda do mercado chegou a recuar mais de 8% na última sexta-feira. A cautela com o avanço da covid-19 no mundo mostrou para os investidores que o bitcoin (BTC) ainda se apega ao mercado tradicional para se movimentar. Mas não apenas isso aconteceu esta semana.

Desde as máximas históricas aos US$ 68.680,11 no início de novembro, o bitcoin já caiu cerca de 20,9% — e, desta forma, entra no chamado “bear market” (mercado do urso, que indica queda).  A correção acontece depois da alta de 40% em outubro. No acumulado do ano, a maior criptomoeda do mercado sobe 87,2% em dólar.

Neste sábado (27), com um mercado que não para nunca, o bitcoin avança 0,54%, cotado a US$ 54.867,26 (R$ 307.321,18).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sem viagens?

As ações das principais empresas aéreas e do setor de turismo também sentiram a pressão da covid-19 na sexta-feira. Os shoppings centers, outra categoria que sofreu com os efeitos das medidas de distanciamento social e restrições ao comércio, também amargam duras perdas com a incerteza no ar. 

PCE dos EUA: sobe (de elevador)

Os dados inflacionários dos Estados Unidos também vieram acima do esperado esta semana. O feriado do Dia de Ação de Graças manteve as bolsas fechadas na quinta-feira (25) e as negociações aconteceram apenas metade do tempo na sexta-feira (26)

Dessa forma, as negociações tiveram liquidez limitada e o impacto do avanço da inflação deve começar a ter efeito nas bolsas a partir de segunda-feira (29). 

Mas isso não é tudo. Com a escalada dos preços nos Estados Unidos (medido pelo PCE, sigla em inglês para preços ao consumidor), o Federal Reserve pode antecipar os planos de aumento dos juros ainda no primeiro semestre de 2022 e acelerar a retirada de estímulos da economia americana. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

IPCA-15: sobe (de foguete)

O investidor local viu a prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, registrar alta de 1,17% em novembro, acima da mediana das projeções dos especialistas ouvidos pelo Broadcast de 1,14%. No acumulado do ano, a alta é de 9,57% enquanto o índice sobe 10,73% em 12 meses.

Com isso, o IPCA-15 para o mês é o maior desde 2002, quando a alta foi de 2,08%. No acumulado do mês, o IPCA-15 bateu as maiores altas desde novembro de 2015 (9,42%) e novembro de 2003 (9,36%).

De acordo com a última pesquisa do Boletim Focus, que traz as projeções do mercado para a economia, o IPCA deve encerrar 2021 na casa dos 10,12%, com a Selic em 9,25% até o final do ano.

Com a alta da inflação, o Banco Central brasileiro pode acelerar a alta da Selic até o final do ano. Para a próxima reunião, está contratada uma alta de 150 pontos-base, mas, com o novo dado do IPCA, o mercado espera uma posição mais forte do BC. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
B3, bolsa de valores, ações, mercados. 31 de agosto de 2026 - 16:42
28 de agosto de 2026 - 19:20
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 27 de agosto de 2026 - 17:01
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 27 de agosto de 2026 - 15:31
Cifrão em um prédio em construção representando os dividendos das ações de construtoras, incorporadoras e fundos imobiliários 27 de agosto de 2026 - 10:04
Copo de cerveja dourada e gelada centralizado em primeiro plano, com gotas de condensação visíveis no vidro. Ao fundo, desfocado, aparece um gráfico financeiro com velas e linhas de mercado em tons de laranja e vermelho, simbolizando o impacto de fatores econômicos e tributários sobre a Ambev e o setor de bebidas. 25 de agosto de 2026 - 19:41
25 de agosto de 2026 - 16:01
25 de agosto de 2026 - 13:06
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro 24 de agosto de 2026 - 17:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar